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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Petição para a Obrigatoriedade de Requisitos de Formação para a Carreira de Biblioteca e Arquivo

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 121/2008, de 11 de Julho, que reestrutura as carreiras da Administração Pública, foram extintas as carreiras específicas de técnico superior de biblioteca e documentação, técnico profissional de biblioteca e documentação, técnico superior de arquivo e técnico profissional de arquivo.
Desde então têm aberto procedimentos concursais para provimento de lugares, em bibliotecas e arquivos da administração pública, com requisitos habilitacionais diversos, sendo admitidos técnicos superiores e assistentes técnicos sem qualquer formação na área.
Tendo em conta que as competências deste grupo profissional são revestidas de reconhecida especificidade e dada a existência de formação na área através de diversas licenciaturas, pós-graduações e mestrados que asseguram a saída para o mercado de trabalho de pessoal qualificado, achamos inadequado que os lugares sejam ocupados por pessoal sem as qualificações necessárias.
Assim, solicitamos que seja requisito obrigatório, para qualquer concurso nesta área, a posse de habilitações adequadas. 

Para assinar:
Petição para a Obrigatoriedade de Requisitos de Formação para a Carreira de Biblioteca e Arquivo

Vivam as bibliotecas vivas.

terça-feira, 8 de junho de 2010

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Dia Internacional dos Arquivos

Dando continuidade às celebrações do Dia Internacional dos Arquivos, a DGARQ - Direcção-Geral de Arquivos preparou para o próximo dia 9 de Junho um programa que visa contribuir para a promoção e divulgação da causa dos Arquivos: dar a conhecer a responsabilidade que representa a conservação, preservação e divulgação das memórias individuais e colectivas enquanto representação da identidade e património cultural dos povos e das nações.
O programa contempla uma visita às instalações e serviços do Arquivo Nacional Torre do Tombo, à qual se
seguirá, da parte da tarde, o workshop Portal Português de Arquivos, com intervenção de técnicos da DGARQ e de instituições aderentes ao projecto.
A participação no evento implica inscrição prévia, que deverá ser feita através dos endereços
lurdes.henriques@dgarq.gov.pt e carla.coelho@dgarq.gov.pt.
O programa pode ser consultado aqui

PORTAL PORTUGUÊS DE ARQUIVOS: NOVOS DESENVOLVIMENTOS

Encontra-se neste momento concluída a fase de implementação do Portal Português de Arquivos (PPA),
tendo sido já iniciada a fase seguinte - a de teste -, que decorrereu ao longo do mês de Abril. Uma vez concluída, o PPA poderá ser apresentado e disponibilizado ao público em geral.
A conclusão desta etapa constitui um marco a assinalar, uma vez que o PPA corresponde ao interface visível da Rede Portuguesa de Arquivos (RPA).
Permitirá aos utilizadores, através da pesquisa, graças à meta informação recolhida através da agregação e periodicamente analisada pelo módulo de verificação de conformidade, recuperar os conteúdos de informação dos repositórios das entidades aderentes (data providers).
O PPA oferecerá a opção de pesquisa simples, com indicação das mais frequentemente realizadas (com possibilidade de refinar os resultados obtidos) e pesquisa avançada, com incidência sobre a totalidade dos
repositórios ou apenas sobre parte deles.
O PPA disponibilizará igualmente um menu de ajuda, a partir do qual serão enunciados os princípios, gerais e
específicos, da pesquisa, e enumeradas, passo a passo, as possíveis estratégias a adoptar, ilustradas com
exemplos práticos, com o objectivo de assegurar ao utilizador a rentabilização máxima deste novo serviço.
O recurso ao directório permitirá obter informação sobre a totalidade das entidades detentoras registadas que disponibilizam meta informação através do PPA, e contactar ou aceder directamente aos recursos de informação por elas disponibilizados através dos respectivos sítios Web.

terça-feira, 1 de junho de 2010

DigitArq: I Workshop Nacional

No dia 16 de Julho de 2010 a KEEP SOLUTIONS irá organizar a primeira workshop Nacional sobre a temática do DigitArq.
O local escolhido para o evento foi o local onde tudo nasceu: o Arquivo Distrital do Porto.

