terça-feira, 18 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
The social function of the public library in the world of social networks and of the crisis of the Welfare State
apresentada no dia 4 junho 2013 na 5th International Conference on Qualitative and Quantitative Methods in Libraries 4 - 7 June 2013, "La Sapienza" University, Rome Italy
segunda-feira, 10 de junho de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Miguel Mimoso Correia recebe Prémio da SPRINGER
Miguel Mimoso Correia recebe o prémio da Springer com um cartaz cuja frase vencedora é de sua autoria!
Parabéns!
cartaz para download aqui
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
2009 Librarian eBook Survey
Consultar aqui
Survey Results Analysis by Michael Newman (Head Librarian and Bibliographer Falconer Biology Library
Stanford University)
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations
O livro recente de Clay Shirky
Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations
Um exame sobre como as novas formas de interação social trazidas pela tecnologia estão a mudar a forma como os homens formam grupos e existem dentro deles, com profundos efeitos económicos e sociais- tanto para o bem como para o mal.
Um punhado de entusiastas em papagaios espalhados à volta do mundo a encontram-se em linha e colaboraram na melhoria da concepção de papagaios. Um professor de História do Médio Oriente começa um blogue após o 11 de setembro, que se torna uma leitura essencial para os jornalistas que cobrem a guerra no Iraque. Ativistas usam a Internet e e-mail para trazerem comentários ofensivos feitos por Trent Lott e Imus Don a público e vão ser perseguidos por estas suas posições.
Algumas pessoas acham que uma enciclopédia on-line criada inteiramente por voluntários e aberta para edição por qualquer um, um wiki, não é uma idéia impraticável. Um grupo amplo de pessoas não relacionadas centram-se num site sobre o roubo de um telemóvel e, finalmente, incitam a polícia de Nova York para agir, levando à prisão do culpado.
Com a aceleração da velocidade, as novas tecnologias das redes sociais estão a evoluir, e nós evoluímos em novos grupos fazendo coisas, de novas maneiras. Não é preciso ter uma página no MySpace para saber que os tempos estão a mudar.
Um dos maiores investigadores da cultura do poder da transformação das novas formas de tecnologia que facilitam a interação social é Clay Shirky, e o livro Here Comes Everybody é um bom exemplo desta investigação. Como Lawrence Lessig sobre o efeito da nova tecnologia em regimes de criação cultural, a avaliação de Shirky sobre o impacto das novas tecnologias sobre a natureza e a utilização de grupos é lúcida e penetrante, que integra os pontos de vista de uma série de outros pensadores através de uma ampla gama de disciplinas e fornece uma estrutura holística para entender as oportunidades e as ameaças à ordem existente que estas novas redes espontâneas de interação social representam. Wikinomics, sim, mas também wikigovernment, wikiculture, grupo de interesse wikievery imagináveis. Uma revolução na organização social começou, e Clay Shirky é o seu cronista brilhante.
Blogue Clay Shirky
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Bibliotecas Públicas como locais de encontro
Public libraries as meeting places conferência do Prof. Ragnar A. Audunson
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Workshop sobre Fotografia "O Rossio na rua da Betesga"
17 outubro, na Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian
A 1 dia do 11º Congresso Nacional BAD realizarm-se muitas visitas técnicas e workshops temáticos com cerca de 200 participantes.
Tive o privilégio de participar na Workshop do Luís Pavão e Margarida Rodrigues, que fizeram uma introdução à conservação e preservação de coleções fotográficas.
Depois de uma introdução às caraterísticas das coleções fotográficas, brevemente aprendemos a reconhecer os suportes, identificação de processos fotográficos, partes constituintes da fotografias, e por fim as formas de deterioração, causas da deterioração, conservação, como fazer o inventário e um plano de preservação.
Ou melhor como o Rossio cabe na rua da Betesga!!!!!
Tanta informação só numa tarde, ainda com visita às câmaras frigoríficas de conservação de documentos da FCG e à pérola chamada "desumidificador químico"!
Aprendi hoje muita coisa e esta expressão lisboeta!
Vivam as bibliotecas vivas!
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Criatividade e bibliotecas académicas
Mal Booth
Presentation for Library 2.012 - an online conference run by the School of Library and Information Science at SJSU.segunda-feira, 1 de outubro de 2012
100 anos da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco
A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco
(V.N. Famalicão) faz 100 anos no dia 5 outubro. 100 anos é muito tempo.
