segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Diário da Homenagem ao Henrique Barreto Nunes publicado no Facebook


20 Janeiro 2010

Diário 1: sabe bem pensar no Henrique Barreto Nunes. foi bom trabalhar com ele, duma bondade extrema. a minha paixão pela leitura pública foi ele que nas aulas me contagiou. sou bibliotecária por causa dele, entre muitas mais coisas. uma dádiva de vida. sabe bem homenagear alguém que vive muito. e que quer recomeçar de novo a ser.

21 Janeiro 2010


Diário 2: hoje lembro-me do telefone vermelho que o Henrique Barreto Nunes tinha em cima da secretária no Largo do Paço. no meu gabinete em frente ao dele ouvia-se tocar o telefone vermelho. usa sempre palavras mágicas nas conversas. nunca ninguém foi desatendido nas audições coloridas daquele telefone. hoje não tem telemóvel! talvez alguém lhe ofereça um daquela cor.

22 Janeiro 2010

Diário 3: fui com o Henrique BN de comboio para Lisboa, para participarmos na conferência internacional bibliotecas para a vida. narrou-me tantos projectos e sonhos que fiquei sem respiração. não precisamos de casas e bibliotecas para estarmos vivos. a vida é que precisa de homens assim para manter vivas as bibliotecas.

23 Janeiro 2010

Diário 4:  um dia, na Biblioteca Pública de Braga, logo pela manhã tinha um bombom em cima da secretária. todas as mulheres da biblioteca também tinham! era uma homenagem doce às mulheres que o HBN inventou. ficamos amolecidas até hoje. foi no 8 março de 1993. oxalá continue a “achocolatar” muitas bibliotecárias por aí !!!!

24 Janeiro 2010

Diário 5: a porta do seu gabinete abriu-se muitas vezes e uma presença real levou-me a fazer descobrimentos, a ler e a ler. Um dívida eterna tenho a alguém que, pelos consentimentos, pelas visões, pelas partilhas, me deixou perder na imensidão e nos segredos da Biblioteca Pública de Braga.

25 Janeiro 2010

Diário 6: os livros mais antigos que a Biblioteca Pública de Braga possui são os incunábulos. foi por causa deles que me cruzei com o Henrique Barreto Nunes. um dia descobri um incunábulo dentro de uma encadernação de um outro livro de outro século. só um amante de livros se pode comover com esta revelação. o amor pelos livros é comparável  a qualquer outro amor. comovemos-nos. deu lugar a festejos, nas ficções do meu pensamento, e ao HBN também.

26 Janeiro 2010

Diário 7: acabei de receber o texto do Henrique Barreto Nunes “Leve um livro para a cama”. Quem se lembra deste artigo que ele publicou no Correio do Minho? Amanhã publico no blogue da Homenagem. Esteve afixado no meu gabinete da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco muito anos. “Ler, às vezes, é quase tão bom como…”

27 Janeiro 2010

Diário 8: as políticas de leitura pública em Portugal. as orientações conceptuais e programáticas sobre as bibliotecas a criar. a rede nacional de leitura pública. a contaminação deste sonho a muitos bibliotecários seus alunos, colegas e amigos. o entusiasmo e o ânimo com que se passam as urgências. que mais é que herdamos e testemunhamos?

28 Janeiro 2010

Diário 9:  livros proibidos no regime fascista. O HBN fez-me apaixonar por este tema. muitas prateleiras e catálogos de bibliotecas vasculhei à procura dos livros da lista negra. fizemos uma exposição que circulou por várias bibliotecas. publicamos estudos e bibliografias. hoje, em nome da liberdade de expressão, HBN continua a lutar e a ensinar-nos os caminhos de uma distinta cidadania.

29 Janeiro 2010

Diário 10: as bibliotecas e a memória da vida local, a descoberta dos fundos locais das bibliotecas, a importância dos leitores na orientação da missão das bibliotecas. aprendemos muito com a sua intervenção cívica, com os seus textos, com as suas aulas. continuamos, com alma, a sua pro…vocação: “a biblioteca… um amor de toda a vida, um amor para toda a vida.”

30 Janeiro 2010
Diário 11: repetidamente disse ao longo da vida “quero o impossível!”

31 de Janeiro 2010

Diário 12: o HBN ofereceu-me as Rimas de Camões, a reprodução fac-similada da edição de 1598. foi no meu último dia de trabalho na Biblioteca Pública de Braga. escrevia nas Rimas que esperava, em breve, o meu regresso definitivo à biblioteca e que juntos poderíamos trabalhar na sua renovação, mantendo a identidade e a memória. que gosto me deu este suave pensamento de grandes esperanças, no decorrer dos anos que foram passando. a vida não nos cruzou mais na BPB. e sábio, Camões escrevia que “segundo o que o Céu me tem mostrado, já sei que deste meu buscar ventura, achado tenho já que não a tenho”. no mundo quis o tempo que se achasse o bem assim.

1 de Fevereiro 2010

Diário 13: de manhã chegava ao meu gabinete e falava das leituras que fizera à noite.  lia romances de amor, agora mais livros policiais. enunciava o clube dumas, e outros títulos. muitos autores, como Arturo Pérez-Reverte, Assis Pacheco, Manuel Vázquez Montálban, Garcia Lorca… um dia chegou completamente extasiado. ordenou-me que tinha que ler HOJE “o velho que lia romances de amor”. às vezes, regresso a esta casa distante e lembro-me das urgências das leituras partilhadas, do fascínio das palavras que podemos dividir com os outros. a vida pode ser percorrida com pessoas que nos elevam.

3 de Fevereiro 2010

Diário 14:  escreveu centenas de páginas, reabilitou poetas, defendeu causas, criou documentos que deram origem e fizeram viver a rede de leitura pública. combateu em muitas frentes, ensinou (como um mestre) muitos bibliotecários. no email de despedida dizia que “ainda tinha tanto que fazer…”. quando recebi esse email soube logo que agora é que há tanto para ele escrever, reabilitar, lutar, criar, fazer viver, combater, ensinar. temos muito ainda a esperar. ele vai continuar a homenagear-nos com o seu humilde triunfo sobre este mundo.

5 Fevereiro 2010


Diário 15: no final da mesa das comunicações sobre a web 2.0, durante o Congresso Bibliotecas para a Vida, em novembro passado, alguém na plateia pediu a palavra e disse: “com estes desafios para as bibliotecas e para os leitores, eu queria voltar a trabalhar e recomeçar de novo”.
há homens assim seduzidos para sempre pelas bibliotecas e pelos seus leitores. recomeçar de novo… estou grata pela sabedoria e pela vida que nos continua a dar hoje, amanhã e sempre.

