quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations


O livro recente de Clay Shirky Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations Um exame sobre como as novas formas de interação social trazidas pela tecnologia estão a mudar a forma como os homens formam grupos e existem dentro deles, com profundos efeitos económicos e sociais- tanto para o bem como para o mal. Um punhado de entusiastas em papagaios espalhados à volta do mundo a encontram-se em linha e colaboraram na melhoria da concepção de papagaios. Um professor de História do Médio Oriente começa um blogue após o 11 de setembro, que se torna uma leitura essencial para os jornalistas que cobrem a guerra no Iraque. Ativistas usam a Internet e e-mail para trazerem comentários ofensivos feitos por Trent Lott e Imus Don a público e vão ser perseguidos por estas suas posições. 

Algumas pessoas acham que uma enciclopédia on-line criada inteiramente por voluntários e aberta para edição por qualquer um, um wiki, não é uma idéia impraticável. Um grupo amplo de pessoas não relacionadas centram-se num site sobre o roubo de um telemóvel e, finalmente, incitam a polícia de Nova York para agir, levando à prisão do culpado. Com a aceleração da velocidade, as novas tecnologias das redes sociais estão a evoluir, e nós evoluímos em novos grupos fazendo coisas, de novas maneiras. Não é preciso ter uma página no MySpace para saber que os tempos estão a mudar. 

 Um dos  maiores investigadores da cultura do poder da transformação das novas formas de tecnologia que facilitam a interação social é Clay Shirky, e o livro Here Comes Everybody é um bom exemplo desta investigação. Como Lawrence Lessig sobre o efeito da nova tecnologia em regimes de criação cultural, a avaliação de Shirky sobre o impacto das novas tecnologias sobre a natureza e a utilização de grupos é   lúcida e penetrante, que integra os pontos de vista de uma série de outros pensadores através de uma ampla gama de disciplinas e fornece uma estrutura holística para entender as oportunidades e as ameaças à ordem existente que estas novas redes espontâneas de interação social representam. Wikinomics, sim, mas também wikigovernment, wikiculture, grupo de interesse wikievery imagináveis. Uma revolução na organização social começou, e Clay Shirky é o seu cronista brilhante.

Blogue Clay Shirky

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Workshop sobre Fotografia "O Rossio na rua da Betesga"





 17 outubro, na Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian


A 1 dia do 11º Congresso Nacional BAD realizarm-se muitas visitas técnicas e workshops temáticos com cerca de 200 participantes.
Tive o privilégio de participar na Workshop do Luís Pavão e Margarida Rodrigues, que fizeram uma introdução à conservação e preservação de coleções fotográficas.
Depois de uma introdução às caraterísticas das coleções fotográficas, brevemente aprendemos a reconhecer os suportes, identificação de processos fotográficos, partes constituintes da fotografias, e por fim as formas de deterioração, causas da deterioração, conservação, como fazer o inventário e um plano de preservação.

Ou melhor como o Rossio cabe na rua da Betesga!!!!! 
Tanta informação só numa tarde, ainda com visita às câmaras frigoríficas de conservação de documentos da FCG e à pérola chamada "desumidificador químico"!
Aprendi hoje muita coisa e esta expressão lisboeta!
Vivam as bibliotecas vivas!


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

100 anos da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco

 
A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco (V.N. Famalicão) faz 100 anos no dia 5 outubro. 100 anos é muito tempo. Estive 11 anos da minha vida ao serviço daquela comunidade. Era a minha 2ª casa. Os meus 3 filhos foram educados dentro da biblioteca e lá fiz grandes amizades. O blogue Viva Biblioteca Viva, que se tornou tão popular, nasceu no seio da biblioteca e por causa dela. Para a tornar Viva. Ela continua. Podem-nos tirar tudo, dizia a Maria José Moura mas ficarão para sempre os afetos. 
Parabéns a todos os que lá passaram e aos que ainda lá estão: Fernanda Ribeiro, Isabel Maria Rocha Sousa, Manuela Barreto Nunes, Maria João Sampaio, Fátima Magalhães, Glória Pimenta, Luis Silva, Rosa Ribeiro, Hilário Pereira, Cristina Oliveira, Marco Torrinha, Vitória Triães, Emília Rodrigues, Margarida Machado, Venâncio Silva, e muitos mais. 
Viva Biblioteca Viva!


sábado, 15 de setembro de 2012

23 Things : comunicação de Michael Stephens IFLA 2012


Michael Stephens

Abstract:
August 2012 marks the six year anniversary of the debut of Learning 2.0, also known as
23 Things,” a professional development program that aims to educate library personnel
bout emerging information technology and foster the confidence they need to explore its
use in the workplace. Utilizing the theory of transformative learning by Mezirow and
other literature concerning adult learning and professional development as a framework,
this paper will report on recent research into the efficacy and impact of the program on
library staff. Surveys and focus groups completed as part of a joint research project with
CAVAL in Australia and Dr. Michael Stephens form the basis for this paper which is
supplemented with ongoing analysis of new data from follow up studies. The analysis
has yielded the following thematic areas of impact and effect: personal practice is
enhanced with knowledge and confidence; impact is mainly personal, but organizational
changes may follow; libraries are using the tools to varying degrees of success, and
organizational blocks prevent use of tools. These findings offer evidence that Learning
2.0 programs can have a positive effect on library staff and their confidence and ability
to use IT and subsequently on the organization itself.

aqui os slides

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O que significa biblioteca eletrónica para os utilizadores das bibliotecas públicas

Sessão 182 IFLA 2012: What does the e-library mean for the public library users?

