Mostrar mensagens com a etiqueta Tecnologias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tecnologias. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Bibliotecários estão contra SOPA ?


Tem havido grande oposição a este projeto lei SOPA (Stop Online Piracy Act) da Câmara dos representantes EUA, que irá permitir aos detentores de direitos de autor controlar e limitar o tráfego online de tráfego protegido. Isto irá afetar também outros países, favorecer as empresas que gerem direitos de autores e no meu ponto de vista o pior que pode acontecer à internet é a existência de uma  lei  que reforça o poder de fiscalização do governo sobre o conteúdo veiculado pela rede. 
Se aprovada, a lei permitirá ao poder judicial dos EUA para bloquear, no seu território, sítios de pesquisa,  redes sociais e qualquer outro portal, nacional ou estrangeiro, que conduza o utilizador  norte-americano a conteúdo pirateado ou falsificado. 
EBay, Facebook, Wikimedia Foundation, Mozilla, LinkedIn e Twittere muitos outros encontram-se preocupados com o desenvolvimento desta questão.

PROTECT IP / SOPA Breaks The Internet from Fight for the Future on Vimeo.


Ver posição :

Através de Miguel Mimoso, fiquei mesmo agora a ter conhecimento do que ACRL, the American Library Association e Association of Research Librarians, e the Library Copyright Alliance (LCA), enviaram uma carta aos membros da US House Judiciary Committee a este propósito, relativas a um ponto específico que faz com que as bibliotecas e serviços educativos possam ter sanções penais com SOPA.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

VI Seminário - "Exclusão Digital na Sociedade de Informação"

27 e 28 de Janeiro de 2012
Faculdade de Motricidade Humana, Lisboa
 
A evolução dos meios tecnológicos que hoje se encontram à nossa disposição está longe de poderem ser partilhados por todos. O analfabetismo digital constitui, na Sociedade da Informação, um meio de exclusão social a que temos que dedicar a nossa atenção.
 
No entanto, as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) têm um enorme potencial para promover o desenvolvimento se utilizadas na resolução dos problemas que a sociedade experimenta nos diversos sectores de actividade e principalmente se forem efectivamente colocadas ao serviço de cada cidadão.
 
Pretende-se com este VI Seminário promover a discussão e divulgar trabalhos que possam contribuir para o combate à info-exclusão e favorecimento da acessibilidade das TIC. Serão, portanto, aceites comunicações que se refiram a trabalhos científicos e tecnológicos ou que relatem boas-práticas nesta área.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs | 1955-2011


Steve Jobs 
1955-2011



"Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que eu encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Porque quase tudo – todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o medo de errar – cai diante da face da morte." 
Steve Jobs

terça-feira, 12 de abril de 2011

A Biblioteca escolar, ou o papel dos espaços não formais de aprendizagem na Escola do Futuro

Encontros Biblioteca, Pombal, 12 Abril 2011
Comunicação do Professor Fernando Albuquerque  Costa, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa


A avaliar pela cada vez maior apropriação social das novas tecnologias, já não é tão questionada hoje a sua integração na escola nem a sua exploração para fins educativos. Isso não basta, no entanto, para resolver as questões inerentes à introdução de novas e poderosas ferramentas de aprendizagem, num contexto em regra fechado à inovação e tradicionalmente muito lento em termos de reacção às mudanças operadas na sociedade.

Pelo contrário, é grande o desafio com que os professores se debatem, nomeadamente os que já reconheceram a importância estratégica que as novas tecnologias detêm na preparação de cidadãos com sucesso, sendo urgente encontrar estratégias que lhes permitam conhecer, experimentar, usar e enquadrar o computador ao serviço de uma aprendizagem com qualidade.

Nesta linha, a presente conferência visa dar um contributo para a identificação das potencialidades pedagógicas das TIC e, bem assim, constituir uma achega para a reflexão sobre o papel que as Bibliotecas Escolares, enquanto espaços não formais de aprendizagem, podem vir a desempenhar nesse processo.

Conferência convidada dos Encontro(s) – Biblioteca: desafios na sociedade actual realizada em Pombal

Estudo sobre as competências TIC:
 COSTA, F. (Coord.) (2008). Competências TIC. Estudo de Implementação (Vol.I). Lisboa: GEPE/ME.