Estive 11 anos da minha vida ao serviço daquela comunidade. Era a minha
2ª casa. Os meus 3 filhos foram educados dentro da biblioteca e lá fiz
grandes amizades. O blogue Viva Biblioteca Viva, que se tornou tão
popular, nasceu no seio da biblioteca e por causa dela. Para a tornar
Viva. Ela continua. Podem-nos tirar tudo, dizia a Maria José Moura mas ficarão para sempre os afetos.
Parabéns a todos os que lá passaram e aos que ainda lá estão: Fernanda Ribeiro, Isabel Maria Rocha Sousa, Manuela Barreto Nunes, Maria João Sampaio, Fátima Magalhães, Glória Pimenta, Luis Silva, Rosa Ribeiro,
Hilário Pereira, Cristina Oliveira, Marco Torrinha, Vitória Triães,
Emília Rodrigues, Margarida Machado, Venâncio Silva, e muitos mais.
Viva
Biblioteca Viva!
sábado, 15 de setembro de 2012
23 Things : comunicação de Michael Stephens IFLA 2012
Michael Stephens
Abstract:
August 2012 marks the six year anniversary of the debut of Learning 2.0, also known as
23 Things,” a professional development program that aims to educate library personnel
bout emerging information technology and foster the confidence they need to explore its
use in the workplace. Utilizing the theory of transformative learning by Mezirow and
other literature concerning adult learning and professional development as a framework,
this paper will report on recent research into the efficacy and impact of the program on
library staff. Surveys and focus groups completed as part of a joint research project with
CAVAL in Australia and Dr. Michael Stephens form the basis for this paper which is
supplemented with ongoing analysis of new data from follow up studies. The analysis
has yielded the following thematic areas of impact and effect: personal practice is
enhanced with knowledge and confidence; impact is mainly personal, but organizational
changes may follow; libraries are using the tools to varying degrees of success, and
organizational blocks prevent use of tools. These findings offer evidence that Learning
2.0 programs can have a positive effect on library staff and their confidence and ability
to use IT and subsequently on the organization itself.
August 2012 marks the six year anniversary of the debut of Learning 2.0, also known as
23 Things,” a professional development program that aims to educate library personnel
bout emerging information technology and foster the confidence they need to explore its
use in the workplace. Utilizing the theory of transformative learning by Mezirow and
other literature concerning adult learning and professional development as a framework,
this paper will report on recent research into the efficacy and impact of the program on
library staff. Surveys and focus groups completed as part of a joint research project with
CAVAL in Australia and Dr. Michael Stephens form the basis for this paper which is
supplemented with ongoing analysis of new data from follow up studies. The analysis
has yielded the following thematic areas of impact and effect: personal practice is
enhanced with knowledge and confidence; impact is mainly personal, but organizational
changes may follow; libraries are using the tools to varying degrees of success, and
organizational blocks prevent use of tools. These findings offer evidence that Learning
2.0 programs can have a positive effect on library staff and their confidence and ability
to use IT and subsequently on the organization itself.
aqui os slides
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
O que significa biblioteca eletrónica para os utilizadores das bibliotecas públicas
Sessão 182 IFLA 2012: What does the e-library mean for the public library users?
Programa e artigos
Programa e artigos
-
Ebooks: has a content divide replaced the digital divide?
Keynote speaker: PATRICK LOSINSKI (Columbus Metropolitan Library, Columbus, Ohio, USA) -
A new mobile approach: peer-to-peer loaning using smartphones
HEINI OIKKONEN and TIMO TUOMINEN (Helsinki City Library, Helsinki, Finland) -
Danish Digital Library powered by "TING" - about Open Source and joined efforts in public libraries
ROLF HAPEL (Citizens' Services and Libraries, Aarhus Kommune, Aarhus, Denmark) -
The library as an online community touch-point
ELAINE NG (National Library Board Singapore, Singapore)
terça-feira, 11 de setembro de 2012
TING um sistema open source para bibliotecas
Rolf Halpe, Director da Biblioteca de Aarhus (Dinamarca) apresenta "TING – an example of e-library innovation" no congresso IFLA 2012
consultar artigo aqui
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Strong libraries = strong societies
sessão IFLA 2012
Strong libraries = strong societies: democratizing access to knowledge through libraries apresentada por Buhle Mbambo-Thata (Chair of the session)
domingo, 9 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Bibliotecas e sustentabilidade
IFLA 2012 sessão 184 "Libraries inspiring and facilitating change towards sustainability"
Bibliotecas que inspiram e facilitam a mudança para a sustentabilidade!