PS
Fui com um prazer enorme que criei e editei o blogue da homenagem ao Henrique Barreto Nunes (almoço sábado). Uma honra. Dezenas de textos, estudos, intervenções públicas, manifestos. Muitos testemunhos e depoimentos chegaram para publicação sobre este homem feliz. É muito bom ser sua colega e amiga. Depois disto tudo s ó faltava que abrisse uma conta no Facebook. ;) Não me admira… Leve um livro para a cama é a sua especialidade !!! :D

Luísa Alvim

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Blogue Homenagem Henrique Barreto Nunes



Almoço de Homenagem e amizade ao Henrique Barreto Nunes no dia 6 de Fevereiro, 13h00, no Porto
Inscrições APBAD

Quem gostar de enviar textos, fotografias sobre o HBN para editar no blogue pode fazê-lo para o email da:
Manuela Barreto Nunes 
mbnunes@upt.pt
ou
Luisa Alvim 
mluisa.alvim@gmail.com

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Palestra Acesso Livre à Informação Científica. Que desafios para os direitos de autor?




A sessão tem como objectivos:

1.      Divulgar o projecto Creative Commons Portugal;
2.      Alertar a comunidade científica para o uso das Licenças Creative Commons na inovação científica;
3.      Esclarecer a forma de licenciamento dos conteúdos arquivados e disponibilizados através dos Repositórios Institucionais;
4.      Esclarecer dúvidas sobre os direitos de autor de documentos arquivados e disponibilizados através dos Repositórios Institucionais.

Dia 11 de Fevereiro, às 14 horas, no Auditório B da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, Campus de Campolide.
As inscrições devem feitas através do email: repositorio@fct.unl.pt.  A entrada é livre.
Para mais informações contacte-nos através do email repositorio@fct.unl.pt 
ou do telefone: 21 294 96 77


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Almoço de amizade e homenagem ao Henrique Barreto Nunes



Caros Colegas:

O Dr. Henrique Barreto Nunes, bibliotecário, como gosta de se apresentar, é um homem a quem a cultura portuguesa muito deve. Natural de Monção, marcado pelos anos que passou em Coimbra como estudante, director da Biblioteca Pública de Braga e, mais recentemente, também do Arquivo Distrital, tem sido verdadeiramente fundamental na cultura da região do Minho e, a nível profissional, na acção das bibliotecas públicas em Portugal: a sua empenhada intervenção na ASPA pela defesa do Património, as intervenções na Minia e na Fórum, a orientação para a leitura pública da sua biblioteca, em busca de um sonho que, com outros colegas, começou a definir em 1983, com o Manifesto sobre a Leitura Pública em Portugal, resumem pouco do muito que fez e tem para fazer.

Para os bibliotecários, o Henrique foi sempre um colega criativo, inovador e competente, amável, prestável, amigo, quer como professor de Leitura Pública, quer como orientador de estágios de nóveis bibliotecários, quer como colega experiente, sempre pronto a fornecer, com a humildade que só os grandes possuem, uma opinião, um parecer, uma orientação. Assim aconteceu com tantas bibliotecas e com tantos bibliotecários.

Estar com o Henrique neste “rito de passagem” em que se faz o balanço da obra feita e se projectam novas acções é um gesto que só pode decorrer da própria natureza da vida e da amizade verdadeiramente sentida pelos seus colegas.

Assim, vínhamos convidá-lo a participar num almoço de homenagem e amizade a realizar no próximo dia 6 de Fevereiro, sábado, às 13.00 h, no PORTO, no Palacete Pinto Leite (antigo Conservatório de Música do Porto), Rua da Maternidade, 3-9.

Com os melhores cumprimentos,

António Pina Falcão

Presidente do Conselho Directivo Nacional da BAD

Nota importante:

As inscrições para o Almoço, com o custo de 25 €, deverão ser recebidas na BAD (Rua Morais Soares, nº 43-C 1- Drt – 1900-341 Lisboa), impreterivelmente até 28 de Janeiro, acompanhadas do cheque correspondente, passado à ordem de UNISELF, e referindo o nome do participante, seu endereço electrónico ou contacto telefónico, para possibilitar a confirmação da reserva. Excepcionalmente, poderá ser aceite o pagamento em numerário, até ao dia do Almoço, mas nesse caso sem garantia da reserva e considerando a lotação da sala.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Blogosfera, Twitters & Co



Conversa com Pedro Rolo Duarte, Pedro Príncipe, Luísa Alvim e Ludwig Krippahl | 14h00
Moderada pela Ana Alves Pereira 

Biblioteca da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa é uma verdadeira Biblioteca 2.0:

BLOG DE EVENTOS
O Blog tem como objectivo disponibilizar informação sobre os eventos que ocorrem na Biblioteca, permitir a interacção entre os diferentes públicos que frequentam este espaço e ser o arquivo dos acontecimentos preservando a sua história lúdica.

TWITTER
O Twitter tem como propósito ser um canal de divulgação de informação, actualizada ao momento, acerca dos eventos e conferências que se realizam na Biblioteca FCT/UNL.

CANAL YOUTUBE
O Canal YouTube permite ao utilizador aceder aos excertos dos vídeos dos eventos e conferências realizados na Biblioteca FCT/UNL e adquirir o vídeo completo contactando os serviços internos.

FACEBOOK
Através do Facebook pretende-se criar uma rede social de pessoas interessadas na Biblioteca ou que frequentem este espaço. Ao mesmo tempo dá informação sobre os diferentes serviços que variam entre o lazer e o estudo. Inicia-se uma nova forma de comunicar com o utilizador utilizando as mensagens instantâneas que permitem o esclarecimento de dúvidas pelos funcionários que estão no momento online.
O grupo dedicado aos Amigos da Biblioteca pretende reunir um conjunto de utilizadores frequentes da Biblioteca permitindo uma interacção mais próxima com quem estuda ou trabalha na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

Vivam as bibliotecas Vivas!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Formação na Bad Norte

Novo plano de formação para 2010 que a BAD Norte oferece aos associados e a todos os profissionais da área.
Consultar e imprimir PDF - ver blogue BAD Norte

clicar em cima da imagem para aumentar





segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

EBLIDA position statement for the European Commission’s Google Book US Settlement Agreement information hearing