Ler ou descarregar o estudo (PDF, 22 Mb)

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

QR Codes



Através do blogue Ler para crer, do Carlos Pinheiro, conheci a possibilidade de utilizar estes códigos QR nas actividades da biblioteca, e como ele os implementou na biblioteca da Escola EB23 Padre Alberto Neto.
Sem dúvida que é uma prática inovadora que revoluciona a forma como trabalhamos e disponibilizamos informação para os utilizadores. 

O que são?
O QR Code (ou Código de Barras em 2D), é uma matriz ou código de barras bi-dimensional, criado pela empresa Japonesa Denso-Wave, em 1994. O QR vem de Quick Response, pois o código pode ser interpretado rapidamente, mesmo com imagens de baixa resolução, feitas por câmeras digitais em formato VGA, como as de celulares. O QR Code é muito usado no Japão.
Como funciona:
Precisas de ter um telemóvel com câmara de vídeo e um leitor de QR codes. Os leitores de QR codes são pequenos programas gratuitos que podes instalar no teu telemóvel, como, por exemplo, o I-nigma reader, o NeoReader ou o barcode scanner
Depois é só abrires o programa e aproximares o teu telemóvel do código QR. (Neste exemplo que te mostramos, trata-se de um QR code disponível no livro O Boneco de Neve, de Raymond Briggs. O Qr code remete para um filme de animação feito a partir da obra de Briggs).
Abrir programa no telemóvel (neste caso, barcode scanner, para sistema operativo Android). 
Aproximar o telemóvel do código QR.
O reconhecimento é imediato. Neste caso, devemos depois clicar em «Abrir browser».
O filme é reproduzido no teu telemóvel.
 Fonte: Ler para crer


Vivam as bibliotecas vivas!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Digitalização de livros e redes sociais


Dosdoce.com a Ediciona acabam de publicar os resultados da segunda edição do estudo:
“Digitalización del libro y uso de las redes sociales en el sector editorial”.


Este estudo anual tem como objectivo analisar o estado de opinião do sector editorial espanhol perante os desafios de la digitalização e da presença do sector nas redes sociais.

Vivam as bibliotecas vivas.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

EPUB


EPUB– é um novo modelo de livro digital em código aberto criado pelo International Digital Publishing Forum (IDPF).
É baseado em XML e apoiado pela maioria das empresas do sector da publicação. Os conteúdos adaptam-se automaticamente ao écran, sendo esta a grande vantagem em relação a outros dispositivos como o telemóvel.
Para ler livros digitais em formato EPUB (extensão .epub. ) num computador requer um programa especial que passa por descarregar e instalar o software gratuito Adobe® Digital Editions no nosso PC, ou outro dispositivo móvel.
O software permite gerir livros electrónicos e outras publicações digitais, que podem ser lidos, em vez do formato pdf, em formato EPUB (em Google Books obtemos milhões de livros que estão em domínio público).

Vivam as bibliotecas vivas.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Informe APEI sobre usabiblidade

A Asociación Profesional de Especialistas en Información (APEI) acaba de publicar “Informe de APEI 3 sobre Usabilidad”, de autoria de Yusef Hassan Montero e Sergio Ortega Santamaría.
Com este relatório pretendem oferecer documentos em que se apresenta o estado da questão na actualidade, desde a simples divulgação até ao desenvolvimento de conceitos que o profissional de informação deve conhecer.

Resumo:
Informe sobre usabilidad en el que se describe este concepto y se analizan diferentes aspectos del diseño de aplicaciones y servicios centrados en el usuario. El documento está dividido en tres grandes capítulos. En el primero se analiza qué es usabilidad y se describe la relación de este término con otros similares, como experiencia de usuario o arquitectura de la información. El segundo capítulo estudia el factor humano y explica cómo actúan los usuarios de una aplicación o servicio, su percepción visual, cognición, modelos mentales y su naturaleza social. El tercer capítulo trata del Diseño Centrado en el Usuario y describe las principales técnicas de investigación, evaluación y documentación. Se incluye una extensa bibliografía.
Sumário:
1. Introducción
2. Definición y conceptos
3. El factor humano
4. Diseño centrado en el usuario (DCU)
5. Conclusiones
6. Bibliografía

Vivam as bibliotecas vivas.