Programa e artigos

terça-feira, 11 de setembro de 2012

TING um sistema open source para bibliotecas

Rolf Halpe, Director da Biblioteca de Aarhus (Dinamarca) apresenta "TING – an example of e-library innovation" no congresso IFLA 2012

consultar artigo aqui


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Bibliotecas e sustentabilidade

IFLA 2012 sessão 184  "Libraries inspiring and facilitating change towards sustainability"

Bibliotecas que inspiram e facilitam a mudança para a sustentabilidade!
Programa a consultar:

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Beyond Access


Apresentação da campanha "Beyond Access" durante o congresso IFLA 2012 - sessão 175 Novos caminhos para as bibliotecas públicas em países em desenvolvimento.  
mais de 230.000 bibliotecas públicas em todo o mundo. Mais de 70% delas em países em desenvolvimento e com economias em transição. Muitos desses países sofrem de problemas socioeconómicos. Esta campanha tem como objetivo tornar vetores das bibliotecas públicas a evolução e a  mudança.
Durante o congresso IFLA 2012 foi apresentada por Megan Volk do IREX ONG Global Libraries Ukrania, que enfatizou o facto do desenvolvimento sustentável no século XXI requerer o domínio da informação. Portanto, as bibliotecas públicas podem desempenhar um papel fundamental na aceleração do desenvolvimento.

A introdução feita por Volk foi seguida por apresentações de Vesna Crnkovic, Biblioteca Jagodina Sérvia, Bwato Robinson, Biblioteca Nacional da Zâmbia e Dev Bashu Dhungana, a Associação de Bibliotecas Comunitárias no Nepal.
Todas as apresentações destacaram o facto de que as bibliotecas públicas serem factores de poder: dão esperança, e elas podem ser uma fonte de inspiração para as sociedades à espera de mudança económica ou social.

Documentos a consultar aqui.
Vivam as bibliotecas vivas!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Comentário sobre o artigo "The Decline and Fall of the Library Empire", Steve Coffman, por Nieves Gonzalez

Decadencia y muerte del imperio bibliotecario

Con el título "Decadencia y muerte del imperio bibliotecario" "The Decline and Fall of the Library Empire", Steve Coffman, pionero de los servicios de referencia virtual y vice presidente de Library Systems & Services LLC (LSSI), ha escrito un artículo que todo bibliotecario debería leer y del que me gustaría hacer una reseña y añadirle mis propias reflexiones.
Yo hubiera preferido titular el post "los distintos roles que la biblioteca debe jugar", pero no se puede negar que el título que le ha dado es de lo más sugestivo. 
El artículo en resumen viene a decir que los bibliotecarios nos hemos pasado los últimos 30 años soñando con tener un papel central en la revolución digital que está transformando todo lo que nos rodea, y que algunos de esos sueños no llegaron ni a despegar. 
Entre los proyectos a los que les hemos dedicado ganas y horas, pero que no hemos logrado, Coffman enumera los siguientes:
  • Los directorios web. Hubo un tiempo no muy lejano en el que teníamos planes de catalogar toda la web, incluso existía un proyecto colaborativo de catalogación de recursos online llamado CORC, mediante el cual bibliotecarios distribuidos por todo el mundo, certificarían la bondad de los recursos web y se les asignarían los números de la clasificación de Dewey. 
Realmente si nos paramos a pensar cuantos sitios web existen, las cifras serían desorbitadas, teniendo en cuenta que al dia se crean una media de 150.000 nuevas URLs., ¿cuantos sitios web nos tocarían por bibliotecario y día?.

Esto me recuerda las guias por materias o la selección de recursos de información por áreas temáticas, tareas a las que los bibliotecarios nos hemos entregado afanosamente en los últimos quince años, usando tecnologías a nuestra alcance, pero que hoy dia es difícil de acometer si no se realiza en colaboración con los docentes o expertos en el tema. Y sobre todo dedicándole mucha atención y tiempo. La selección de recursos web por materias y su actualización, es una tarea ingente, que exige mucha dedicación y sobre todo la guía y colaboración de un experto. En caso contrario no resultan útiles y por lo tanto no se usan. ¿Evaluamos el uso de estas guías por materias, en las que seleccionamos recursos web?
  • La Biblioteca 2.0. Según Coffman, y aún reconociendo que quizás sea demasiado pronto para escribir esto, la Biblioteca 2.0 pretende conseguir que los usuarios interactuen con la biblioteca a través de aplicaciones web, comentando y evaluando los recursos del catálogo, a través de las entradas en los muros de Facebook o de Twitter. Sugiere que esto no se está produciendo y que al contrario, conversamos a través de estos medios sociales con nosotros mismos ya que nuestros usuarios están muy ocupados participando en Amazon, LibraryThing, y otros sitios en los que comparten sus anotaciones sobre los libros que leen. En su explicación, toma como ejemplo un libro muy comentado en LibraryThing o Amazon, pero que tan solo ha obtenido un comentario en la Cleveland Public Library, que sirve a una población de 2 millones de personas. El problema no es que a la gente no les guste estas tecnologías, que les gustan, sino que las bibliotecas son instituciones locales que atienden a comunidades reducidas, en las que un pequeño porcentaje de gente acaba interactuándo en el sitio web, por lo que falta la masa crítica que cree una robusta participación e interacción online. Sin embargo, Amazon, tiene como clientes países e incluso el mundo entero. Para él, la Biblioteca 2.0 no ha conseguido sus objetivos. 
De entrada, Coffman reconoce que los usuarios utilizan estos medios sociales para hablar de libros, para compartir e interactuar, y estamos de acuerdo con él, en que los resultados que se esperaban no se han alcanzado. Sin embargo disiento del motivo que da. No creo que la razón sea el tamaño de la población a la que se sirve ni que a mayor población servida, mayor participación. Por esa regla de tres, tan solo las empresas de ámbito nacional o internacional tendrían éxito en la web social. En este caso, la Biblioteca Nacional debería salvarse, ¿no? Es verdad que existe la regla de la participación, la famosa ley del 1/9/90, y eso es lo que debemos esperar de nuestros usuarios, pero siempre que nuestros contenidos enganchen. Existen servicios muy locales como son los bares que atraen a su clientela en el twitter cuando les avanzan las tapas o el menu del dia. El problema no es que sean locales, el problema es que no les estamos ofreciendo a través de estos medios lo que realmente les pueda interesar. Y no es problema únicamente de las bibliotecas, es problema de entender qué quieren nuestros usuarios, qué son los medios sociales y para qué pueden servir, y depende tambien de la cultura de la organización. Definir un plan de marketing en los medios sociales con todos sus pasos, es una tarea pendiente de las empresas, de los negocios, de las instituciones, las organizaciones y tambien de las bibliotecas. 
Como siempre nos pasa a los bibliotecarios, nos lanzamos a lo último que sale al mercado con el ánimo de ofrecer mejores servicios, más adecuados a las necesidades de nuestros usuarios. Pero a mi entender cometemos dos fallos: 

