| Moreira,João MendesCarvalho,José Saraiva, Ricardo Rodrigues, Eloy | |
| Palavras-chave: | Repositórios Repositories Acesso livre Open access |
| Data: | Abr-2010 |
| Editora: | Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (APBAD) |
| Citação: | MOREIRA, João Mendes [et al.] - Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal : uma ferramenta ao serviço da ciência portuguesa. In CONGRESSO NACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS, ARQUIVISTAS E DOCUMENTALISTAS, 10, Guimarães, Portugal, 2010 – “Políticas de informação na sociedade em rede : actas” [CD-ROM]. [S.l.] : APBAD, 2010. ISBN 978-972-9067-39-6. |
| Resumo: | A presente comunicação visa apresentar e dar a conhecer o projecto Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) e respectiva evolução, desde a sua génese até à actualidade. Começando-se por fazer uma retrospectiva histórica do movimento OA em Portugal, apresenta-se seguidamente os objectivos iniciais e a evolução do projecto RCAAP. A descrição dos serviços disponibilizados no âmbito do RCAAP, nomeadamente o portal de pesquisa, o validador de repositórios, o Serviço de Alojamento de Repositórios Institucionais, o Repositório Comum, as integrações com outros sistemas (DeGóis e B-On), o Serviço de Apoio, os serviços de divulgação, disseminação e formação, quer na vertente do merchandizing tradicional, quer na vertente Web 2.0- bem como a apresentação de vários indicadores que atestam a sua evolução francamente expressiva, constituem a componente central deste texto. Finalmente, apresentam-se algumas perspectivas de trabalho futuro a realizar durante o ano 2010 (destacando-se o projecto-piloto de repositório de dados científicos, a integração com as iniciativas de acesso livre do Brasil e o projecto europeu OpenAIRE) e conclui-se com a identificação dos principais desafios esperados no médio/longo prazo. This paper aims to present and publicize the project Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (Portugal Open Access Science Repository) – RCAAP, and its evolution from its origins to the present. After starting with an historical review of the OA movement in Portugal, the initial objectives and stages progress of the project RCAAP are then presented. The description of the services provided in RCAAP, including the search portal, the repository validator, the Hosting Service of Institutional Repositories, the Comum (Shared) Repository, integrations with other systems (DeGóis and B-On), the advertisement, dissemination and training services, both on the traditional merchandising and Web 2.0, and the presentation of several indicators that demonstrate the significant evolution of the project is the central component of this text. Finally, prospects for future work to be undertaken during the year 2010 (in particular, the pilot on scientific data repositories, integration with the open access initiatives in Brazil and the European project OpenAire) are presented and the text concludes with the identification of the main challenges expected in the medium to long term. |
| URI: | http://comum.rcaap.pt/handle/123456789/478 |
| ISBN: | 978-972-9067-39-6 |
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal : uma ferramenta ao serviço da ciência portuguesa
Artigo no RCAAP
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
A Biblioteca 2.0: oportunidades e desafios para as bibliotecas do século XXI
18 Novembro 2010
Sala de Leitura da Biblioteca Pública de Évora
PROGRAMA [Pdf] | ||
09h00 - 09h30 | Recepção dos participantes | |
09h30 - 09h45 | Sessão de Abertura | |