Objectivos

Esta workshop terá como principal objectivo explicar e demonstrar a actual estrutura aplicacional do DigitArq e habilitar os formandos a operar cada um dos módulos que compôem a sua arquitectura funcional.

Destinatários

Esta workshop será orientada para os arquivistas, estudantes de cursos de ciências documentais, trabalhadores na área e autodidatas que queiram adquirir ou aprofundar os seus conhecimentos sobre o DigitArq.

Inscrições

Formulário de inscrição
Prazo das inscrições: 18 de Junho de 2010
Devido à logística necessária, esta workshop só se realizará se houver um número mínimo de 10 inscritos. Caso o número de interessados exceda o número máximo (20 inscritos) possível, a organização prevê desde já a realização de outras edições de modo a acomodar todos os interessados.

Programa

Manhã - Sessões Teóricas

  • 9h00-9h30 - Recepção dos participantes;
  • 9h30-10h00 - Historial do DigitArq e panorama actual em termos de implementação nacional;
  • 10h00-10h30 - Apresentação da arquitectura aplicacional do DigitArq, identificando cada um dos módulos e respectivas funções;
  • Coffee-break
  • 10h45-11h30 - Breve introdução às normas utilizadas pelo software DigitArq: ODA (Orientações para a Descrição Arquivístiva) e ISAD(g) (General International Standard Archival Description);
  • 11h30-12h00 - Breve descrição do projecto Portal Português de Arquivos, pela apresentação da sua arquitectura, normas, protocolos e políticas implementadas.
    Identificação dos requisitos para adesão ao Portal Português de Arquivos e em que medida o DigitArq facilita essa adesão;
  • 12h00-12h30 - Espaço de discussão.

Interrupção para almoço (incluído no preço de inscrição)

Tarde - Sessões Práticas

  • 14h00-14h30 - Treino na utilização do Módulo de Descrição Arquivística (MDA): demonstração das várias funcionalidades recorrendo a casos práticos;
  • 14h30-15h00 - Treino na utilização do Módulo de Gestão de Objectos Digitais (MGOD);
  • 15h00-15h15 - Treino na utilização do Módulo de Publicação de Objectos Digitais (MPOD);
  • Coffee-break
  • 15h30-16h00 - Treino na utilização do Módulo de Gestão de Utilizadores (MGU) recorrendo ao uso de casos práticos;
  • 16h00-16h30 - Apresentação dos indicadores de produtividade incluídos no Módulo de Gestão de Produtividade (MGP);
  • 16h30-17h00 - Apresentação de funcionalidades de pesquisa incluídas no Módulo de Disseminação, Navegação e
    Pesquisa (MDNP). Demonstração com casos práticos;
  • 17h00-17h30 - Espaço de discussão.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

software de gestão integrada para arquivos


A empresa KEEP SOLUTIONS, uma das mais recentes spin-off da Universidade do Minho, venceu o concurso nacional promovido pela Direcção-Geral de Arquivos (ex Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo) para a implementação de software de gestão integrada na totalidade dos seus arquivos históricos dependentes, bem como na própria Direcção-Geral. A implementação nacional desta plataforma irá abrir portas para o desenvolvimento de um Portal Nacional de Arquivos, um ponto único de acesso a toda a informação arquivística nacional e documentos digitalizados, tornando os arquivos nacionais líderes a nível europeu no que toca à disponibilização em linha de conteúdos arquivísticos.
O software seleccionado tem vindo a ser desenvolvido desde 2003 por investigadores da Universidade do Minho, com a coordenação técnica do Arquivo Distrital do Porto. A solução apresentada a concurso, designada DIGITARQ, permitirá automatizar todas as vertentes do ciclo produtivo de um arquivo histórico, encarregando-se da gestão de processos operacionais, gestão de topo e relação com o utente. O software incorpora módulos para descrição arquivística, gestão de projectos de digitalização, publicação electrónica, pesquisa de catálogo, gestão de produtividade e balcão electrónico. A proposta vendedora apresentada pela KEEP SOLUTIONS inclui ainda a migração de 1.6 milhões de registos para a nova plataforma.