EBLIDA is the European Bureau of Library, Information and Documentation Associations. We are an independent umbrella association of national library, information, documentation and archive associations and institutions in Europe. We promote unhindered access to information in the digital age and the role of archives and libraries in achieving this goal.
The Google Book Search programme has the potential to provide public access to a digital library of millions of books. It will, fully developed, be an unprecedented source for the advancement of learning and human development.
Google and representatives of rights owners and publishers have come to an agreement on how to settle the copyright and other legal issues in relation to the Book Search Project. This settlement is now under review by the United States District Court, Southern District of New York.
The settlement allows Google to offer four primary services:
  • Previews- All users in the United States may search Google’s entire search database for digitized books free, and see up to 20 % text from out-of-print books. (There are special rules for special categories e.g. fiction vs. non-fiction.).
  • Consumer purchases- Consumers may buy perpetual online access to the full text of out-of -print books. In-print books require that the copyright owner "opt in".
  • Institutional subscriptions- Users within an institution which has paid a subscription may view the full text of all the books in the Institutional Subscription Database (ISD), which will include all the books in the in-copyright but out-of-print category.
  • Free Public Access Service - Google may provide Free Public Access Service to not-for-profit Higher Education Institutions and Public libraries on specified conditions. In the case of each Public Library, no more than one terminal per library building.

EBLIDA hopes that this settlement will be the beginning of a fruitful cooperation between Google and the rights owners.
EBLIDA wants to draw attention to conditions that are of concern to European librarians.

Territoriality

EBLIDA is deeply worried with the territorial limits of the settlement.
The copyright laws of a country only apply within the territory of that country. Therefore, the settlement, which is based on U.S. legislation, only applies in the United States of America.
The consequence of this is, that the expanded services permitted under the settlement, will only be provided to users located in the USA. Users outside of USA will only have access to the current Book Search service, which, regarding books in copyright only consists in the display of three “snippets” consisting of a few sentences of text.
Many books published in Europe have already been digitised by Google and will come under the terms of the Settlement. This means that people in the USA will have better access to such
books than people in the continent where they were published. Because of the class action nature of the settlement, there is no way to widen its scope to include users located outside USA. The expanded services will therefore only be available to
users located in countries outside USA if Google reaches settlements with rights owner’s organisations on a country-by-country basis.
Whether this is possible will not only depend on the good will of the parties involved, but also on the copyright legislation of the countries, e.g. whether they allow for class actions or extended collective licensing, or whether they have collecting societies or other organisations with sufficiently broad legal authority to enter into an agreement with Google.
To the extent that it is not possible to reach agreements, the consequence will be a substantial inequality in access to books in digital format. Unless there will also be a European Google Settlement, European universities and learning institutions will experience a most serious competitive disadvantage compared to U.S. universities and institutions – not to mention the disadvantages for ordinary citizens. As stated by Commissioner Viviane Reding , in her Lisbon speech, 9 July this year: “If we do not reform our European copyright rules on orphan works and libraries swiftly, digitisation and attractive content offers will not take place in Europe, but on the other side of the Atlantic.
The territorial limitations of the Google settlement highlight the truth of this statement. It is therefore of the utmost importance that the legal obstacles to settlements are overcome. No effort should be avoided to establish the necessary legal framework and settlements in all countries in order to ensure that this unprecedented source of information can be made available all over Europe on an equitable basis for the advancement of learning and human development. Hoping that it will be possible to establish European settlement, EBLIDA assumes that the U.S settlement will function as model for the subsequent ones. EBLIDA therefore wants to point to the following issues of concern:

Control of information by one corporate entity

Google has not disclosed the size of the project but independent experts estimate that it may amount to digitising 30 million books. The costs may very well amount to $750 million. The immensity of the project, and the fact that Google has a 5-year lead, makes it challenging for other enterprises or institutions to start viable competing projects. In consequence, a large proportion of the world’s heritage of books in digital format will be under the control of a single corporate entity. In case of European settlements the relevant national authorities must exercise the necessary control to prevent instances of abuse of dominant position to ensure the realization of the broadest possible public benefit from the services enabled by the settlement.

Long-term preservation

When the digitisation project is concluded, it will comprise a large proportion of the world’s heritage of books in digital format. The participating libraries will have copies of “their” files for preservation or other uses. Although the Google settlement has provisions for business continuity, the settlement does not seem to include provisions for the long-term preservation of the entire database. Analyses of cost effectiveness may at some point in the future lead Google to reduce the amount of data by discarding parts of them. The importance and utility of the entire database for users worldwide requires that the agreement include provisions ensuring the long-term preservation of the database as a whole, e.g. by stipulating that the database be subject to legal deposit in case Google is no longer willing to preserve it.

Pricing policy

The economic terms for the Institutional Subscriptions Database will be governed by two objectives:(1) the realisation of revenue at market rates, and (2) the realisation of broad access by the public, including institutions of higher education. Libraries’ recent experience has been that publishers of scientific journals have given priority to the generation of revenue at the cost of broad access, forcing many libraries to cancel subscriptions. If the beneficial societal effects of the Book Search Project are to be fully realised, it is critical that the importance of broad access be given strong weight in the settlement.
In view of the potential monopolistic nature of the project, and the absence of competition, it must be possible for any library or institutional subscriber to request the relevant national Competition Authorities to review the pricing of services provided. The uneven distribution of wealth in Europe makes this even more important.

Censorship

According to the settlement, Google may exclude 15 % of scanned books in copyright, but out-of-print from the database. This may amount to the exclusion of 1 million books.
Google is likely to come under pressure from interest groups and even governments to exclude books that are purported to contain “undesirable” information. If Google gives in to
political pressure and removes books from the database, this could lead to the suppression of these books worldwide. It is therefore of the utmost importance that Google be obliged to publish lists of books that are excluded from its services, and the reason for the exclusion.

Privacy

Privacy is essential for libraries. It normally requires a court order for a publicly funded library to disclose identifiable persons’ lending habits or other activities in the library. Some of the services to be offered imply that Google will collect and retain information of users’ activities. However, the Settlement does not specify how users’ privacy will be protected.
European settlements must presuppose that European standards for the protection of users’privacy are respected.

Research

The database containing the digital copies of the scanned books represents a unique corpus for computational analysis and research. Google and two institutions may host this Research Corpus for purposes of “non-consumptive research” by “qualified users”. (“Non-consumptive” means that the text is not accessed for display or reading.) The host site has the authority to decide whether a user is qualified and whether the research is non-consumptive. There is no mechanism to challenge the host’s decision and in consequence, certain types of research may be privileged. There seems to be no possibility for foreign researches to get access to the database for research purposes. European settlements should allow for European researchers to avail themselves of this possibility. It should also be possible to request an independent body to review whether the Host site’s decision to refuse certain researchers or research projects is reasonable.