  1. Nos ponemos a probar cada herramienta, cada aplicación, para ver qué utilidad podríamos obtener con ella para nuestros fines, y eso nos lleva a perder mucho tiempo y energia, y sobre todo, a llegar tarde, 
  2. y no conocemos a nuestros usuarios, no sabemos realmente qué es lo que pueden necesitar de la biblioteca, ante tanta oferta de información a su alrededor.
  • Referencia virtual. Es curioso que siendo Coffman, pionero en el movimiento de Referencia Virtual en las bibliotecas, cite este servicio como una de las equivocaciones de las bibliotecas. Para ello se basa en los números, en que no son servicios masivos como tampoco lo es la referencia tradicional, la presencial. Muchas empresas ofrecen respuestas a preguntas de referencia, y continuamente le estamos preguntando a Google, por lo tanto son servicios que las bibliotecas están cerrando por el poco uso que tienen. 
Hace un año participé en unas jornadas con un seminario sobre la referencia virtual, y pude constatar la oferta de este tipo de servicios en las empresas comerciales.  Considero que los servicios a través de la web no sustituyen en principio los servicios tradicionales, no al menos mientras sigan siendo útiles estos últimos. Los teléfonos en las bibliotecas siguen estando aunque no se usen de forma masiva, ya que constituyen una via más de acceso a la información, de conexión con la biblioteca, de acercamiento al usuario. Lo mismo ocurre con estos servicios virtuales de referencia, son un canal más de comunicación. El problema del poco uso es la falta de visibilidad de estos servicios, la falta de promoción. Los usuarios no los conocen y sobre todo, no saben qué respuestas pueden obtener de un bibliotecario. En la Biblioteca de la Universidad de Sevilla, hace ya tres años que se puso en funcionamiento el sistema de chat con el programa LibraryH3lp. Aunque se usa, la difusión de este servicio ha sido muy escasa, si se le preguntara a la comunidad universitaria de Sevilla si lo conoce, nos llevaríamos una gran sorpresa. 
  • La intermediación en las búsquedas. Efectivamente, los que llevamos ya un tiempo en esta profesión, recordamos las búsquedas con lenguajes endemoniados, y muy costosas, que tan solo bibliotecarios iniciados podían llevar a cabo en bases de datos especializadas (Dialog). Esa época pasó y hoy la tecnología convierte en innecesaria la intermediacion del bibliotecario. Para Coffman, "lo que convirtió al bibliotecario en experto cualificado de referencia es que un dia fuimos los únicos que podíamos acceder a conjuntos de datos y grandes colecciones de información desde un solo punto, ya fueran libros o bases de datos, y teníamos la formación y las habilidades para localizarla. Pero ya no somos los únicos. La agregación de información en la web excede ampliamente las colecciones impresas o electrónicas de las bibliotecas". Ahora no son necesarias habilidades para encontrar información, ahora lo que importa es el conocimiento de la materia, el área de conocimiento. La Biblioteca como centro de investigación con bibliotecarios especializados que guardan su secreto, llegó y se fue. No es cierto que la gente nos necesite para encontrar información de calidad, porque, dice Coffman, están muy ocupados probando las nuevas tecnologías. 
En este punto si estoy bastante de acuerdo. Si quieres información de referencia,  te creas alertas en los recursos electrónicos, sigues en twitter a un profesional de prestigio, o te añades a su grupo en su cuenta de Mendeley. Pero creo tambien que los bibliotecarios podemos jugar un papel importante en el uso de estas tecnologías, si nos espabilamos y dejamos de pensar que ese tema no nos compete. 
  • Salas de ordenadores. Los dias en que las bibliotecas van a seguir ofreciendo ordenadores de acceso a Internet están contados, ya que la mayoría de los ciudadanos cuentan con dispositivos de acceso a Internet, móviles o fijos, según dicen los informes. En un mundo donde la ubicuidad gana terreno, es difícil encontrar el papel de la biblioteca. 
Completamente de acuerdo en cuanto a no seguir ofreciendo ordenadores para acceder a la información e Internet.
  • Los eBooks.
  • Muy extensamente, Coffman ilustra y argumenta las razones por las que el negocio de los eBooks no beneficia a las bibliotecas y contribuyen a su desaparición. El uso de los ebooks va en aumento, y está cambiando la forma en la que los libros se producen, venden y leen. El uso de estos libros aumenta en las bibliotecas pero los editores no quieren que las bibliotecas sean parte del negocio de los eBooks, como tampoco quieren que lo sea ninguna iniciativa que pase por el préstamo de los eBooks, como el recientemente lanzado New Kindle Library Lending Program de Amazon. Simon & Schuster, MacMillan, Hachette, y Penguin no van a permitir que sus libros sean prestados por Amazon. Las bibliotecas no son las únicas que prestan y además abundan las ofertas de eBooks a bajos precios y sistemas de suscripción. ¿Qué papel puede jugar la biblioteca en un mercado donde debe negociar las licencias de uso de las colecciones con los proveedores, donde no tiene la propiedad del libro y además en situación de desventaja? Los usuarios pueden encontrar libros de forma gratuita sobre temas minoritarios, o antiguos, sin tener que ir a buscarlos a las bibliotecas, porque Google ya los ha digitalizado, y ofrece 3 millones de libros gratis. Amazon y Barnes & Noble pretenden ofrecer un millón cada uno, más de lo que ofrecen para vender y de lo que puede tener una biblioteca de tipo medio. 
La Biblioteca debe preguntarse y pronto, en qué va a trabajar, ya que según Coffman, determinadas organizaciones están realizando un trabajo mejor que el que los bibliotecarios pueden hacer, para satisfacer las necesidades de información de sus usuarios de forma online. El problema es que las bibliotecas y los bibliotecarios, según Coffman, tienen poco que hacer para remediar esta situación. 
Muchos usuarios e incluso bibliotecarios, prefieren las descripciones de los libros en los catálogos comerciales, que en los catálogos de las bibliotecas. Nuestros usuarios participan y comparten sus gustos literarios en espacios de la web como LibraryThing, Amazon y otras comunidades de la web social. 
Para concluir, Coffman afirma que nuestras aspiraciones han excedido nuestras habilidades, hemos jugado un papel muy importante en la revolución digital, que ha transformado la industria de la información y la edición, en las pasadas décadas. Las bibliotecas han preservado y catalogado colecciones de libros que Google ha escaneado masivamente. Algunas bibliotecas, y esto es una noticia que acabo de leer, como las de Harvard, acaban de poner en abierto 12 millones de registros bibliográficos. 
El sueño de la biblioteca electrónica se hizo realidad pero son otros sus propietarios y los que la gestionan. 
Aún así, quedan muchas incógnitas como qué pasará con el acceso en movimiento, el impacto del móvil en los servicios bibliotecarios, qué pasará con las páginas webs frente a las apps (Aplicaciones móviles)....
Coffman termina con un dilema que suscribo: Quizás deberíamos olvidarnos de la biblioteca electrónica y volver los ojos a la biblioteca física y los libros físicos, o mejor, quizás, tengamos nuevos roles que jugar en el mundo digital o viejos roles pero jugados de forma diferente, en nuevas e innovadoras direcciones.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Boas Férias




Nuvem de palavras a partir do título de todas as propostas aceites (comunicações, posters e painéis) para o próximo 11º congresso BAD.


