quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

QR Codes



Através do blogue Ler para crer, do Carlos Pinheiro, conheci a possibilidade de utilizar estes códigos QR nas actividades da biblioteca, e como ele os implementou na biblioteca da Escola EB23 Padre Alberto Neto.
Sem dúvida que é uma prática inovadora que revoluciona a forma como trabalhamos e disponibilizamos informação para os utilizadores. 

O que são?
O QR Code (ou Código de Barras em 2D), é uma matriz ou código de barras bi-dimensional, criado pela empresa Japonesa Denso-Wave, em 1994. O QR vem de Quick Response, pois o código pode ser interpretado rapidamente, mesmo com imagens de baixa resolução, feitas por câmeras digitais em formato VGA, como as de celulares. O QR Code é muito usado no Japão.
Como funciona:
Precisas de ter um telemóvel com câmara de vídeo e um leitor de QR codes. Os leitores de QR codes são pequenos programas gratuitos que podes instalar no teu telemóvel, como, por exemplo, o I-nigma reader, o NeoReader ou o barcode scanner
Depois é só abrires o programa e aproximares o teu telemóvel do código QR. (Neste exemplo que te mostramos, trata-se de um QR code disponível no livro O Boneco de Neve, de Raymond Briggs. O Qr code remete para um filme de animação feito a partir da obra de Briggs).
Abrir programa no telemóvel (neste caso, barcode scanner, para sistema operativo Android). 
Aproximar o telemóvel do código QR.
O reconhecimento é imediato. Neste caso, devemos depois clicar em «Abrir browser».
O filme é reproduzido no teu telemóvel.
 Fonte: Ler para crer


Vivam as bibliotecas vivas!

2 comentários:

Pedro Príncipe disse...

Boa iniciativa a realizada na Escola EB23 Padre Alberto Neto, mas estou a ver que não gostaste da minha comunicação em Évora onde dei exemplos da aplicação dos QR Codes às bibliotecas.
Na última Conferência sobre Open Access realizada na Univ. do Minho fizemos já a utilização dos QR Codes, nomeadamente nos posters, onde o QR code remetia para a versão digital dos poster, e ainda no cartão de identificação do participante com um QR Code que ligava ao programa da conferência.
Aplicações podem fazer-se muitas, desde que sejam úteis, é preciso é criatividade e dinamismo.

Luísa Alvim disse...

Pedro parabéns pelas aplicações na conferência Open Access! Como não fui e não li nenhum comentário, desconhecia essa vossa excelente iniciativa. Quanto aos códigos QR, já faço hoje referência num novo post, a propósito dos dispositivos móveis.