Contracts vs. statutory exceptions and limitations

In copyright, contracts too often override statutory exceptions and limitations in ways that diminish users’ rights. The settlement should therefore clearly state that nothing in it supersedes legislated users’ rights, including specific and general exceptions for libraries and our users, and any existing or new approaches to making orphan works accessible.

Prepared by the EBLIDA Expert Group on Information Law with input from EBLIDA members.
The Hague, August 2009

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Divulgação científica: os melhores livros do ano

Divulgação científica: os melhores livros do ano
Quais os melhores livros de divulgação científica publicados em 2009? Para nos ajudar na escolha, pedimos a opinião de conhecidos autores e divulgadores de ciência. Em baixo listamos as preferências de Carlos Fiolhais (CF), físico, Jorge Buescu (JB), matemático, e Palmira F. Silva (PFS), química.

Charles Darwin, "A Origem das Espécies" (Guimarães)
(CF) No ano dos 150 anos deste livro, que foi também o dos 200 anos do nascimento do autor, várias edições saíram em Portugal, entre elas a da Guimarães. Um clássico, portanto!

Richard Dawkins, "O Espectáculo da Vida: A Prova da Evolução" (Casa das Letras)
(PFS) O último livro do autor de "O Gene Egoísta" e "O Relojoeiro Cego" é mais que um passeio extremamente didáctico por 150 anos de evidências da evolução provenientes de disciplinas científicas diversas. Dawkins inspira nos leitores um encantamento pelo mundo natural e uma vontade de saber mais sobre biologia para poder apreciar em pleno o espectáculo da vida.

Graham Farmelo, "The Strangest Man: The Hidden Life of Paul Dirac, Mystic of the Atom" (Basic Books)
(CF) Uma biografia de um dos mais importantes físicos do século XX, o inglês Paul Dirac, um dos criadores da teoria quântica.
(JB) Deliciosa biografia sobre o físico mais excêntrico, mas dos mais interessantes, da geração da revolução quântica.

Ben Goldacre, "Ciência da Treta" (Bizâncio)
(CF) A pseudociência na área das ciências da saúde desmascarada por um médico que conhece bem o método científico.
(JB) Um médico explica-nos como distinguir a ciência das muitas pseudo-ciências na área da saúde, passando pelos alarmismos fantasmas devidos à má ciência. Um livro de combate.

Timothy Gowers (ed.), "The Princeton Companion to Mathematics" (Princeton University Press)
(JB) Um livro único no seu género, escrito por dezenas de especialistas, que dá uma perspectiva extraordinária sobre toda a Matemática. Ficará como referência durante muitos anos.

Richard Holmes, "The Age of Wonder: How the Romantic Generation Discovered the Beauty and Terror of Science" (Pantheon)
(CF) No ano em que se comemoram os 50 anos da palestra de C. P. Snow sobre as duas culturas, esta obra é um exemplo da união dessas culturas ao relacionar a ciência e a arte do século XIX.
(PFS) A narrativa de Richard Holmes sobre a relação por vezes complicada dos românticos britânicos com a ciência é muito mais do que uma biografia de grupo dos cientistas que marcaram o período, como Joseph Banks, Humphrey Davy ou William Herschel, e a forma como se relacionaram com, por exemplo, Keats, Coleridge, Byron ou os Shelleys. A Idade do Maravilhamento é um apelo ao selar da fissura sem sentido entre as "duas culturas" a que os leitores não resistem.

Bruce Hood, "Supersense: From Superstition to Religion - the Brain Science of Belief" (Constable)
(JB) Um livro cativante, bem-humorado e sério sobre as razões pelas quais pessoas inteligentes podem acreditar em coisas estranhas.

Manjit Kumar, "Quantum: Einstein, Bohr and the Great Debate About the Nature of Reality" (Icon)
(PFS) Manjit Kumar apresenta-nos uma narrativa soberbamente escrita sobre a revolução científica que se transformou no debate intelectual mais aceso do século XX. Kumar consegue com este livro a tarefa que muitos considerariam impossível, explicar quer as questões filosóficas quer as questões históricas subjacentes e situá-las na conjuntura política da época.

David Landes, "A Revolução no Tempo" (Gradiva)
(CF) Do autor de "A Riqueza e a Pobreza das Nações", outra grande obra da autoria do economista de Harvard, que é uma verdadeira história cultural do tempo e dos relógios.

Jason Rosenhouse, "The Monty Hall Problem: The Remarkable Story of Math's Most Contentious Brain Teaser" (Oxford University Press)
(JB) Exploração brilhante das ramificações de um pequeno quebra-cabeças matemático que confunde, por vezes até ao ponto da violência verbal, aqueles a quem é colocado: até Paul Erdös deu a resposta errada.

Eric Roston, "The Carbon Age: How Life's Core Element Has Become Civilization's Greatest Threat" (Walker & Company)
(PFS) Este livro de Roston, contrariamente ao que o título poderia fazer pressupor, não versa (apenas) sobre alterações climáticas mas oferece-nos uma perspectiva do carbono e do seu papel no Universo, na Terra, na vida e na sociedade que conjuga cosmologia, física, química e ecologia. Escrito de forma muito atraente, recorda em alguns excertos o último capítulo da "Tabela Periódica" de Primo Levi ("Sistema Periódico", Gradiva), uma fantasia poética sobre o percurso de um átomo de carbono que passa pelo cérebro do escritor e integra as suas lucubrações num fugaz instante do seu ciclo.

Neil deGrasse Tyson, "The Pluto Files: The Rise and Fall of America's Favorite Planet" (Norton)
(PFS) Este ano foi também o Ano Internacional de Astronomia que assinala o aniversário da primeira observação astronómica realizada por Galileu há 400 anos. No seu último livro, um dos mais conhecidos astrofísicos da actualidade, com a verve e humor que caracterizam todos os seus livros, conjuga cultura popular e investigação state-of-the-art para explicar porque dirigiu o movimento que levou à "despromoção" de Plutão do seu estatuto planetário.