Brochura digital
Fonte: KEEP Solutions

Vivam os arquivos vivos!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Nova Norma Internacional para a Descrição das Instituções que conservam Fundos de Arquivos


Para complementar a ISAD(G) e a ISAAR(CPF), um Grupo de Trabalho do Comité das normas e boas práticas do ICA (ICA/CBPS) desenvolveu uma nova norma internacional para descrever as instituições que conservem fundos de arquivos.
As informações relativas às instituições que conservem fundos de arquivos, aparecendo nos instrumentos de pesquisa tradicionais, são essenciais para os utilizadores no acesso aos fundos de arquivos.
Com a Internet, os utilizadores têm cada vez mais a possibilidade de aceder a catálogos em linha e a sistemas de informação arquivísticos que descrevem os documentos pertencendo a diferentes instituições. O facto de ligar as descrições dos arquivos às informações sobre os seus produtores e detentores é essencial para permitir aos utilizadores de ter uma maior compreensão dos documentos de arquivos descritos.
A ISAD(G) dá as indicações para a descrição dos fundos e das suas componentes. A ISAAR(CPF) dá as indicações para gravar os dados de autoridades sobre os produtores de arquivos. A ISDIAH permite uma descrição normalizada separada dos detentores de arquivos, o que torna um sistema de informação arquivístico mais fácil de uso.

ISDIAH -
The International Standard for Describing Institutions with Archival Holdings, first edition pdf

Fonte: ICA e BAD

International Council on Archives

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

direito a saber


O direito de acesso à informação, como direito humano, reconhecido pelo Direito Internacional, ainda não é reconhecido em muitos países. Na União Europeia, os países Espanha, Grécia, Luxemburgo, Chipre e Malta, não possuem nenhuma lei de acesso à Informação. Mas todo o cidadão deverá poder aceder em igualdade de condições a todo o tipo de informações que se encontrem sob a posse das entidades públicas e privadas que realizem funções públicas.
Em Espanha, A Coalición Pro Acceso (constituída por várias entidades Amnistía Internacional, Asociación Pro Derechos Humanos de España (APDHE), Fundación Ciencias de la Documentación, Asociación de Archiveros Españoles en la Función Pública, Comisión de Libertades Informáticas, etc.) defensora e lutadora por este direito possui um blogue Promoviendo la ley de acesso a la información pública en Espana), onde enuncia os 9 princípios que deverão estar incluídos na futura lei.


Em Portugal - Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos CADA.
Hoje lembrei-me de falar de falar sobre este assunto, motivada pelo caso José Rodrigues dos Santos, acusado, pela Administração da RTP, de não ter dito a verdade sobre a influência do poder político na visão e composição das notícias difundidas pela televisão.
Os cidadãos têm direito a saber.
Fonte: Público
Vivam as bibliotecas vivas!

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

casa do infante II

fotografia lifecooler

No post anterior, refiro-me à certificação da qualidade dos serviços do Arquivo Histórico do Porto - Casa do Infante. Deverá ser acrescentado que a certificação já foi atribuída em Julho 2006. O seu a seu dono.
Vivam as bibliotecas e arquivos vivos.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