Boas e grandes férias!
Até setembro :)

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Novidades EU Kids Online

Towards a better internet for children <http://www2.lse.ac.uk/media@lse/research/EUKidsOnline/EU%20Kids%20III/Reports/EUKidsOnlinereportfortheCEOCoalition.pdf> : findings and recommendations from EU Kids Online to inform the CEO coalition (1st June 201

Listen to Sonia Livingstone's presentation <http://www.slideshare.net/sonialivingstone/eu-kids-online-ppt-may-2012-13028427> : 'Understanding the relation between risk and harm: theory, evidence and policy regarding children's internet use'

Book to be published on 18th July <http://www.policypress.co.uk/display.asp?K=9781847428820&sf1=keyword&st1=livingstone&m=2&dc=8>  - Children, risk and safety on the internet: research and policy challenges in comparative perspective

Visit www.eukidsonline.net <http://www.eukidsonline.net/>  for all reports and project information. Please pass on this message to others likely to be interested in our work.

The EU Kids Online network
Project website: http://www.eukidsonline.net/ <https://exchange.lse.ac.uk/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://www.eukidsonline.net/>

Join our mailing list here: http://www.lse.ac.uk/collections/EUKidsOnline/MailingList.htm <http://www.lse.ac.uk/collections/EUKidsOnline/MailingList.htm>

Or have a look at our Facebook group: http://www.facebook.com/pages/EU-Kids-Online/102320089891626 <http://www.facebook.com/pages/EU-Kids-Online/102320089891626>

 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Guia para utilizar Web 2.0 nas bibliotecas

"A Guide to Using Web 2.0 in Libraries." Scottish Library and Information Council (SLIC) vol., n. (2009).  pp.: http://www.slainte.org.uk/files/pdf/web2/Web2GuidelinesFinal.pdf

The Scottish Library and Information Council (SLIC) and the Chartered Institute of Library and Information Professionals in Scotland (CILIPS) support the adoption of new technologies that could enhance the delivery of library services. SLIC and CILIPS have been working with Web2.0 services for over two years now. We believe that the incorporation of services, such as Flickr, Twitter and SlideShare, has enhanced our communication model, enabling us to better support and promote libraries. Although Web2.0 services have been integrated within our organisation, feedback from our members within the Scottish library and information community indicates that considerable barriers to widespread adoption remain. The greatest challenge seems to be access, as many organisations restrict or block the use of Web2.0 or social networking sites, denying staff the opportunity to experiment with these potentially powerful tools.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Estudo sobre redes sociais na Internet 2011



Relatório iab spain research

Ficha técnica
Universo: Indivíduos residentes em Espanha, de 18 a 55 anos.
Âmbito: Espanha
Tamanho a amostra: 966 casos. Erro 3,2%. Nível de confiança  95%, p=q=50%.
Amostra: Aleatória
Datas de trabalho de campo: setembro ‐ outubro  2011.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Livro sobre OPAC 2.0


BENTO, Filipe Manuel dos Santos; DA SILVA, Lídia de Jesus Oliveira L. - Going Beyond the Bibliographic Catalog: The Basis for a New Participatory Scientific Information Discovery and Sharing Model. In: Library Automation and OPAC 2.0: Information Access and Services in the 2.0 Landscape. IGI Global, 2013. ISBN 9781466619128, p. 1-38

Resumo

This chapter exposes some core concepts for an innovative bibliographic information search system model, where not only the document is the point of reference, but to a new extent, the user himself and all his surroundings. Taken as central point is the bibliographic collection of the Library and the “ecosystem” of users and their use of the same, added with, to the extent where it is feasible, information from other sources.

Complete Chapter List:

1.
Going Beyond the Bibliographic Catalog: The Basis for a New Participatory Scientific Information Discovery and Sharing Model (pages 1-38)
Filipe Manuel dos Santos Bento (University of Aveiro, Portugal), Lídia de Jesus Oliveira L. da Silva (University of Aveiro, Portugal) Sample PDF | More details...
2.
Rich and Dynamic Library Catalogs: A Case Study of Online Search Interfaces (pages 39-58)
Jesse Prabawa Gozali (National University of Singapore, Singapore), Min-Yen Kan (National University of Singapore, Singapore) Sample PDF | More details...
3.
XML in Library Cataloging Workflows: Working with Diverse Sources and Metadata Standards (pages 59-72)
Myung-Ja Han (University of Illinois, USA), Christine Cho (Hope College, USA) Sample PDF | More details...
4.
VuFind: Solr Power in the Library (pages 73-99)
Demian Katz (Villanova University, USA), Andrew Nagy (Serials Solutions, USA) Sample PDF | More details...
5.
Does VuFind Meet the Needs of Web 2.0 Users?: A Year After (pages 100-120)
Birong Ho (University of Richmond, USA) Sample PDF | More details...
6.
Quantitative Approach Applied to User Interface of Latin American Web OPACs (pages 121-143)
Elsa Barber (Universidad de Buenos Aires, Argentina), Silvia Pisano (Universidad de Buenos Aires, Argentina), Sandra Romagnoli (Universidad de Buenos Aires, Argentina), Verónica Parsiale (Universidad de Buenos Aires, Argentina), Gabriela de Pedro (Universidad de Buenos Aires, Argentina), Carolina Gregui (Universidad de Buenos Aires, Argentina), Nancy Blanco (Universidad de Buenos Aires, Argentina) Sample PDF | More details...
7.
Intelligent Personal Agents in Library 2.0 Environments: An Assistant Prototype (pages 144-160)
Jesús Tramullas (University of Zaragoza, Spain), Piedad Garrido (University of Zaragoza, Spain) Sample PDF | More details...
8.
Library Analytics on the Web 2.0 Era: Technology Integration Needs and Indicators to Monitor “User Awareness” with Web Analytics Techniques (pages 161-176)
Jorge Serrano-Cobos (Polytechnic University of Valencia, Spain), Alicia Sellés (Polytechnic University of Valencia, Spain), Nuria Lloret (Polytechnic University of Valencia, Spain) Sample PDF | More details...
t
9.
Library 2.0 and Personal Information Management: A Way Forward using Social Networks (pages 177-186)
Elena Corradini (Biblioteca Comunale di Ala, Italy & University of Parma, Italy), Mario Pérez-Montoro (University of Barcelona, Spain) Sample PDF | More details...
10.
Web 2.0 Technology as a Teaching Tool (pages 187-205)
Lara Skelly (University of Cape Town Libraries, South Africa), Jen Eidelman (University of Cape Town Libraries, South Africa), Peter Underwood (University of Cape Town, South Africa)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mestrado em Informação Empresarial