David Sloan Wilson, "A Evolução para Todos: Como a teoria de Darwin pode mudar a nossa forma de pensar na vida" (Gradiva)
(PFS) No ano em que assinalamos o bicentenário do nascimento de Darwin e os 150 anos da publicação d'"A Origem das Espécies", muitos autores elegeram a evolução como tema dos seus livros. Wilson destaca-se pela história fascinante que escreve para o público em geral com um rigor que o recomenda para a comunidade científica.

Fonte :De Rerum Natura
Vivam as bibliotecas vivas!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Livros nos telemóveis


Com a evolução da Intenet, lemos cada vez mais nos ecrãs dos variados aparelhos digitais, dos computadores aos telemóveis.
Alguns artigos relacionados:

La empresa en la Web 2.0 (Tercera edición del libro)
Los lectores de este libro obtendrán claves sobre cómo utilizar las nuevas tecnologías sociales (blogs, wikis, podcast, videos, redes sociales, etc.) para mejorar el rendimiento de su empresa.

Libros en iPhone
El libro "La empresa en la Web 2.0" forma parte de una iniciativa de comercialización de 20 libros a través de la plataforma de distribución iTunes.

El precio de la dependencia en Google
Para entender correctamente la operación de Murdoch - Microsoft debemos analizar su actual grado de dependencia de Google.

Lectura en móviles
El sector del libro andaluz (editoriales, librerías y bibliotecas) ha entendido que debe testar nuevas herramientas y enfoques en sus campañas de fomento de la lectura si quiere atraer el interés de los lectores más jóvenes.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Conversa sobre blogues, twitters e companhia


A Biblioteca da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa promove o evento Fronteiras 2010 - Grandes conversas, com uma sessão sobre blogues e o Twitter. O evento integra-se nas "conversas na biblioteca" e decorrerá no dia 13 de Janeiro, às14h00.
Na conversa sobre "Blogosfera, twiters e Co." participam:
Pedro Rolo Duarte http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt
Pedro Príncipe http://ratodebiblioteca.blogspot.com
Ludwig Krippahl http://ktreta.blogspot.com
Luísa Alvim http://vivabibliotecaviva.blogspot.com

Vivam bibliotecas vivas!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Homenagem Henrique Barreto Nunes


As associações cívicas e culturais ASPA, Associação Cultural Sá de Miranda e a Velha-a-Branca promovem, no próximo dia 8 de Janeiro, no Mosteiro de Tibães, um jantar de homenagem ao ex-director da Biblioteca Pública de Braga, Henrique Barreto Nunes. Com este jantar e respectivo programa cultural, as associações referidas pretendem evocar e celebrar as causas de sempre de um homem que é um exemplo de luta constante pela afirmação cívica, cultural e democrática da cidade de Braga.

As inscrições devem ser efectuadas num dos seguintes locais:
- durante o dia - Livraria Centésima Página (Av. Central, 118-120)
- à noite - Velha-a-Branca (Largo da Senhora-a-Branca, 23)

mais informações
.e-mail - homenagemhbn@gmail.com
.blogue - henriquebarretonunes.blogspot.com
.telefone - 917 642 367

Nenhuma causa cívica é indiferente a Henrique Barreto Nunes. Ao longo dos últimos 35 anos, ele esteve presente em todas as formas de expressão colectiva que na sociedade bracarense se orientaram para a celebração e enraizamento da vida democrática, para a construção de uma identidade colectiva bem firmada no respeito escrupuloso da memória, mas aberta, livre e cosmopolita, e para a promoção da leitura e da cultura como espaços de revelação e de encontro dos homens e mulheres consigo próprios.

Profundamente confiante nos horizontes de futuro que o 25 de Abril abriu, Henrique Barreto Nunes sempre acreditou que a convivência colectiva numa sociedade livre deve assentar no reconhecimento das raízes comuns. O seu trajecto pessoal, profissional e cívico balizou-se pela combinação exigente entre a procura das bases da memória que edificam as identidades colectivas e a aposta nos caminhos inovantes que só o pensamento crítico e criativo enuncia.

Integrante das primeiras equipas que fizeram as escavações da Bracara Augusta, é um dos fundadores da ASPA e, ao longo dos anos, sempre com esta organização cívica, um dos principais responsáveis pela preservação do que resta da cidade romana, pela aquisição pelo Estado e a recuperação do Mosteiro de Tibães, pela salvaguarda de tantos edifícios, espaços, testemunhos artísticos, arquivos fotográficos e outros bens patrimoniais que, de outra forma, estariam destruídos ou descaracterizados. Nas batalhas ganhas e também nas perdidas, ajudou a enraizar a consciência comum de que não há poder ou interesse que possa legitimamente sobrepor-se à defesa do que é património de todos e que, por isso, a todos compete preservar.

Bibliotecário, dirigiu durante décadas a Biblioteca Pública de Braga e, mais recentemente, o Arquivo Distrital e contribuiu, como ninguém, para implantar um sistema de leitura pública no país, para inovar os modos de organização do serviço público de bibliotecas e, no quadro das suas responsabilidades como quadro superior da Universidade do Minho e do seu Conselho Cultural, para a criação da nova biblioteca pública de Braga, a Lúcio Craveiro da Silva.

Homem de cultura, apadrinhou a publicação de dezenas de livros, promoveu debates, exposições, colóquios, tertúlias sobre acontecimentos, pessoas ou efemérides marcantes, apresentou inúmeras publicações, dirigiu e dirige revistas como a Mínia, ajudou a nascer e consolidar projectos culturais e artísticos como o Sindicato da Poesia.

Escritor e publicista, encontra nas palavras que escreve ou que profere a medida justa de um pensamento atento ao fluir do mundo, rigoroso na denúncia com que os interesses cúpidos desfiguram o rosto da cidade e obstruem a possibilidade do bem-estar colectivo, insaciável na sugestão de novas possibilidades de descoberta e fruição da beleza e da verdade.
Homem de convicções democráticas profundas, cimentadas, bem antes do 25 de Abril, desde o tempo das lutas estudantis de 1969 em Coimbra, em todos os momentos em que a revitalização da democracia encontra uma oportunidade de mobilização e de combate encontra o Henrique na sua primeira fila.

No momento em que o Henrique Barreto Nunes deixa a sua actividade profissional na Biblioteca Pública e no Arquivo Distrital de Braga, as associações cívicas e culturais ASPA, Associação Cultural Sá de Miranda e a Velha-a-Branca - estaleiro cultural, decidiram homenageá-lo. O Henrique não precisa de reconhecimento ou de lisonjas. O primeiro já o tem e a segunda dispensa-as a sua humildade genuína, que é um traço de carácter de quem é grande. Mas as suas causas de sempre precisam de ser celebradas e evocadas. E prosseguidas. Ninguém nesta cidade as corporiza melhor. É verdade, nenhuma lhe é indiferente. Esta homenagem é uma forma simples de dizer que, com Henrique Barreto Nunes, nos sentimos mais fortes, mais cultos, mais íntegros e mais solidários.

A Comissão Organizadora: ASPA, ASSOCIAÇÃO CULTURAL SÁ DE MIRANDA e VELHA-A-BRANCA - ESTALEIRO CULTURAL
Vivam as bibliotecas vivas!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Desejo um Santo Natal

O Natal não é ornamento: é fermento
É um impulso divino que irrompe pelo interior da história

Uma expectativa de semente lançada
Um alvoroço que nos acorda
para a dicção surpreendente que Deus faz
da nossa humanidade

O Natal não é ornamento: é fermento
Dentro de nós recria, amplia, expande

O Natal não se confunde com o tráfico sonolento dos símbolos
nem se deixa aprisionar ao consumismo sonoro de ocasião
A simplicidade que nos propõe
não é o simplismo ágil das frases-feitas
Os gestos que melhor o desenham
não são os da coreografia previsível das convenções

O Natal não é ornamento: é movimento
Teremos sempre de caminhar para o encontrar!

Entre a noite e o dia
Entre a tarefa e o dom
Entre o nosso conhecimento e o nosso desejo
Entre a palavra e o silêncio que buscamos
Uma estrela nos guiará

José Tolentino Mendonça

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Novidades do 10º Congresso BAD

Encontra-se já disponível no sítio da BAD, em http://www.apbad.pt/10CongressoBAD/Programa.htm, a lista de comunicações, pósteres e painéis que foram aceites pelo Conselho Científico para integrarem o programa do 10º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas.

O programa provisório do Congresso, apresentando as sessões que o irão integrar e o conteúdo de cada sessão, será divulgado até final de Janeiro.

Vivam as bibliotecas vivas!

Biblioteca Escolar de Campo Maior

Existem centenas de escolas por todo o Portugal, de vários níveis de ensino, a realizarem um excelente trabalho nas bibliotecas escolares. Este exemplo que aqui deixo, a biblioteca Escolar de Campo Maior, dinamizada pela Elisabete Fiel, que esteve presente no Congresso Internacional Bibliotecas para a Vida, em Évora, com a comunicação:
@Ler e a Ler – Ecologias da leitura para todos os gostos


«Como se faz um leitor? Ou melhor como se recupera um leitor e optimiza os que já sentem o apelo pela leitura? Estas questões são cruciais para qualquer professor ou para qualquer professor que desempenhe a função de Coordenador de uma Biblioteca Escolar. Num mundo de mudanças constantes resolvemos encetar algumas leituras que nos poderiam ajudar a encontrar soluções ou pelo menos a entender qual seria o futuro das Bibliotecas, dos leitores e das novas tecnologias.
O ano lectivo de 2008/09 foi marcado por várias formas de promoção da leitura… em diferentes ecologias…para «Todos os Gostos».

www.minerva.uevora.pt/bib-es-campo-maior/ - o sitio na net, que tem eventos, sugestões de leitura, ajuda aos utilizadores, sobretudo no campo da literacia.

http://biblioteca-escm.blogspot.com/ - blog – um blog com sugestões de leitura e eventos…

http://bemaior.wordpress.com/ - «espécie de biblioteca digital…» - obras em português, reunidas, neste blog para os leitores não se perderem…

http://www.radiocampomaior.com
/ - 18:30, hora portuguesa, 5ªf – programa da rádio - «Leitura a Metro»

Vivam as bibliotecas vivas.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Goo.gl: o encurtador de endereços da google

A Google lançou ontem, dia 14, o seu próprio encurtador de URL, o goo.gl. Trata-se de um encurtador destinado exclusivamente aos serviços que a empresa proporciona, nomeadamente a Google Toolbar e o FeedBurner. Isto é: não pode, por agora, ser usado por si só, está acoplado aqueles serviços, mas em função do seu êxito poderá vir a estabelecer-se como stand alone, competindo com os muitos serviços do género.

As razões desta novidade estão expressas no blog da Google: “Pensamos que as pessoas que usam a Toolbar e o FeedBurner vão beneficiar de um encurtador que é facilmente acessível, tornando mais rápidas e fáceis as tarefas de partilhar, publicar e enviar os links por mail“.

Os benefícios do goo.gl, na pespectiva da Google:
* Estabilidade: a infraestrutura multi-datacenter, escalável da Google proporciona um seriço contínuo e de confiança aos utilizadores
* Segurança: a exemplo das pesquisas, os encurtadores de URL são automaticamente verificados para detectar sites que contenham código malicioso, e aisados os utilizadores quando o seu short URL aponte para algum desss sites
* Velocidade: na Google

Paulo Querido
Fonte: diário 2.com

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Enclave Editores - BNE


Desde el día 15 de diciembre, está disponible en la Biblioteca Digital Hispánica la primera colección de obras digitales sujetas a derechos de autor. Ver colección de obras aquí.
ENCLAVE Editores-BNE es un proyecto de investigación e innovación que está promovido conjuntamente por la Biblioteca Nacional de España y la Federación de Gremios de Editores de España. La creación de este centro del conocimiento ha recibido una subvención del Ministerio de Industria, Turismo y Comercio en el marco del Plan Avanza.

ENCLAVE Editores-BNE tiene como objetivo definir y desarrollar modelos de integración de contenidos sujetos a derechos de autor en bibliotecas digitales. Se constituye como un centro de referencia para las bibliotecas que deseen ofrecer servicios de este tipo. En la primera etapa del proyecto, se han sumado 90 editoriales, que integrarán 1.300 libros. Además, se cuenta con la colaboración de algunas de las empresas de distribución electrónica más representativas del sector, así como con la asesoría técnica de los proyectos europeos más destacados en esta materia.

ENCLAVE Editores-BNE permite las búsquedas habituales en entornos bibliotecarios basadas en los campos de título, autor, materias, fecha, etc. además de las búsquedas mediante términos que figuran en el texto de la obra. En los resultados ofrecidos, el usuario dispone de una ficha con los datos bibliográficos completos así como la imagen de la cubierta, un resumen, el sumario y un fragmento.
Asimismo, desde la ficha de una obra sujeta a derechos, el usuario podrá acceder a un entorno gestionado exclusivamente por la editorial (o por la entidad especializada en quien ésta delegue), donde se podrá hojear y comprar la obra de acuerdo a las condiciones comerciales establecidas por cada editorial.
En todo caso, las editoriales que se sumen al proyecto serán las únicas responsables de la gestión comercial de las obras integradas en ENCLAVE Editores-BNE.


En la implantación técnica del proyecto, DILVE actúa como suministrador centralizado de los datos bibliográficos, así como de los contenidos ricos de las obras (imagen de cubierta, resumen, sumario)
Emplear DILVE como plataforma intermediaria simplifica las tareas de gestión de la información tanto al editor como a los servicios técnicos de la BNE.
ENCLAVE Editores-BNE forma parte de la apuesta de la Biblioteca Nacional por la tecnología como instrumento para facilitar el acceso de los ciudadanos a la información, a la cultura, a la educación. Pero, además, impulsará la creatividad y la innovación de todos los agentes implicados en la cadena de valor del libro en relación con la sociedad de la información.

Más información en:

www.dilve.es/enclave

www.bne.es/es/enclave
Dirección de Proyecto
:
Federación de Gremios de Editores de España
Biblioteca Nacional de España

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Exposição Prémio Nacional de Ilustração


Com o objectivo de promover a leitura entre os mais novos, o Ministério da Cultura, através da DGLB, e em colaboração com a Associação Portuguesa para a Promoção da Literatura Infantil e Juvenil, atribui o Prémio Nacional de Ilustração, que pretende incentivar o trabalho de artistas no domínio da ilustração de livros para crianças em Portugal.
Na Biblioteca Pública de Évora está patente a exposição Prémio Nacional de Ilustração 2008, dedicada às ilustrações dos vencedores, na qual destaco o trabalho de Madalena Matoso, que ganhou o primeiro prémio, com o livro "A Charada da Bicharada", texto de Alice Veira, da Texto Editores.


Vivam as bibliotecas vivas.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Digitalização de livros e redes sociais


Dosdoce.com a Ediciona acabam de publicar os resultados da segunda edição do estudo:
“Digitalización del libro y uso de las redes sociales en el sector editorial”.


Este estudo anual tem como objectivo analisar o estado de opinião do sector editorial espanhol perante os desafios de la digitalização e da presença do sector nas redes sociais.

Vivam as bibliotecas vivas.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

EPUB


EPUB– é um novo modelo de livro digital em código aberto criado pelo International Digital Publishing Forum (IDPF).
É baseado em XML e apoiado pela maioria das empresas do sector da publicação. Os conteúdos adaptam-se automaticamente ao écran, sendo esta a grande vantagem em relação a outros dispositivos como o telemóvel.
Para ler livros digitais em formato EPUB (extensão .epub. ) num computador requer um programa especial que passa por descarregar e instalar o software gratuito Adobe® Digital Editions no nosso PC, ou outro dispositivo móvel.
O software permite gerir livros electrónicos e outras publicações digitais, que podem ser lidos, em vez do formato pdf, em formato EPUB (em Google Books obtemos milhões de livros que estão em domínio público).

Vivam as bibliotecas vivas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Re-Inventing the Library. The challenges of the new information environment

The 39th LIBER Annual General conference will be organised by the State and University Library, Aarhus (Denmark), 29 June-2 July 2010
LIBER, the Association of European Research Libraries, invites papers and posters for its 2010 Conference on the theme of “Re-Inventing the Library. The challenges of the new information environment”.

1. The Library in the context of e-Science: including topics such as
  • integration of library services in virtual research and education environments
  • libraries in new research and education workflows
  • support from the Library for data-producers
  • content acquisition
  • annotations, recommendations
  • E-Science and digital repositories
  • Open Access to scholarly information and data sharing
  • collecting, giving access to, sharing and preserving primary data
  • managing enhanced publications
  • discovery and visualisation tools for exposing data
  • co-ordination of repositories
2. The Library in the context of e-Education: including topics such as
  • e-textbooks
  • successful models for information literacy programmes
  • new information literacies
  • outreach to new communities e.g. schools
  • case studies on delivering digital readings
  • physical and virtual learning spaces
  • analysis of user behaviour
3. Making collections digitally available: including topics such as
  • strategies for systematic and mass digitisation of library collections
  • public-private partnerships in digitisation activities
  • integration of e-books into research and education
  • managing collections of grey literature
  • digital curation
  • selection criteria of data for digital preservation and curation
  • on-demand collection development
  • making library collections visible through search engines
  • library collections and the semantic web
  • integrating library collections into commercial services (e.g. Amazon.com, Google Books etc.)
4. Library Management: including topics such as
  • advocating the role of libraries in research institutions
  • evidence-based library management or how libraries establish a culture of assessment, collecting qualitative and quantitative data for decision-making
  • aggregation of library statistics and performance measures on a European level
  • developing sustainable library services in difficult financial times
  • organisational implications of E-Science and E-Research
  • replacing traditional library services with new services
  • developing a skilled workforce, re-skilling
  • new organisational structures
  • consequences of evidence-based library management on the profiles in libraries
Submissions are invited which consist of:
- Research papers presenting theoretical solutions, but with a clear illustration on how these solutions can be applied in libraries
- Position papers presenting opinions on some aspect of practice, or describing work that is still in progress, but sufficiently mature to warrant attention
- Experiences and case studies specifying requirements, challenges, or opportunities
- Best practices

Every author who submits his/her abstract for the LIBER Annual Conference will automatically apply for the LIBER Award for Library Leadership. The LIBER Award honours the three abstracts which best describe an achievement in the overall theme of the Annual Conference. The prize consists of the opportunity to present your paper at the LIBER Annual Conference 2010 in Aarhus, Denmark, free registration, plus travelling expenses and accommodation. The LIBER Award for Library Leadership was instituted by LIBER, with generous support from Elsevier.

LIBER libraries have created the Annual Conference Fund in order to stimulate participation from the following countries: Albania, Bosnia & Herzegovina, Bulgaria, Croatia, Cyprus, Greece, Macedonia, Moldova, Montenegro, Portugal, Romania, Serbia, Slovenia, Spain, Turkey and Ukraine.
For more information and for submission of the abstracts of your papers and posters

Vivam as bibliotecas vivas.

sábado, 5 de dezembro de 2009

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Data Grama Zero Outubro

O DataGramaZero de Outubro de 2009 está disponível:

1 - Bibliografia sobre o fluxo do documento na biblioteca digital
Murilo Bastos da Cunha

Resumo: Bibliografia internacional seletiva e anotada sobre as principais fontes de informação relacionadas com o fluxo do documento na biblioteca digital. Os tópicos cobertos são: definições da biblioteca digital, projeto e arquitetura da biblioteca digital, normas e padrões, digitalização, desenvolvimento de coleções, controle bibliográfico, preservação digital, acesso à informação, referência digital, aspectos jurídicos, aspectos econômicos, usuários e avaliação.

2 - Experiencia inovadora do CanalCiência;instrumento pedagógico para aproximar ciência e sociedade, conhecimento e informação
Lena Vania Ribeiro Pinheiro e Márcia Rocha da Silva e Sonia Burnier de Souza e Flávia Rubenia da Silva Barros e Claudia Bucceroni Guerra

Resumo: Origem, concepção e análise de um dos instrumentos pedagógicos do CanalCiência, portal de divulgação científica do IBICT, criado em 2002. O Guia apresenta o objetivo: de divulgação científica e de competência em informação (information literacy). As pesquisas indexadas no CanalCiência têm seus textos reescritos em linguagem não-especializada para seu fácil entendimento pelo público em geral.Outro objetivo corresponde às novas habilidades necessárias para o acesso e uso correto de informações na Internet, bem como à capacidade de reconhecer aquelas que são consistentes e legítimas.

3 - Uma Visão Geral de Metodologias para Desenvolvimento de Sistemas Baseados em Conhecimento
Maria Madalena Dias e Roberto Carlos dos Santos Pacheco

Resumo: O desenvolvimento de qualquer sistema computacional exige o uso de uma metodologia que guie todo o processo e provê o desenvolvedor de modelos e outras formas de representação que sirvam tanto para a documentação quanto para facilitar a manutenção do sistema. Aliado a esse fato, deve-se considerar a complexidade de sistemas baseados em conhecimento e a alta dependência de especialistas de domínio. A complexidade vai desde a aquisição ou elucidação do conhecimento até a sua representação e distribuição

4 - Movimentos sociais, informação e mediação: uma visão dialética das negociações de sentido e poder
Alcenir Soares dos Reis e Ana Amélia Lage Martins

Resumo: Os movimentos sociais que emergem nas sociedades complexas são protagonizados por um ator coletivo descentralizado que, a partir de novas práticas, tem tematizado, na cena pública, conflitos decorrentes de diferentes esferas da vida individual e coletiva. Partindo de uma perspectiva social das dinâmicas informacionais, discute-se o papel da informação e da mediação como baluartes das práticas de mobilização social, destacando que estas dinâmicas são caracterizadas, sobretudo, pelas tensões, contradições e relações de poder.

5 - Ontologias e Unified Modeling Language: uma abordagem para representação de domínios de conhecimento
Eliana Antonia Demarques e Renato Rocha Souza e Gercina A. B. de Oliveira Lima

Resumo Destaca o uso da Unified Modeling Language, UML na especificação de modelos baseados em ontologias na representação de domínios de conhecimento, enfatizando a importância da semântica e do tratamento da linguagem padronizada para que o conhecimento do domínio possa ser organizado e compartilhado. Finalmente, este artigo tem como objetivo estabelecer uma conexão entre as temáticas: modelagem orientada a objetos e ontologias.

Vivam as bibliotecas vivas.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

OPACs para telemóveis ou mopacs



Así debemos preocuparnos por aplicaciones como WPTouch que uso en este blog por ejemplo, para dectectar si el sitio es visitado desde un iPod y modifica la interfaz para que sea más fácil navegarlo; aunque en este caso habría que pensar en un plugin similar para catálogos bibliográficos (OPACs) como PMB y pensar en cosas como el limitado uso de javascript, flash o algunos formatos de video como escribe Natalia Arroyo en su artículo o como indica ella, si usamos hrramientas como Skweezer.com o crear un CSS que muestre una interfaz mucho más liviana para los visitantes de este tipo de dispositivos y transforme nuestros OPACs en mOPACS (mobile OPACs).

Fonte: blogue Hiperterminal
Vivam as bibliotecas vivas.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Web 3.0


"O nome já diz tudo. “Internet das coisas” é aquela que irá se conectar a objetcos físicos: de um talão de cheques a uma bicicleta. A transição para a web 3.0 cobrirá toda a infra-estrutura necessária (hardware, software e serviços) para suportar esta rede de conexão de objetos. Em outubro do ano passado a Comissão Européia lançou uma consulta pública que propunha ações para que a região lidere esta “passagem”. As previsões da Europa são de que as primeiras soluções estarão no mercado em cinco anos. Esta conexão de objetos permite que eles próprios tenham um papel ativo no processo de informação, já que além de fazerem a troca de dados, terão a capacidade de comportarem sua identidade, com as propriedades físicas e informação sobre o ambiente. Será possível, por exemplo, o uso de sensores para o controle de energia e temperatura nas residências, ou a captação de informações sobre os produtos em exposição nas lojas. Do ponto de vista sociológico, o uso de objetos com essas características possibilita a redução de uma visão inicial e preconceituosa que “divide” o mundo em ambiente real e virtual, segundo o professor. Para ele, ao tornarmos os objetos mais “clicáveis” estaremos tornando a idéia de rede de dados menos submissa às lógicas de um aparelho preso à mesa, ou mesmo a dispositivos móveis convencionais. “A idéia apressada de entender a internet como potencializadora do isolamento e do individualismo ficará ainda mais relativizada. Por outro lado, há sim que se ter uma preocupação com o quanto que esse processo tensiona o campo das privacidades individuais e/ou coletivas. A internet foi fundada na dicotomia entre liberdade e proteção e parece que a cada nova "onda" de soluções advindas dela, essa lógica ou dicotomia se renova”. A “internet das coisas” permite, ainda, uma integração entre objetos, fazendo com que eles “saibam” a localização uns dos outros e se comuniquem. Ainda é prematuro tecer afirmativas definitivas sobre como essa prática pode modificar nosso cotidiano, mas a primeira idéia a ser pensada é a de que passaremos a visualizar o espaço e os objetos ao nosso redor com um conjunto de lentes distintas que poderão ser usadas isoladamente ou em conjunto. “Por exemplo: ao dotar um parque com diversos dados (histórico das manifestações que ali já ocorreram) passamos a passear por um território informacional e, eventualmente, poderemos não apenas "ler" os dados previamente colocados ali ligados a serviços, mas quem sabe acrescentar nossas próprias narrativas das cidades (imagens, histórias)”.
Fonte:IHU