casa do infante


Para além de ter estado presente no seminário "Disponibilizar informação na Web", no Centro Português de Fotografia, estive, e isso foi o mais importante, na Casa do Infante - Arquivo Histórico Municipal do Porto, a convite da Rosário Guimarães, bibliotecária, actualmente com alma de arquivista. Revi colegas, assim como o Dr. Manuel Real, e conheci os novos espaços (inaugurados 2001), projectados pelo arquitecto Nuno Tasso de Sousa.
O arquivo ficou um luxo, desde os espaços, ao mobiliário à reconstrução dos edifícios, da responsabilidade do arquitecto. Os fundos já sabemos que são uma pérola. Igualmente fiquei impressionada com os serviços que prestam. Implementaram, recentemente, um sistema de gestão da qualidade, e possuem, ou estou mesmo a obter, a certificação da qualidade dos serviços. Este esforço revela um percurso pró-activo de toda a equipa que lá trabalha, assim como uma reflexão estratégica dos serviços de direcção. Parabéns pela evolução.
Trabalhei na Casa do Infante, em 1994, na indexação por assuntos do fundo de fotografia do Emilio Biel. Todas as manhãs partia de Braga (6h30) rumo à Ribeira, no Porto. Foi um ano pleno de graças. Estou muito agradecida à forma como fui acolhida e tratada neste serviço. Sempre me senti uma princesa, nesta casa do Infante, e escutada, mesmo por aqueles que sabiam mais do que eu - iniciante na profissão. Comovi-me hoje a revisitá-la.
Vivam as bibliotecas vivas e os arquivos vivos!


quarta-feira, 9 de maio de 2007

os arquivos com instrumento de controlo democrático

Cláudia Castelo a 1ª à esquerda

Cláudia Castelo, arquivista, uma voz também presente no 9º Congresso BAD, nos Açores, a alertar-nos para a necessidade de reflexão sobre a imparcialidade e transparência no arquivo de documentos, na administração pública. Podemos encontrar a comunicação completa nas actas do congresso.



"Portugal viveu durante 48 anos sob uma ditadura que suprimiu os direitos políticos básicos dos cidadãos. Durante o período do Estado Novo, os portugueses estiveram, de facto, arredados da escolha e da definição das políticas públicas e do escrutínio da acção governativa. Depois da instauração da Democracia e, sobretudo, após a adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia (1986) surgiu a preocupação de estabelecer mecanismos de controlo e de «public accountability» da acção dos representantes eleitos para os órgãos de soberania, governos regionais e autarquias locais. A obrigação de «prestar contas» à sociedade resulta do princípio da responsabilidade e da autoridade partilhadas.
Porém, no dealbar do século XXI, verifica-se que no nosso país continua a existir um enorme fosso entre os quadros legais, entretanto ‘europeizados’, e as práticas concretas. Nesta comunicação discute-se o papel dos arquivos (instituições e profissionais) no reforço dos mecanismos de fiscalização da acção político-administrativa por parte da sociedade civil. Os arquivistas e os arquivos públicos visam uma eficaz gestão da informação no seio das organizações onde se inserem e/ou a salvaguarda e divulgação da memória organizacional e social (no caso dos arquivos definitivos). O que está subjacente a esta actividade é a prossecução do bem público, incluindo a incumbência de contribuir para a construção duma memória histórica plural e sustentada. Encontram-se ao serviço dos cidadãos e do bem comum e nunca ao serviço de interesses particulares. Os arquivistas portugueses têm reflectido pouco sobre estes aspectos da sua missão e ainda não se impuseram como agentes pró-activos da imparcialidade e da transparência na Administração Pública, numa perspectiva de reforço da democracia participada e participativa. Para reflexão e debate, analisam-se alguns casos concretos observados na Câmara Municipal de Lisboa. Propõem-se medidas para a assunção de uma postura ética."

Cláudia Castelo

blogue Não apaguem a Memória!

Vivam as bibliotecas e os arquivos vivos.

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Indicadores de desempenho em serviços de documentação, informação e arquivos: uma experiência

entrada da Sé Catedral, Ponta Delgada, 29 Março 2007
varas dos romeiros
que, durante as semanas da Quaresma, percorrem a ilha a pé, rezando junto das igrejas e capelas das localidades por onde passam.



Na comunicação “Indicadores de desempenho em serviços de documentação, informação e arquivos: uma experiência”, apresentada ao 9º Congresso BAD, de autoria de Judite Cavaleiro Paixão, Maria Alexandra Lourenço, Cristina Cardoso, partindo da experiência do Departamento de Arquivo, Documentação e Informação da Direcção Geral do Tribunal de Contas, as autoras apresentaram uma reflexão sobre as questões relacionadas com a aplicação de indicadores de desempenho a serviços de documentação, informação e arquivo, nomeadamente: metodologia de trabalho para a constituição da grelha de indicadores; o equacionar o tipo de indicadores: serviços prestados, prazos, custos e qualidade e desenvolvimento de novos indicadores, como os que reflectem as estratégias de actuação da unidade orgânica; os factores a ter em conta na selecção dos indicadores, como a utilidade para a unidade documental quer para os utilizadores, redução de prazos e custos, relacionamento com os objectivos estratégicos e transversais à instituição, como o sistema de avaliação do desempenho; a divulgação da grelha de indicadores, aos colaboradores, que vai sendo acrescentada em função das estratégias de actuação e dos objectivos de avaliação que a unidade orgânica vai estabelecendo.

As autoras apresentaram os indicadores desta grelha tanto para o arquivo corrente, intermédio, histórico, como para a biblioteca. Para cada objectivo foram apresentados os indicadores respectivos.

Como conclusão, foi referida a importância dos indicadores de desempenho, como ferramenta de auto-diagnóstico, para identificar os pontos fracos e fortes do processo; e ainda foi referido que a partir desta avaliação foram traçadas acções correctivas e acções de melhoria a desenvolver, enquadradas nos Planos de Acção, e igualmente traçados os objectivos a nível de avaliação do desempenho.


Mais uma boa prática para implementarmos nos serviços.

A comunicação pode ser consultada nas actas do 9º Congresso BAD.

Vivam as bibliotecas vivas.

terça-feira, 10 de abril de 2007

gestão da qualidade: uma experiência de implementação da CAF


sala de leitura de adultos Biblioteca Pública de Ponta Delgada


A primeira comunicação apresentada ao 9ºCongresso BAD que destaco, da sessão de 30 de Março, é “Gestão da Qualidade: uma experiência de Implementação da CAF”, dos autores Celeste Freitas, Pedro Medeiros, Susana Cabral, António Rosa, Isaura Costa, Madalena Costa, Maria da Graça Melo, Marta Craveiro.

A comunicação pretendeu dar um testemunho do percurso da implementação da CAF, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, no ano de 2006, assim como partilhar a metodologia utilizada, o processo de aprendizagem verificado e os resultados da organização.

Relatam-nos a implementação do processo de auto-avaliação, em quatro fases, o planeamento, apresentação da CAF à organização, o preenchimento da grelha de auto-avaliação e apresentação dos resultados.

Os resultados foram apresentados e partilhados, tantos os pontos fortes e fracos, aqui entendidos como oportunidades de melhoria. A Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada obteve a classificação da organização de 18 valores (valor máximo da CAF é 45), o que significa que o organismo se encontra na área da Qualidade com fortes potencialidades para ascender ao domínio de excelência organizacional (acima de 34). Apresentaram um plano de acções de melhoria, incluídas no plano de actividades da instituição para 2007.

Os autores concluíram que a implementação da CAF, nesta instituição, foi uma oportunidade que aproximou os colaboradores à Direcção e vice-versa, criou momentos de reflexão e de análise crítica construtiva relativamente aos desafios actuais. O trabalho irá continuar com a monitorização das acções do plano de melhorias, no ano de 2007, pela equipa da Qualidade, sendo o desafio seguinte apresentar uma candidatura a certificado da EFQM.

A comunicação retrata um boa prática que devemos implementar nos nossos serviços de informação.

A comunicação pode ser consultada nas actas do 9º Congresso BAD.

Vivam as bibliotecas vivas.