Está aberta a 1ª fase de candidaturas ao Mestrado em Informação Empresarial, da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) do Instituto Politécnico do Porto (IPP).

Para informações sobre o plano de estudos e processo de candidatura ver http://www.eseig.ipp.pt/eseig/index.php/pt/cursos/mestrados/informacao-empresarial

Com uma matriz de Ciência da Informação, e contributos interdisciplinares das Tecnologias e da Gestão, o curso promove o desenvolvimento de competências de gestão da informação aplicáveis em contextos empresariais muito diversificados.

O Mestrado em Informação Empresarial apresenta interesse para estudantes e profissionais de campos muito diversificados.
Destina-se a atuais ou a futuros profissionais das áreas da Ciência da Informação, da Comunicação Organizacional, da Gestão, da Assessoria e Secretariado, da Informática de Gestão, do Marketing e dos Recursos Humanos, entre outras.
Podem candidatar-se detentores do grau de bacharel ou de licenciado de qualquer área científica. São também encorajados a candidatarem-se os interessados que não sejam portadores de grau académico mas que apresentem curriculum e/ou experiência profissional relevante.

O curso irá funcionar em horário pós-laboral, no ano letivo 2012-2013.

O Mestrado dá continuidade à Pós-Graduação em Informação Empresarial, iniciada no ano letivo 2010-2011. Algumas das actividades desenvolvidas durante a duas edições do curso podem ser consultadas no blog http://informacaoempresarial.wordpress.com/

Para qualquer esclarecimento, por favor, enviar e-mail para anaterra@eu.ipp.pt ou servicos.academicos.eseig@eu.ipp.pt

sexta-feira, 6 de abril de 2012

11º Congresso Nacional BAD


18, 19 e 20 de Outubro de 2012 - "Integração, Acesso e Valor Social"
Lisboa | Fundação Calouste Gulbenkian

 11º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas 

“Integração, Acesso e Valor Social

As Bibliotecas e os Arquivos afirmam-se, hoje como no passado, como plataformas privilegiadas para o acesso à informação e ao conhecimento, conjugando uma complexa realidade de fatores humanos, materiais e tecnológicos para um exercício igualitário dos direitos e deveres sociais, cívicos e culturais.
Enquanto organizadores, mediadores e facilitadores de acesso, os profissionais de informação e documentação são o esteio essencial para potenciar o valor social da informação e o alcance estratégico que hoje assumem as tecnologias de informação pela sua capacidade de construir integração.
A gestão de sistemas e redes de informação é uma necessidade fundamental da qual dependem, cada vez mais,  a sustentabilidade e resultados das instituições mas também a relevância e impacto dos serviços de informação que prestam e da permanência do património que gerem.
Em 2012, o 11º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas apresenta-se como um espaço de reflexão e debate sobre o presente e o futuro das bibliotecas e arquivos face a um contexto de condicionalismos e exigências que desafiam conceitos, meios e soluções.

As propostas de comunicações deverão ser apresentadas através de um resumo com 1000 a 1500 palavras, inclusão de 3 a 5 palavras-chave. Resumos que não preencham estas condições não serão considerados.
As propostas de comunicações, integrando título, resumo e informação de contacto do/s autor/es, deverão ser submetidas até 30 de abril de 2012, via sistema de publicações da BAD, em www.bad.pt/publicacoes.

quinta-feira, 29 de março de 2012

VI Encontro CTDI


A disseminação das Tecnologias da Informação e Comunicação, em todas as áreas da ação humana, formatou um contexto com grandes desafios no âmbito da criação, pesquisa, avaliação, seleção, organização e difusão da informação. O perfil de formação e as competências técnicas exigidas aos profissionais tradicionalmente ligados ao tratamento da informação registada (arquivistas, bibliotecários e documentalistas) sofreram alterações profundas para se adaptar ao cenário digital.

Passados dez anos sobre o início da Licenciatura em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (CTDI), criada para responder às exigências desse novo contexto, impõe-se fazer uma reflexão sobre este perfil de formação reconfigurado, com uma abordagem comparativa internacional, considerando as realidades do momento atual e os desafios emergentes.

As organizações e os seus atores precisam de tempo para aceder e usar a informação e não podem desperdiçá-lo procurando essa informação. Os repositórios digitais académicos, de âmbito nacional ou institucional, promovem a concretização deste pressuposto facilitando o acesso à informação científica e técnica. Os catálogos, instrumentos centenários de acesso aos documentos, assumem formas inovadoras e facilitam novos modos de interação com os utilizadores, aperfeiçoando a sua função primordial de localização da informação.

Assim, este VI Encontro CTDI apresenta-se como um fórum de reflexão sobre o papel dos profissionais da informação enquanto motores de mudança, inovação e melhoria no contexto organizacional e social.

09h00 Registo e Distribuição de Documentação
09h30 Sessão de Abertura

10h30 SESSÃO I
10° Aniversário da LCTDI: Reflexão retrospectiva e comparativa

CTDI, união de facto entre antigas e novas tecnologias da informação
Otília Lage
(Universidade Lusófona do Porto; CITCEM - Faculdade de Letras da Universidade do Porto)
Paulo Ferreira
(Instituto Superior de Engenharia do Porto – Departamento de Informática)

CTDI – uma licenciatura adequada a Bolonha e aos desafios da Sociedade de Informação
Maria Inês Peixoto Braga
(Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão – Instituto Politécnico do Porto)

Los estudios de Información y Documentación en España
María del Carmen Agustín-Lacruz
(Universidad de Zaragoza)

11h30 Debate
12h00 Almoço

14h00 SESSÃO II
O Contexto Profissional: Realidades e Desafios

Iniciativa Nacional de Acesso Aberto: Origem, evolução e desafios do RCAAP
João Mendes Moreira
(Fundação para a Computação Científica Nacional)

Repositório Digital e Gestão Documental: caso prático
André Vieira
(Instituto Português de Administração de Marketing)

Serviços de Descoberta e Redes Sociais: os novos "Bibliotecários de Referência"?
Filipe Manuel dos Santos Bento
(Universidade de Aveiro)

CTDI em prospetiva
Ana Lúcia Terra
(Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão – Instituto Politécnico do Porto)

16h20 Debate
16h40 Sessão de Encerramento
17h00 Coffee-end

CTDI Instituto Politécnico do Porto | Vila do Conde

terça-feira, 20 de março de 2012

Workshop Nacional sobre Koha

No dia 20 de Abril de 2012 a KEEP SOLUTIONS irá organizar uma Workshop Nacional sobre o Koha, no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, o qual já utiliza a solução de gestão integrada de bibliotecas Koha desde Abril de 2011. O catálogo bibliográfico do ISCTE-IUL poderá ser consultado em http://catalogo.biblioteca.iscte-iul.pt/.

Objectivos

Esta workshop terá como principal objectivo demonstrar e debater a solução open-source para gestão integrada de bibliotecas - Koha.
Pretende-se, por um lado, apresentar e demonstrar as características e funcionalidades desta solução e, por outro lado, abrir um espaço de partilha de experiências, ideias e sugestões, quer pelo testemunho de representantes de alguns contextos institucionais que já utilizam a solução Koha, quer pelo debate entre todos os participantes.

Destinatários

Esta workshop será orientada a todas as pessoas ligadas a associações e instituições bibliotecárias (bibliotecas universitárias, bibliotecas municipais, bibliotecas escolares, bibliotecas empresariais, etc.) e a todas as pessoas da área que pretendam conhecer em mais detalhe esta solução.

Inscrições

Prazo das inscrições: 13 de Abril de 2012
A participação nesta workshop é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Nos 150 anos das Memórias do Cárcere

O ano de 1862 é, sem dúvida, marcante na literatura camiliana, na medida em que regista não somente a escrita de ‘Amor de Perdição’ como também a edição de ‘Memórias do Cárcere’, texto que exprime a experiência de Camilo Castelo Branco, preso por adultério, na Cadeia da Relação do Porto.
150 anos depois, a Câmara Municipal de Famalicão e a Casa de Camilo organizam, no âmbito da Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012, Oficinas de Leitura, de Escrita e de Cinema com os reclusos do estabelecimento prisional de Guimarães; para que estes possam também, à luz de Camilo, aprender a exprimir, através da criação artística, literária e audiovisual, os seus sentimentos, experiências e memórias.

Este conjunto de actividades, resultará na publicação de um livro e na produção de um documentário; ambos contendo textos, imagens e conteúdos criativos elaborados pelos reclusos.

março
Em março, dá-se início ao projecto; apresentado primeiro aos reclusos, dia 9, no Estabelecimento Prisional de Guimarães; e depois à imprensa, dia 12, na Casa de Camilo. E desde então até meados de abril, o Estabelecimento Prisional de Guimarães receberá convidados ilustres, figuras públicas da sociedade portuguesa que, num ambiente de tertúlia, lerão excertos da obra de Camilo.  

abril
De meados de março a 14 de abril, figuras públicas da sociedade portuguesa, num ambiente de tertúlia, lerão excertos da obra de Camilo Castelo Branco, Memórias do Cárcere. A partir desta data inicia-se uma Oficina de Escrita Criativa com os reclusos.

maio
De 14 de abril a 19 de maio os reclusos receberam formação em Escrita Criativa, com vista a saber recriar literariamente, à luz de Camilo, as suas próprias memórias do cárcere. O período de redação inicia-se a 21 de maio.

junho
Intercalando visitas de estudo à Cadeia da Relação do Porto e à Casa de Camilo, o mês de junho é dedicado na totalidade à criatividade literária dos reclusos do Estabelecimento Prisional de Guimarães que, sob inspiração da obra camiliana, escreverão eles próprios as suas memórias do cárcere.

julho
Para os reclusos do Estabelecimento Prisional de Guimarães, este será o mês do cinema. De dia 2 a dia 27, estes receberão formação na área e serão incentivados a produzir as suas próprias experiências audiovisuais.

outubro
Lançamento, dia 12, na Casa de Camilo, do livro produzido com textos dos reclusos do Estabelecimento Prisional de Guimarães.

novembro
Apresentação pública, dia 12, na Casa de Camilo, do documentário resultante de todo o projeto de interação criativa com os reclusos do Estabelecimento Prisional de Guimarães, a propósito da celebração dos 150 anos de Memórias do Cárcere, de Camilo Castelo Branco.

Fonte: Guimarães 2012

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

II Encontro Nacional de Centros de Documentação de Museus

2 Março
Museu de Cerâmica de Sacavém

9.30 h. – Acolhimento e entrega de documentação
10.00 h. – Abertura do Encontro
Com o Sr. Vice-Presidente da Câmara Municipal de Loures
10.10 h. – Apresentação dos objetivos do II Encontro Nacional de Centros de Documentação de Museus.
Conceição Serôdio e Margarida Amaral, Centros de Documentação da Área de Museus e Galerias da Câmara Municipal de Loures
10.20 h. – Bibliotecas e Museus em tempo de mudança: o caso da Biblioteca Central do Instituto dos Museus e da Conservação
Rui Ferreira da Silva, Chefe da Divisão de Documentação e Divulgação/IMC
10.40 h – Os Arquivos enquanto Coleção dos Museus
Diogo Gaspar, Diretor do Museu da Presidência da República
11.00 h. – Inovação e responsabilidade nos Centros de Documentação.
Alfredo Caldeira, Diretor do Arquivo e Biblioteca da Fundação Mário Soares
11.20 h. – Pausa para café
11.40 h. – Do Museu para o resto do mundo: perspetivas e práticas da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian.
Eunice Silva Pinto, Responsável pelo Processamento Bibliográfico da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian
Jorge Resende, Responsável pela Gestão de Coleções e Serviço ao Público da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian
Paulo Leitão, Responsável pela Gestão dos Sistemas de Informação da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian
12.00 h. – Memória da Cultura e a Cultura da Memória: o caso do Memorial Noronhense- Espaço Américo Vespúcio, na Ilha de Fernando de Noronha, Brasil.
Grazielle Rodrigues de Nascimento, Coordenadora do Grupo de Pesquisa.
12.20 h. – Da Missão Histórico-pedagógica dos Museus.
Justino Magalhães, Professor Catedrático do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa
12.40 h. – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas
Maria José Moura, Vice-Presidente
12.50 h. – Debate
13.00 h. – Almoço
14.20 h. – O Centro de Documentação e Arquivo Histórico do Museu de Portimão – uma relação de proximidade entre o documento e a peça.
José Gameiro, Diretor do Museu de Portimão
14.40 h. – Entre o Museu e a Comunidade: perspetivas de trabalho do Centro de Documentação e Informação do Ecomuseu Municipal do Seixal.
Fernanda Ferreira Serrano, Coordenadora do Centro de Documentação e Informação do Ecomuseu Municipal do Seixal
15.00 h. – O Centro de Documentação/Arquivo Histórico do Museu de Lanifícios da UBI e a salvaguarda do património documental sobre a indústria dos lanifícios.
Helena Correia, Coordenadora do Centro de Documentação/ Arquivo Histórico do Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior
15.20 h. – Caraterísticas e especificidades de um Centro de Documentação sobre um Movimento Cultural [Museu do Neo-Realismo].
Maria Odete da Costa Belo, Responsável pelo Centro de Documentação do Museu do Neo-Realismo
15.40 h. – Pausa para café
16.00h.  – A Biblioteca de Arqueologia do IGESPAR e a produção de conhecimento arqueológico em Portugal.
Fernanda Torquato, Coordenadora da Biblioteca de Arqueologia do IGESPAR
16.20h.  – O Centro de Documentação da Fundação Portuguesa das Comunicações
José Luís A. Vilela, Diretor do Centro de Documentação e Informação da Fundação Portuguesa das Comunicações
O inventário do património Museológico da Fundação Portuguesa das Comunicações.
Fernando Moura, Diretor do Património Museológico da Fundação Portuguesa das Comunicações
16.50h.  – Debate
17.00h.  – Conclusões e Encerramento
Com o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Loures