09h45h - 10h30 | Olivier Le Deuff, Universidade Europeia da Bretanha [CV] | |
Library 2.0 and the Culture of Information [Resumo] | ||
10h30 – 11h00 | Pausa para café | |
11h00 – 12h00 | ||
Mesa redonda: A Biblioteca 2.0 e as bibliotecas portuguesas: oportunidades e desafios | ||
12h00 – 12h20 | Luísa Alvim, Casa de Camilo. Museu e Centro de Estudos [CV] | |
Da blogosfera ao Facebook: o paradigma da comunicação nas bibliotecas portuguesas [Resumo] | ||
12h20 – 12h40 | Gaspar Matos, Biblioteca Municipal de Sines [CV] | |
Blogo agora que estão a morrer…ou não? : blogues como ferramentas de apoio às tarefas de promoção da leitura [Resumo] | ||
12h40 – 13h00 | Debate | |
13h00 – 14h30 | Almoço | |
14h30 – 14h50 | ||
Mundos virtuais: que vida existe no Second Life? [Resumo] | ||
14h50 – 15h10 | Pedro Príncipe, Serviços de Documentação. Universidade do Minho [CV] | |
Conteúdos para dispositivos móveis: uma oportunidade para as bibliotecas [Resumo] | ||
http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2329557215h10 – 15h30 | Maria José Amândio, Bibliotecas Municipais de Oeiras [CV] | |
Serviços de Referência e In(formação) 3.0 em tempos de Web 2.0: novas perspectivas [Resumo] | ||
15h30 – 15h50 | Filipe Bento, Universidade de Aveiro, [CV] | |
Catálogo 2.0 : nascido na Biblioteca, criado na Comunidade [Resumo] | ||
15h50 – 16h15 | Debate | |
16h15 – 16h45 | Pausa para café | |
16h45 – 17h05 | Paulo Leitão, Fundação Calouste Gulbenkian e CIDEHUS-UE [CV] | |
Conteúdo gerado pelos utilizadores e “inteligência das multidões”: desafios para as bibliotecas [Resumo] | ||
17h05 – 17h25 | Paulo Jorge Sousa, Câmara Municipal de Ponte de Lima [CV] | |
Uma estratégia para a Web 2.0 [Resumo] | ||
17h25 – 18h00 | Debate e Encerramento | |
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
VI Conferências do Cenáculo
“A Biblioteca 2.0: oportunidades e desafios para as bibliotecas do século XXI”
18 de Novembro de 2010 – Sala de Leitura da Biblioteca Pública de Évora.
Vivam as bibliotecas vivas
terça-feira, 26 de outubro de 2010
artlibraries.net –Virtual Catalogue for Art History and the Future of Art Bibliography
4th General artlibraries.net meeting
Lisbon, Calouste Gulbenkian Foundation, October 28-30, 2010
Lisbon, Calouste Gulbenkian Foundation, October 28-30, 2010
Thursday, 28 October 2010
Thematic Session: The Future of Art Bibliography (FAB) initiative
10:00h
Welcome
Drª Teresa Patrício Gouveia, Trustee to the board of the Calouste Gulbenkian Foundation
Dr. José Afonso Furtado, Director of the Calouste Gulbenkian Art Library.
10:15 h
Introduction: The ‘crisis’ of art bibliography
Jan Simane, Chief librarian, Kunsthistorisches Institut in Florenz, Chair IFLA Art Libraries Section
10:45 h
The ‘Future of Art Bibliography (FAB)’ initiative : introduction and summary
Kathleen Salomon, Assistant Director, Getty Research Institute
11:15 h – 11:30 h
Coffee Break
11:30 h
Meta catalogues and search engines : artlibraries.net and the state of the art
Rüdiger Hoyer, Chief Librarian, Zentralinstitut für Kunstgeschichte, Munich
12:00 h
Let a thousand flowers bloom: integrating proprietary and open access content
Carole Ann Fabian, Director, Avery Architectural & Fine Arts Library, Columbia University
12:00-12:30 h
Discussion
12:30 – 14:00
Lunch (offered by the Gulbenkian Foundation)
Thematic Session: The Future of Art Bibliography (FAB) initiative
10:00h
Welcome
Drª Teresa Patrício Gouveia, Trustee to the board of the Calouste Gulbenkian Foundation
Dr. José Afonso Furtado, Director of the Calouste Gulbenkian Art Library.
10:15 h
Introduction: The ‘crisis’ of art bibliography
Jan Simane, Chief librarian, Kunsthistorisches Institut in Florenz, Chair IFLA Art Libraries Section
10:45 h
The ‘Future of Art Bibliography (FAB)’ initiative : introduction and summary
Kathleen Salomon, Assistant Director, Getty Research Institute
11:15 h – 11:30 h
Coffee Break
11:30 h
Meta catalogues and search engines : artlibraries.net and the state of the art
Rüdiger Hoyer, Chief Librarian, Zentralinstitut für Kunstgeschichte, Munich
12:00 h
Let a thousand flowers bloom: integrating proprietary and open access content
Carole Ann Fabian, Director, Avery Architectural & Fine Arts Library, Columbia University
12:00-12:30 h
Discussion
12:30 – 14:00
Lunch (offered by the Gulbenkian Foundation)
14:00 – 15:30 h
Presentation of two prototypes for a “unified discovery experience” for the history of art:
a) OCLC proposal : aggregating discipline-based information in the OCLC environment
Jim Michalko, Vice President, OCLC Research, San Mateo, CA
b) Hybrid proposal : search engine based upon Solr/Lucene technology
Joseph Shubitowski, Head. Library Informations Systems, Getty Research Institute, Los Angeles
15.30-15:45 h
Coffee break
15:45 - 17:00 h
Discussion
17:00 h
Guided visit to the Calouste Gulbenkian Art Library (http://www.biblarte.gulbenkian.pt)
Friday, 29 October 2010, 10:00 h – 16:00 h
10:00 h – 11:15 h
Keynotes:
Understanding KVK, the technical base of artlibraries.net
Uwe Dierolf, Head of IT, Library of the Karlsruhe Institute of Technology (KIT)
Et in Arcadia ego? A Consortial Adventure in the Transitory Landscape of Art Information
Deborah Kempe, Chief of Collections Management & Access, The Frick Collection, Frick Art
Reference Library / Lily Pregill, NYARC Project Coordinator & Systems Manager, The Frick
Collection, Frick Art Reference Library
11:15 – 11:30 h
Coffee break
11:30 – 16:00 h
Reports from the board, with discussion of each topic:
Presentation of new committee volunteers
Report on committee meetings
Possible technical developments (e.g.: improved presentation of hitlits, possibility of special icon for
electronic resources, artlibraries.net and mobile phones, artlibraries.net and Google Scholar)
Statistics
Financial situation (e.g: income through advertising and connection of commercial targets; possibility
of lowering maintenance costs)
Public relations
Presentation of new target systems and of current requests or interests for participation (e.g.:
Bibliothek Werner Oechslin, Harvard Fine Arts Library, BIMUS Madrid, Bibliothèque du Musée du
Quai Branly, additional Scandinavian libraries)
artlibraries.net and the IFLA Art Libraries Section
(Lunch, offered by the Gulbenkian Foundation, from 13:00 to 14:00 h)
16:00 h
Guided visit to the Calouste Gulbenkian Museum
(http://www.museu.gulbenkian.pt/main.asp?lang=en)
20.00 h
Dinner in a Fado Restaurant (requires inscription on site; price depending on the number of
participants)
Saturday, 30 October 2010
Library visits and excursions (optional)
To register, please send an e-mail to Paulo Leitão
pjleitao@gulbenkian.pt
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Apresentação livro PRESERVMAP - um roteiro da preservação na era digital
No próximo dia 26 de Outubro, pelas 17h30, vai ter lugar a sessão de apresentação do livro PRESERVMAP – Um roteiro da preservação na Era Digital, fruto do trabalho de investigação de doutoramento da Maria Manuela Pinto, uma das minhas professoras de referência durante a Licenciatura em Ciência de Informação, FLUP/FEUP.
A sessão terá lugar na Sala de Reuniões da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2º Piso). A obra será apresentada pelo Professor Doutor Óscar Mealha, da Universidade de Aveiro.
sábado, 23 de outubro de 2010
Conferência Redes Sociais e Bibliotecas
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Conferência | As Redes Sociais e as Bibliotecas
22 Outubro
auditório da Biblioteca Municipal da Batalha
Discutir o tema das Redes Sociais ao serviço das Bibliotecas e da leitura constitui o grande objectivo da Conferência “AS REDES SOCIAIS E AS BIBLIOTECAS: NOVOS PARADIGMAS, NOVOS LEITORES? ”
O tema, que se reveste de grande actualidade, tem motivado da parte de inúmeros especialistas diferentes pareceres, com distintos argumentos e múltiplas sustentações.
As Redes Sociais, que podem operar em diferentes níveis, permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua actividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.
Em que medida beneficiarão as Redes Sociais as Bibliotecas? Alcançar-se-á, com maior facilidade recorrendo a estas redes, os diferentes públicos? Como construir a mensagem em canais como o Facebook, o Hi5 ou o Flickr? Estas e outras questões serão abordadas nesta conferência que contará com um painel de especialistas com investigação produzida nestas matérias.
O tema, que se reveste de grande actualidade, tem motivado da parte de inúmeros especialistas diferentes pareceres, com distintos argumentos e múltiplas sustentações.
As Redes Sociais, que podem operar em diferentes níveis, permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua actividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.
Em que medida beneficiarão as Redes Sociais as Bibliotecas? Alcançar-se-á, com maior facilidade recorrendo a estas redes, os diferentes públicos? Como construir a mensagem em canais como o Facebook, o Hi5 ou o Flickr? Estas e outras questões serão abordadas nesta conferência que contará com um painel de especialistas com investigação produzida nestas matérias.
Programa
9h30 - recepção
10h14 - A relação das crianças com a televisão e a internet | Sara Pereira | Universidade do Minho
10h45 - Impossível não estar no Facebook! Situação e tendências das bibliotecas portuguesas | Luísa Alvim | Casa de Camilo
14h00 - E-marketing para bibliotecas | António Santos | Divisão de Documentação do Centro de estudos Fiscais da DGI
14h30 - O Papalagui : blogue de promoção à biblioteca itinerante de Proença-a-Nova | Nuno Marçal | bibliotecário de Proença-a-Nova
15h30 - As Redes sociais e as Bibliotecas em Espanha | Roberto Soto Arranz | Presidente da ACLEBIM
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Isabel Sousa
A Isabel deixou-nos. Fica o que muito fez pela Leitura Pública em Portugal. Sempre com os olhos no futuro, a desejar sempre o melhor para as bibliotecas, a correr por elas, e a transgredir o nosso movimento lento de fazer as coisas. Para todos os profissionais um exemplo. Uma força que tem que ser maior que a morte.
Ela tornou vivas as bibliotecas.
Ela tornou vivas as bibliotecas.
Deixo aqui um artigo publicado num jornal regional em Jan. 07
"Isabel Sousa não é uma mulher de consensos. E assume. O seu extenso e prestigiado currículo é também marcado pela divergência que as suas ideias e atitudes suscitam. Mas será possível a iniciativa e o dinamismo sem, pelo caminho, criar fracturas? Muitas vezes, não. «O meu feitio também é complicado», confessa.
Nascida na zona da Praia da Granja, após a licenciatura em História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a pós-graduação em Ciências Documentais pela Universidade de Coimbra, Isabel Sousa correu o país enquanto arquivista e bibliotecária. Foi nestas funções que trabalhou e colaborou com várias bibliotecas do Norte do país e trabalhou entre 1989 e 1990 com o professor e historiador José Mattoso na Comissão de Reforma e Reestruturação do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, o mais importante espólio nacional.
O trabalho desenvolvido ao longo da carreira não passou despercebido mesmo ao mais alto nível e em 2000 aceita o convite do ministro Manuel Maria Carrilho para Comissária Nacional do Ano do Livro e da Leitura. O ano seguinte surpreende-a com outro desafio irrecusável. Isabel de Sousa arregaça as mangas para conceber e desenvolver o Centro de Arquivo e Documentação da recém-criada NTV (televisão do Norte), canal por cabo já extinto.
A assessoria cultural da Câmara Municipal de S. João da Madeira é assumida no final de 2002 e é nesse papel que idealiza e põe no terreno a reconhecida Poesia à Mesa, estreada no Dia Mundial da Poesia de 2003. Em parceria com associações e instituições do concelho, mas também com o comércio local (desde quiosques a cafés e bares), esta iniciativa pretendia fazer nascer a paixão da leitura de poesia nas pessoas comuns. O sucesso desde logo alcançado tornou-a obrigatória no panorama cultural do concelho, até hoje.
A 12 de Abril de 2003, o suplemento DNA do Diário de Notícias elogiava a originalidade de Poesia à Mesa: «Pôr os habitantes de S. João da Madeira a ler mais poesia era o objectivo primeiro – mas só o requinte e a beleza de nos sentarmos à mesa de um café e termos um poema para ler merecia uma vista especial à cidade! Parabéns!» Em 2004, o ministro Pedro Roseta não resistiu e mostrou em público os seus dotes de declamador.
Para a Biblioteca Municipal de Espinho, que dirige desde 2005, Isabel Sousa afirma ter em conjunto com a vereação da cultura da Câmara Municipal muitos projectos em mente, contudo, grande parte só serão materializados após a mudança para as novas instalações. «Quero sair daqui o mais rápido possível», diz, referindo-se ao espaço ocupado pela biblioteca no Salão Nobre da Piscina Solário Atlântico, na rua 6. Na Área Metropolitana do Porto, Espinho é o único concelho sem uma biblioteca construída propositadamente para o efeito.
E, por fim, entre os milhares de papéis e livros que cercam a sua secretária, surge a pergunta típica para um bibliotecária. O que gosta de ler? «Leio tudo o que tem que ver com a profissão, muitos ensaios. De resto, gosto do espanhol Enrique Vila-Matas, dos portugueses Urbano Tavares Rodrigues e José Luís Peixoto, e da poesia de Manuel António Pina».
Desde que chegou a Espinho, a biblioteca tem servido de anfitriã a debates e colóquios sobre os mais variados temas. Em Dezembro, no colóquio ‘Biblioteca para Todos’, comemorativo do Dia Internacional do Deficiente, o jornalista Carlos Magno imputava a sua presença como moderador à amizade e admiração que o une a Isabel Sousa desde os tempos da faculdade. “Um dia, o Francisco José Viegas chamou-a de Rosa Mota das bibliotecas”.
"Isabel Sousa não é uma mulher de consensos. E assume. O seu extenso e prestigiado currículo é também marcado pela divergência que as suas ideias e atitudes suscitam. Mas será possível a iniciativa e o dinamismo sem, pelo caminho, criar fracturas? Muitas vezes, não. «O meu feitio também é complicado», confessa.
Nascida na zona da Praia da Granja, após a licenciatura em História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a pós-graduação em Ciências Documentais pela Universidade de Coimbra, Isabel Sousa correu o país enquanto arquivista e bibliotecária. Foi nestas funções que trabalhou e colaborou com várias bibliotecas do Norte do país e trabalhou entre 1989 e 1990 com o professor e historiador José Mattoso na Comissão de Reforma e Reestruturação do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, o mais importante espólio nacional.
O trabalho desenvolvido ao longo da carreira não passou despercebido mesmo ao mais alto nível e em 2000 aceita o convite do ministro Manuel Maria Carrilho para Comissária Nacional do Ano do Livro e da Leitura. O ano seguinte surpreende-a com outro desafio irrecusável. Isabel de Sousa arregaça as mangas para conceber e desenvolver o Centro de Arquivo e Documentação da recém-criada NTV (televisão do Norte), canal por cabo já extinto.
A assessoria cultural da Câmara Municipal de S. João da Madeira é assumida no final de 2002 e é nesse papel que idealiza e põe no terreno a reconhecida Poesia à Mesa, estreada no Dia Mundial da Poesia de 2003. Em parceria com associações e instituições do concelho, mas também com o comércio local (desde quiosques a cafés e bares), esta iniciativa pretendia fazer nascer a paixão da leitura de poesia nas pessoas comuns. O sucesso desde logo alcançado tornou-a obrigatória no panorama cultural do concelho, até hoje.
A 12 de Abril de 2003, o suplemento DNA do Diário de Notícias elogiava a originalidade de Poesia à Mesa: «Pôr os habitantes de S. João da Madeira a ler mais poesia era o objectivo primeiro – mas só o requinte e a beleza de nos sentarmos à mesa de um café e termos um poema para ler merecia uma vista especial à cidade! Parabéns!» Em 2004, o ministro Pedro Roseta não resistiu e mostrou em público os seus dotes de declamador.
Para a Biblioteca Municipal de Espinho, que dirige desde 2005, Isabel Sousa afirma ter em conjunto com a vereação da cultura da Câmara Municipal muitos projectos em mente, contudo, grande parte só serão materializados após a mudança para as novas instalações. «Quero sair daqui o mais rápido possível», diz, referindo-se ao espaço ocupado pela biblioteca no Salão Nobre da Piscina Solário Atlântico, na rua 6. Na Área Metropolitana do Porto, Espinho é o único concelho sem uma biblioteca construída propositadamente para o efeito.
E, por fim, entre os milhares de papéis e livros que cercam a sua secretária, surge a pergunta típica para um bibliotecária. O que gosta de ler? «Leio tudo o que tem que ver com a profissão, muitos ensaios. De resto, gosto do espanhol Enrique Vila-Matas, dos portugueses Urbano Tavares Rodrigues e José Luís Peixoto, e da poesia de Manuel António Pina».
Desde que chegou a Espinho, a biblioteca tem servido de anfitriã a debates e colóquios sobre os mais variados temas. Em Dezembro, no colóquio ‘Biblioteca para Todos’, comemorativo do Dia Internacional do Deficiente, o jornalista Carlos Magno imputava a sua presença como moderador à amizade e admiração que o une a Isabel Sousa desde os tempos da faculdade. “Um dia, o Francisco José Viegas chamou-a de Rosa Mota das bibliotecas”.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Open Access Week 2010
Uma semana para promover o acesso livre em Portugal e no mundo.
De 18 a 24 de Outubro de 2010
Em Portugal, por iniciativa, no âmbito do projecto RCAAP, surge um site que pretende congregar todas as actividades e informações úteis sobre a promoção e realização em Portugal do evento internacional Open Access Week, promovido pelo SPARC (Scholarly Publishing and Academic Resources Coalition).
Evento global no sítio web aqui.
Open Access, “Acesso Livre” (ou “Acesso Aberto”) significa a disponibilização livre na Internet de cópias gratuitas, online, de artigos de revistas científicas revistos por pares (peer-reviewed), comunicações em conferências, bem como relatórios técnicos, teses e documentos de trabalho.
Existem vários mal entendidos sobre o Acesso Livre. Não é auto-publicação, nem uma forma de ultrapassar o processo de revisão pelos pares (peer-review) e publicação, nem é uma forma alternativa para publicação a baixo preço. É simplesmente uma forma de tornar os resultados de investigação acessíveis livremente online para toda a comunidade científica.
Vivam as bibliotecas vivas!
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
FESABID 2011
XII JORNADAS ESPAÑOLAS DE DOCUMENTACIÓN. FESABID 20
una profesión, un futuro
Málaga, 25, 26 e 27 de Maio de 2011
aberto o prazo de comunicações e propostas de actividades profissionais
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Artigos das IV Jornadas BUCLE sobre Bibliotecas Universitárias
Artigos completos das Jornadas BUCLE Bibliotecas universitarias: evolución e innovación, que decorreu em Ávila, 16 e 17 de Setembro de 2010.
Adaptación de las bibliotecas universitarias a las nuevas demandas educativas / Martín Rodero, Helena
La adaptación de las bibliotecas universitarias a las nuevas demandas educativas / Barrionuevo, Leticia
La adaptación de las bibliotecas universitarias a las nuevas demandas educativas: colecciones y recursos / Díaz Bergantiños, Encarnación
ALFIN en los títulos de Grado de la Universidad de Burgos / Fernández Fernández, Rocío
Análisis de la inversión en revistas electrónicas en la Universidad de Salamanca / Gutiérrez Palacios, Lourdes
Las aulas virtuales de apoyo a la docencia y la investigación / Sánchez Suárez, José A
Las bibliotecas universitarias y el acceso abierto a la comunicación científica / Ferreras Fernández, Tránsito
Biblioteca Universitaria de León 2.0 / Martínez Casado, Luis Ignacio
BiblosMetría: índices de citas, impacto y calidad de las revistas / Lorite, Manuel
Cambio tecnológico, reforma educativa e innovación en bibliotecas: mesa redonda / Calderón Rehecho, Andoni
Cambio tecnológico, reforma educativa e innovación en bibliotecas: mesa redonda / Rodríguez Bravo, Blanca
Comunicar, colaborar, aprender: el caso de la intranet de la Biblioteca de la Universidad de Burgos / Sedano Ruiz, Ana Esther; Gómez Rivero, María Begoña
El CRAI del Campus Ciudad Jardín / López Lucas, Jesús; García Beneitez, Jesús; Hernández Hermosa, Margarita; Rodríguez Maestre, Isabel; Calle, Concepción de la; Macías Sánchez, Hortensia Teresa; Mayordomo Moro, María Tomasa
Desarrollo tecnológico y sus aplicaciones en las bibliotecas / Carrión Gútiez, José Antonio
Dialnet en la UVA: [implementación de servicios, y mejoras en cuanto a interconexión con almena y directorio de autores] / Stolle Arranz, Azucena
Evolución del préstamo interbibliotecario en la Universidad de Salamanca, 1992-2010 / Delgado Cruz, Severiano
Evolución y cambio en la Universidad Actual / González Bueno, Luis Ángel
Experiencias de la Web social en la Biblioteca de la UNED / Frisuelos Berbería, Leire; Tejada Carrasco, Beatriz
La gestión centralizada de la adquisición de la colección de la BUBU. Un modelo de optimización de recursos y de gestión de la información / Díaz Bergantiños, Encarnación
El libro electrónico en la biblioteca digital: modelos de negocio y políticas de precios / Cordón García, José Antonio; Martín Rodero, Helena; Alonso Arévalo, Julio
¿Podemos cambiar? Un reto para la Biblioteca de la Universidad de Extremadura / Mateos Fernández, María Teresa; Gómez-Pantoja Fernández-Salguero, Aurora
Un proyecto de préstamo interbibliotecario consorciado / Puente Bujidos, Isabel de la
Proyectos CRAI en la UVA: el campus de Segovia / