segunda-feira, 23 de julho de 2012
Estudo sobre redes sociais na Internet 2011
Relatório iab spain research
Ficha técnica
Universo: Indivíduos residentes em Espanha, de 18 a 55 anos.
Âmbito: Espanha
Tamanho a amostra: 966 casos. Erro 3,2%. Nível de confiança 95%, p=q=50%.
Amostra: Aleatória
Datas de trabalho de campo: setembro ‐ outubro 2011.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Tecnologias da Informação: Mecanismos de Segurança
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Livros, Leituras e Redes Sociais
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Livro Manual de Buenas Prácticas en Redes Sociales Corporativas
Descarregar:
Com este manual aprende-se:
- Quais são as regras básicas de utilização de uma Rede Social corporativa
- Como e quando usar as redes sociais internas
- O que são e como gerir grupos de trabalho numa intranet social
- Como interagir com os membros e departamentos dentro da rede
- Informação privilegiada sobre Redes Sociais Corporativas: como tratar e partilhar
- O que é e como otimizar um perfil corporativo 2.0
Fonte Universo Abierto
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
El Profesional de la Informacion - número 5
| Volume 20, Number 5 / September-October 2011 | ||
terça-feira, 12 de abril de 2011
Encontros Biblioteca, Pombal, 12 Abril 2011
Estudos recentes revelam uma presença muito forte das crianças e jovens nas redes sociais, estando o uso da internet totalmente enraizado na sua vida quotidiana. As bibliotecas escolares portuguesas têm marcado presença em endereços virtuais e apostam cada vez mais em comunicar com os seus utilizadores através das redes sociais. Será que a sua utilização é aproveitada para facilitar a literacia digital? Os perfis e as páginas do Facebook das bibliotecas escolares são um agregador de aprendizagens e experiências que rentabilizam as tecnologias da Web 2.0 para melhorar e reforçar as competências leitoras e de escrita dos alunos, promover a literacia da informação digital e serviços de informação e apoio ao leitor?
Pretende-se com esta comunicação apresentar um retrato da presença das bibliotecas escolares portuguesas na rede social Facebook e o papel que representam na promoção da literacia digital.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Os desafios das bibliotecas na sociedade actual
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Internet e Redes Sociais, Tudo o que vem à rede é peixe?
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Socialnets de José Antonio Redondo
Este livro apresenta uma revisão das principais redes sociais Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn, sua origem e desenvolvimento, o que são, como funcionam, e o futuro da rede.
"O tsunami, que ferramentas sociais fazem ocorrer dentro e fora da rede é incomparável pela sua velocidade e alcance, sem qualquer outra invenção da história humana. Compara-se as mudanças trazidas pelo World Wide Web (WWW), com o advento da imprensa de Gutenberg, e a agora como se pode equiparar o aparecimento de ferramentas como o Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn? Elas, sozinhas, respondem por quase um bilião de utilizadores, quando o século XXI começou, nenhuma delas existia.
sábado, 23 de outubro de 2010
Conferência Redes Sociais e Bibliotecas
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Conferência | As Redes Sociais e as Bibliotecas
O tema, que se reveste de grande actualidade, tem motivado da parte de inúmeros especialistas diferentes pareceres, com distintos argumentos e múltiplas sustentações.
As Redes Sociais, que podem operar em diferentes níveis, permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua actividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.
Em que medida beneficiarão as Redes Sociais as Bibliotecas? Alcançar-se-á, com maior facilidade recorrendo a estas redes, os diferentes públicos? Como construir a mensagem em canais como o Facebook, o Hi5 ou o Flickr? Estas e outras questões serão abordadas nesta conferência que contará com um painel de especialistas com investigação produzida nestas matérias.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
A arte de ouvir, aprender e partilhar: a Web 2.0
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Buzz
Não é segredo que o Google tem tentado entrar neste segmento há bastante tempo: a aquisição do Orkut foi um desses passos, mas que não atingiu o sucesso esperado a nível mundial (sendo no entanto ainda bastante utilizado no Brasil.)
Mas os tempos mudam, e a novas gerações procuram métodos mais rápidos e eficientes de partilhar informação.
O Google Wave foi outra das experiências tentada mais recentemente, mas que rapidamente foi relegado para uma utilização por pequenos grupos ou em circunstâncias específicas.
Face aos serviços tipo Twitter e Facebook, o Google tenta agora a sua sorte com este Google Buzz. E desta vez tem um trunfo importante: o Google Buzz estará disponível na página do Gmail. Isso torna a sua utilização bastante mais atractiva, prática e imediata – factor essencial para uma adopção por parte dos utilizadores – e disponível a milhões de utilizadores dentro de poucos dias.
Permitindo a criação de diferentes grupos, públicos ou privados, este Buzz permite partilhar de forma simples e imediata qualquer tipo de informação que achemos interessante: textos, fotos, vídeos, etc.
Para os utilizadores de dispositivos móveis, adiciona funcionalidades de geo-localização que nos permitem ver “buzzs” dos locais de interesse. Poderemos ver o que outras pessoas disseram de uma certa loja ou restaurante.
A ideia, não sendo nova, parece vir de encontro às necessidades “sociais” actuais – só o tempo dirá se conseguirá cativar os utilizadores.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Twitter e LinKedIn
Enquanto o Twitter serve para basicamente todo o tipo de comunicação – desde a mais informal, até ao contacto entre empresas e clientes –, o LinkedIn é uma rede onde os utilizadores colocam o currículo, dão uns aos outros recomendações profissionais, e fazem contactos numa lógica semelhante à de quem troca cartões-de-visita.
Para além de contribuir para aumentar o número de pessoas a terem contacto com cada um dos serviços, este sistema de partilha de mensagens traz ao Twitter a vantagem de fazer com que alguns utilizadores passem a ter associada uma identidade online credível.
No Twitter é possível criar uma conta sem mais dados do que um nome de utilizador e um qualquer endereço de e-mail. Embora também seja teoricamente possível criar contas sob pseudónimo no LinkedIn, esse tipo de conta seria inútil no ambiente profissional desta rede. O Twitter (que tem o problemas de ter utilizadores a fazerem-se passar por pessoas famosas) começou há algum tempo a tentar verificar a identidade de alguns utilizadores e a certificar essas contas.
Contrariamente ao Twitter, o LinkedIn tem já um modelo de negócio implementado: qualquer pessoa pode criar uma conta gratuitamente, mas algumas funcionalidades estão reservadas a quem pagar uma mensalidade (a mais cara ultrapassa os 300 euros por mês).
Fonte Público, 11 Nov. 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Novo portal da Cultura

Em comunicado, o ministério afirma que se trata de uma “lógica de revelação inovadora e interactiva que potencie, de forma efectiva, a adesão e a vivência da cultura por uma comunidade vasta e coesa”. Este novo portal de cultura, que representou um investimento de 700 mil euros, “pretende assumir-se como motor para a mudança de paradigma da divulgação cultural em Portugal”.
Entre os objectivos, destacam-se o da promoção de visita aos espaços e infra-estruturas culturais, através de conteúdos digitais tridimensionais com divulgação on-line gratuita. A criação de uma rede social cultural, “tornando os cidadãos participantes activos na dinamização da oferta cultural – através da divulgação de conteúdos, podcasts, personalização na plataforma, blogues, entre outros.
Há ainda funcionalidades tecnológicas que serão introduzidas no início de 2010, “orientadas para a captação de investimento e consolidação de um modelo de negócios auto-sustentável” – merchandising online, pagamentos electrónicos, catálogos 3D e uma loja museológica online.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Marketing viral
Da Wikipédia:
O marketing viral e a publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia. A definição de marketing viral foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de email de adicionar sua publicidade ao email que sai de seus usuários. O que se assume é que se tal anuncio alcança um usuario "susceptivel", esse usuario "será infectado" (ou seja, se ativará uma conta) e pode então seguir infectando a outros usuários susceptiveis. Enquanto cada usuario infectado envía o email a mais de um usuário susceptível por média (ou seja, a taxa reprodutiva básica é maior que um), Os resultados "standard" em epidemiologia implicam que o número de usuários infectados crescerá segundo uma curva logística, cujo segmento inicial é exponencial.
De forma mais geral, o marketing viral se utiliza as vezes para descrever algumas classes de campanhas de marketing baseadas na internet, incluindo o uso de blogues, de sites aparentemente amadores, e de outras formas de astroturfing para criar o rumor de um novo produto ou serviço. O termo "publicidade viral" se refere a idéia que as pessoas passarão e compartilharão conteúdos divertidos. Esta técnica muitas vezes está patrocinada por uma marca, que busca construir conhecimento de um produto ou serviço. Os anúncios virais tomam muitas vezes a forma de divertidos videoclipes ou jogos Flash interativos, imagens, e inclusive textos.
Tema polémico que aplicado pelas bibliotecas poderá revolucionar as suas funções. Agrada-me pelo facto de abanar as estruturas administrativas e muito institucionais em que as bibliotecas se movem. Pela provocação que podem ser na comunidade que servem.Que tal uma campanha original que leve ao aumento dos empréstimos de determinada biblioteca, toda ela concebida para "atacar" os utilizadores das redes sociais!
Jorge Serrada-Cobos, nos comentários da comunidade, partilha este exemplo concreto que me parece interessante:
"Basado en experiencia propia:
Se puede hacer barato y efectivo si se segmenta bien al público, se estudia por dónde comenzar, y qué ofrecer.
Caso real:
-campaña muy segmentada para público objetivo específico y muy activo (fans de un escritor y tipo de literatura concretos)
- sin trampas ni engaños: envío de salvapantallas visualmente atractivo en torno a la temática concreta, a cuatro colegas realmente interesados en el tema, con enlace a una comunidad de lectores (el equivalente online a un club de lectores).
- resultados: a los 2 meses nos volvía el aviso por otros colegas nuestros, en principio desconectados de los anteriores (el efecto 6 grados de separación, valga la redundancia, “surtió efecto”)
- más resultados: 600% (+o-) de aumento de visitas, aumento de la fidelización, 6% de clickthrough, en los tiempos en que los clics en los banners estaban por los suelos
Eso sí, como han dicho antes, cuanto más “marketing de producto”, menos falta hacen “otros tipos de marketing”.
Es decir, en mi opinión, un buen producto, útil y atractivo, se vende (casi) sólo."
Outro documento para reflexão - Las bibliotecas resurgen con la crisis
Alguma bibliografia
http://www.esviral.com/
Revista. Sobre marqueting aplicado a Bibliotecas. Algunos artículos son de libre acceso, como
el dedicado a las bibliotecas en medios sociales como Facebook “Measure the Results of Your Activity on Social Media Sites”
http://www.infotoday.com/MLS/mar09/Fichter_Wisniewski.shtml
Empresa. De marqueting aplicado a bibliotecas. Listado de enlaces
http://www.librarycomm.com/news.html
Repositorio. E-lIs (E-prints in Library and Information Science). Su categoría de Marqueting
http://eprints.rclis.org/view/subjects/FB.html
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Comunidade de prática: difundir os nossos serviços na web social
Para já cerca de 1000 inscritos! Esta realidade da web 2.0 está a despertar interesse em mais profissionais da informação e a obrigá-los a aprender a utilizar as ferramentas para implementar melhores serviços nas suas bibliotecas. A palavra-chave agora é "Utilizador". É também a aprendizagem de uma nova postura profissional.
Oxalá muitos portugueses se inscrevam e melhorem serviços nas nossas bibliotecas!
La creciente popularidad de las redes sociales les ha convertido en los últimos años en centro de atención y les ha conferido el estatus de servicios de moda dentro de la web. Sus virtudes para establecer y mantener contactos son valoradas al alza no sólo por las múltiples posibilidades de comunicación que brindan, sino especialmente por las propias implicaciones que dicha comunicación conlleva y entre las que se encuentra la capacidad para transmitir información rompiendo las barreras geográficas. Es por ello que muchas organizaciones se están valiendo de las redes sociales para publicitar sus productos y servicios, dando lugar a nuevas estrategias de marketing. De la misma manera, las bibliotecas y otros centros de información pueden promocionar sus servicios en las redes sociales, llevando a la práctica el principio de estar allá donde nuestros usuarios estén para ganar visibilidad y aprovechando el boca a boca, que ha sido la primera forma de transmisión de la información en nuestras sociedades.
Y de eso es de lo que se trata en esta comunidad de prácticas, de aprender cómo podemos publicitar nuestros centros y de sacarle el máximo partido posible a las redes sociales. Para ello contaremos a lo largo de tres semanas y media con varios expertos que nos explicarán diferentes formas complementarias de hacerlo: promocionando nuestros servicios a través de estrategias de marketing viral, nuestros sitios web mediante la ciencia del posicionamiento y nuestra imagen personal e institucional. Para finalizar analizaremos cómo aplicar todo ello a nuestros centros de información a la luz de una serie de ejemplos de buenas prácticas que nos puedan servir de guía a la hora de implantar todo lo aprendido.
Objetivos:
El objetivo fundamental es aprender las técnicas necesarias para publicitar nuestros servicios de información y los servicios que en ellos se prestan a través de las redes sociales desde tres puntos de vista: la promoción de servicios mediante el marketing viral, de sitios web mediante el posicionamiento y la promoción de la imagen institucional.
Metodología:
La duración de la actividad será de tres semanas y media, durante las cuales los tutores irán publicando los contenidos en el blog de la comunidad, en forma de entradas. Las personas inscritas en la Comunidad podrán participar con comentarios a dichas entradas. Aquellos que no estén inscritos podrán igualmente consultar los contenidos publicados, que serán públicos y estarán disponibles una vez finalizada la actividad. Es importante tener en cuenta que la Comunidad de prácticas no es un curso de formación, sino una experiencia de aprendizaje colectiva en la que el conocimiento se transmite en ambas direcciones y donde los tutores son simplemente los guías que marcan el camino.
Coordinación:
Natalia Arroyo Vázquez y Luis Rodríguez Yunta
Tutores:
Javier Celaya (Portal Cultural Dosdoce), José Luis Menéndez (Instituto de Empresa), Javier Leiva (Catorze.com) y Nieves González (Universidad de Sevilla)
PROGRAMA | |
| Días 4 y 5 de junio | 1. Introducción a la comunidad: contenidos, funcionamiento y bienvenida |
| Del 8 al 10 de junio | 2. El marketing viral: nuevas estrategias publicitarias por Javier Celaya |
| Del 11 al 13 de junio | 3. Redes sociales y posicionamiento: cómo promocionar nuestros sitios web por José Luis Menéndez |
| Del 15 al 17 de junio | 4. Reputación y redes sociales: ¿cómo queremos que los demás nos vean? por Javier Leiva |
| Del 18 al 20 de junio | 5. Centros de información y redes sociales: promoción de servicios de información por Nieves González |
| Del 22 al 27 de junio | 6. Ronda de experiencias: buenas prácticas de bibliotecas y centros de documentación en redes sociales |
Vivam as bibliotecas vivas!
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
a rede e as suas utopias
Fala-nos da Internet e da WWW que nos permitem novas formas de criação e transferência de informação fornecendo meios poderosos que permitem que pessoas e organizações colaborem e partilhem a informação. Será que vamos ter mais acesso à informação?
trata aqui senão da virtualização da biblioteca física? A visão da intercomunicabilidade e interpenetração de espaços de informação significam a constituição do reino do virtual e novas capacidades de exploração e aprendizagem. Como diz Serge Raynal (2000), “A nossa visão do mundo está em plena alteração radical por uma visão múltipla, temporal, complexa e relacional”. As alterações no meio sócio-económico são definidas pela internacionalização, mundialização dos fenómenos, indivíduos melhor formados e informados, predominância da comunicação e supremacia das redes e estes factores induzem como consequência complexidade, incerteza e turbulência. Mas é no cerne destes fenómenos que se encontra a informação (ou a sua representação), a matéria-prima com que sempre trabalharam as bibliotecas e não pode (não deve) significar outra coisa que não seja a afirmação destas como componente ou pilar fundamental na construção do futuro, afirmando-se, no presente, enquanto garante da sua construção efectiva."
Vivam as bibliotecas vivas.