Programa a consultar:
Bibliotecas que inspiram e facilitam a mudança para a sustentabilidade!
Programa a consultar:
-
Libraries as agents of change
VEERLE MINNER VAN NEYGEN (Grupo de Asesoría Documental S.L., Spain) and DANIELLE MINCIO (Bibliothèque cantonale et universitaire de Lausanne Unithèque, Lausanne, Switzerland) -
Sustainability hides in libraries
LEILA SONKKANEN (Helsinki City Library, Helsinki, Finland) -
Normalisation environnementale pour des bibliothèques vertes
AHMED KSIBI (The High Institute of Documentation of Tunisia, University of Manouba, Manouba, Tunis, Tunisia) -
LEED certified libraries: conflicts and resolutions in two case studies
DANIEL CHERUBIN (Hunter College, CUNY, New York, NY, USA) -
GIS - based evaluation of public libraries locations for more sustainable building site selection
ZAHRA ABAZARI, FAHIMEH BABALHAVEAJI (Islamic Azad University, Tehran, Iran) and BEHNAM JAHANGIRIFARD (Public Library of Tehran, Tehran, Iran) -
Closing Remarks
PHILIPPE COLOMB (Bibliothèque publique d'information (Bpi), Paris, France)
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Beyond Access
Apresentação da campanha "Beyond Access" durante o congresso IFLA 2012 - sessão 175 Novos caminhos para as bibliotecas públicas em países em desenvolvimento.
Há mais de 230.000 bibliotecas públicas em todo o mundo. Mais de 70% delas em países em desenvolvimento e com economias em transição. Muitos desses países sofrem de problemas socioeconómicos. Esta campanha tem como objetivo tornar vetores das bibliotecas públicas a evolução e a mudança.
Durante o congresso IFLA 2012 foi apresentada por Megan Volk do IREX ONG Global Libraries Ukrania, que enfatizou o facto do desenvolvimento sustentável no século XXI requerer o domínio da informação. Portanto, as bibliotecas públicas podem desempenhar um papel fundamental na aceleração do desenvolvimento.
A introdução feita por Volk foi seguida por apresentações de Vesna Crnkovic, Biblioteca Jagodina Sérvia, Bwato Robinson, Biblioteca Nacional da Zâmbia e Dev Bashu Dhungana, a Associação de Bibliotecas Comunitárias no Nepal.
A introdução feita por Volk foi seguida por apresentações de Vesna Crnkovic, Biblioteca Jagodina Sérvia, Bwato Robinson, Biblioteca Nacional da Zâmbia e Dev Bashu Dhungana, a Associação de Bibliotecas Comunitárias no Nepal.
Todas as apresentações destacaram o facto de que as bibliotecas públicas serem factores de poder: dão esperança, e elas podem ser uma fonte de inspiração para as sociedades à espera de mudança económica ou social.
Documentos a consultar aqui.
Vivam as bibliotecas vivas!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Comentário sobre o artigo "The Decline and Fall of the Library Empire", Steve Coffman, por Nieves Gonzalez
Decadencia y muerte del imperio bibliotecario
Con el título "Decadencia y muerte del imperio bibliotecario" "The Decline and Fall of the Library Empire", Steve Coffman, pionero de los servicios de referencia virtual y vice presidente de Library Systems & Services LLC (LSSI),
ha escrito un artículo que todo bibliotecario debería leer y del que me
gustaría hacer una reseña y añadirle mis propias reflexiones.
Yo hubiera preferido titular el post "los distintos roles que la
biblioteca debe jugar", pero no se puede negar que el título que le ha
dado es de lo más sugestivo.
El artículo en resumen viene a decir que los bibliotecarios nos hemos
pasado los últimos 30 años soñando con tener un papel central en la
revolución digital que está transformando todo lo que nos rodea, y que
algunos de esos sueños no llegaron ni a despegar.
Entre los proyectos a los que les hemos dedicado ganas y horas, pero que no hemos logrado, Coffman enumera los siguientes:
- Los directorios web. Hubo un tiempo no muy lejano en el que teníamos planes de catalogar toda la web, incluso existía un proyecto colaborativo de catalogación de recursos online llamado CORC, mediante el cual bibliotecarios distribuidos por todo el mundo, certificarían la bondad de los recursos web y se les asignarían los números de la clasificación de Dewey.
Realmente si nos paramos a pensar cuantos sitios web existen, las cifras
serían desorbitadas, teniendo en cuenta que al dia se crean una media de 150.000 nuevas URLs., ¿cuantos sitios web nos tocarían por bibliotecario y día?.
Esto me recuerda las guias por materias o la selección de recursos de
información por áreas temáticas, tareas a las que los bibliotecarios nos
hemos entregado afanosamente en los últimos quince años, usando
tecnologías a nuestra alcance, pero que hoy dia es difícil de acometer
si no se realiza en colaboración con los docentes o expertos en el tema.
Y sobre todo dedicándole mucha atención y tiempo. La selección de
recursos web por materias y su actualización, es una tarea ingente, que
exige mucha dedicación y sobre todo la guía y colaboración de un
experto. En caso contrario no resultan útiles y por lo tanto no se usan.
¿Evaluamos el uso de estas guías por materias, en las que seleccionamos
recursos web?
- La Biblioteca 2.0. Según Coffman, y aún reconociendo que quizás sea demasiado pronto para escribir esto, la Biblioteca 2.0 pretende conseguir que los usuarios interactuen con la biblioteca a través de aplicaciones web, comentando y evaluando los recursos del catálogo, a través de las entradas en los muros de Facebook o de Twitter. Sugiere que esto no se está produciendo y que al contrario, conversamos a través de estos medios sociales con nosotros mismos ya que nuestros usuarios están muy ocupados participando en Amazon, LibraryThing, y otros sitios en los que comparten sus anotaciones sobre los libros que leen. En su explicación, toma como ejemplo un libro muy comentado en LibraryThing o Amazon, pero que tan solo ha obtenido un comentario en la Cleveland Public Library, que sirve a una población de 2 millones de personas. El problema no es que a la gente no les guste estas tecnologías, que les gustan, sino que las bibliotecas son instituciones locales que atienden a comunidades reducidas, en las que un pequeño porcentaje de gente acaba interactuándo en el sitio web, por lo que falta la masa crítica que cree una robusta participación e interacción online. Sin embargo, Amazon, tiene como clientes países e incluso el mundo entero. Para él, la Biblioteca 2.0 no ha conseguido sus objetivos.
De entrada, Coffman reconoce que los usuarios utilizan estos medios
sociales para hablar de libros, para compartir e interactuar, y estamos
de acuerdo con él, en que los resultados que se esperaban no se han
alcanzado. Sin embargo disiento del motivo que da. No creo que la razón
sea el tamaño de la población a la que se sirve ni que a mayor población
servida, mayor participación. Por esa regla de tres, tan solo las
empresas de ámbito nacional o internacional tendrían éxito en la web
social. En este caso, la Biblioteca Nacional debería salvarse, ¿no? Es
verdad que existe la regla de la participación, la famosa ley del 1/9/90,
y eso es lo que debemos esperar de nuestros usuarios, pero siempre que
nuestros contenidos enganchen. Existen servicios muy locales como
son los bares que atraen a su clientela en el twitter cuando les avanzan
las tapas o el menu del dia. El problema no es que sean locales, el
problema es que no les estamos ofreciendo a través de estos medios lo
que realmente les pueda interesar. Y no es problema únicamente de las
bibliotecas, es problema de entender qué quieren nuestros usuarios, qué
son los medios sociales y para qué pueden servir, y depende tambien de
la cultura de la organización. Definir un plan de marketing en los medios sociales
con todos sus pasos, es una tarea pendiente de las empresas, de los
negocios, de las instituciones, las organizaciones y tambien de las
bibliotecas.
Como siempre nos pasa a los bibliotecarios, nos lanzamos a lo último que
sale al mercado con el ánimo de ofrecer mejores servicios, más
adecuados a las necesidades de nuestros usuarios. Pero a mi entender
cometemos dos fallos:
- Nos ponemos a probar cada herramienta, cada aplicación, para ver qué utilidad podríamos obtener con ella para nuestros fines, y eso nos lleva a perder mucho tiempo y energia, y sobre todo, a llegar tarde,
- y no conocemos a nuestros usuarios, no sabemos realmente qué es lo que pueden necesitar de la biblioteca, ante tanta oferta de información a su alrededor.
- Referencia virtual. Es curioso que siendo Coffman, pionero en el movimiento de Referencia Virtual en las bibliotecas, cite este servicio como una de las equivocaciones de las bibliotecas. Para ello se basa en los números, en que no son servicios masivos como tampoco lo es la referencia tradicional, la presencial. Muchas empresas ofrecen respuestas a preguntas de referencia, y continuamente le estamos preguntando a Google, por lo tanto son servicios que las bibliotecas están cerrando por el poco uso que tienen.
Hace un año participé en unas jornadas con un seminario sobre la referencia virtual,
y pude constatar la oferta de este tipo de servicios en las empresas
comerciales. Considero que los servicios a través de la web no
sustituyen en principio los servicios tradicionales, no al menos
mientras sigan siendo útiles estos últimos. Los teléfonos en las
bibliotecas siguen estando aunque no se usen de forma masiva, ya que
constituyen una via más de acceso a la información, de conexión con la
biblioteca, de acercamiento al usuario. Lo mismo ocurre con estos
servicios virtuales de referencia, son un canal más de comunicación. El
problema del poco uso es la falta de visibilidad de estos servicios, la
falta de promoción. Los usuarios no los conocen y sobre todo, no saben
qué respuestas pueden obtener de un bibliotecario. En la Biblioteca de la Universidad de Sevilla,
hace ya tres años que se puso en funcionamiento el sistema de chat con
el programa LibraryH3lp. Aunque se usa, la difusión de este servicio ha
sido muy escasa, si se le preguntara a la comunidad universitaria de
Sevilla si lo conoce, nos llevaríamos una gran sorpresa.
- La intermediación en las búsquedas. Efectivamente, los que llevamos ya un tiempo en esta profesión, recordamos las búsquedas con lenguajes endemoniados, y muy costosas, que tan solo bibliotecarios iniciados podían llevar a cabo en bases de datos especializadas (Dialog). Esa época pasó y hoy la tecnología convierte en innecesaria la intermediacion del bibliotecario. Para Coffman, "lo que convirtió al bibliotecario en experto cualificado de referencia es que un dia fuimos los únicos que podíamos acceder a conjuntos de datos y grandes colecciones de información desde un solo punto, ya fueran libros o bases de datos, y teníamos la formación y las habilidades para localizarla. Pero ya no somos los únicos. La agregación de información en la web excede ampliamente las colecciones impresas o electrónicas de las bibliotecas". Ahora no son necesarias habilidades para encontrar información, ahora lo que importa es el conocimiento de la materia, el área de conocimiento. La Biblioteca como centro de investigación con bibliotecarios especializados que guardan su secreto, llegó y se fue. No es cierto que la gente nos necesite para encontrar información de calidad, porque, dice Coffman, están muy ocupados probando las nuevas tecnologías.
En este punto si estoy bastante de acuerdo. Si quieres información de
referencia, te creas alertas en los recursos electrónicos, sigues en
twitter a un profesional de prestigio, o te añades a su grupo en su
cuenta de Mendeley. Pero creo tambien que los bibliotecarios podemos
jugar un papel importante en el uso de estas tecnologías, si nos espabilamos y dejamos de pensar que ese tema no nos compete.
- Salas de ordenadores. Los dias en que las bibliotecas van a seguir ofreciendo ordenadores de acceso a Internet están contados, ya que la mayoría de los ciudadanos cuentan con dispositivos de acceso a Internet, móviles o fijos, según dicen los informes. En un mundo donde la ubicuidad gana terreno, es difícil encontrar el papel de la biblioteca.
Completamente de acuerdo en cuanto a no seguir ofreciendo ordenadores para acceder a la información e Internet.
- Los eBooks. Muy extensamente, Coffman ilustra y argumenta las razones por las que el negocio de los eBooks no beneficia a las bibliotecas y contribuyen a su desaparición. El uso de los ebooks va en aumento, y está cambiando la forma en la que los libros se producen, venden y leen. El uso de estos libros aumenta en las bibliotecas pero los editores no quieren que las bibliotecas sean parte del negocio de los eBooks, como tampoco quieren que lo sea ninguna iniciativa que pase por el préstamo de los eBooks, como el recientemente lanzado New Kindle Library Lending Program de Amazon. Simon & Schuster, MacMillan, Hachette, y Penguin no van a permitir que sus libros sean prestados por Amazon. Las bibliotecas no son las únicas que prestan y además abundan las ofertas de eBooks a bajos precios y sistemas de suscripción. ¿Qué papel puede jugar la biblioteca en un mercado donde debe negociar las licencias de uso de las colecciones con los proveedores, donde no tiene la propiedad del libro y además en situación de desventaja? Los usuarios pueden encontrar libros de forma gratuita sobre temas minoritarios, o antiguos, sin tener que ir a buscarlos a las bibliotecas, porque Google ya los ha digitalizado, y ofrece 3 millones de libros gratis. Amazon y Barnes & Noble pretenden ofrecer un millón cada uno, más de lo que ofrecen para vender y de lo que puede tener una biblioteca de tipo medio.
La Biblioteca debe preguntarse y pronto, en qué va a trabajar, ya que
según Coffman, determinadas organizaciones están realizando un trabajo
mejor que el que los bibliotecarios pueden hacer, para satisfacer las
necesidades de información de sus usuarios de forma online. El problema
es que las bibliotecas y los bibliotecarios, según Coffman, tienen poco
que hacer para remediar esta situación.
Muchos usuarios e incluso bibliotecarios, prefieren las descripciones de
los libros en los catálogos comerciales, que en los catálogos de las
bibliotecas. Nuestros usuarios participan y comparten sus gustos
literarios en espacios de la web como LibraryThing, Amazon y otras
comunidades de la web social.
Para concluir, Coffman afirma que nuestras aspiraciones han excedido
nuestras habilidades, hemos jugado un papel muy importante en la
revolución digital, que ha transformado la industria de la información y
la edición, en las pasadas décadas. Las bibliotecas han preservado y
catalogado colecciones de libros que Google ha escaneado masivamente.
Algunas bibliotecas, y esto es una noticia que acabo de leer, como las
de Harvard, acaban de poner en abierto 12 millones de registros bibliográficos.
El sueño de la biblioteca electrónica se hizo realidad pero son otros sus propietarios y los que la gestionan.
Aún así, quedan muchas incógnitas como qué pasará con el acceso en
movimiento, el impacto del móvil en los servicios bibliotecarios, qué
pasará con las páginas webs frente a las apps (Aplicaciones móviles)....
Coffman termina con un dilema que suscribo: Quizás deberíamos olvidarnos
de la biblioteca electrónica y volver los ojos a la biblioteca física y
los libros físicos, o mejor, quizás, tengamos nuevos roles que jugar en
el mundo digital o viejos roles pero jugados de forma diferente, en
nuevas e innovadoras direcciones.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Boas Férias
Nuvem de palavras a partir do título de todas as propostas aceites (comunicações, posters e painéis) para o próximo 11º congresso BAD.
Boas e grandes férias!
Até setembro :)
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Novidades EU Kids Online
Towards a better internet for children <http://www2.lse.ac.uk/media@ lse/research/EUKidsOnline/EU% 20Kids%20III/Reports/ EUKidsOnlinereportfortheCEOCoa lition.pdf> : findings and recommendations from EU Kids Online to inform the CEO coalition (1st June 201
Listen to Sonia Livingstone's presentation <http://www.slideshare.net/ sonialivingstone/eu-kids- online-ppt-may-2012-13028427> : 'Understanding the relation between risk and harm: theory, evidence and policy regarding children's internet use'
Book to be published on 18th July <http://www.policypress.co.uk/ display.asp?K=9781847428820& sf1=keyword&st1=livingstone&m= 2&dc=8> - Children, risk and safety on the internet: research and policy challenges in comparative perspective
Visit www.eukidsonline.net <http://www.eukidsonline.net/> for all reports and project information. Please pass on this message to others likely to be interested in our work.
The EU Kids Online network
Project website: http://www.eukidsonline.net/ <https://exchange.lse.ac.uk/ exchweb/bin/redir.asp?URL= http://www.eukidsonline.net/>
Join our mailing list here: http://www.lse.ac.uk/ collections/EUKidsOnline/ MailingList.htm <http://www.lse.ac.uk/ collections/EUKidsOnline/ MailingList.htm>
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Book to be published on 18th July <http://www.policypress.co.uk/
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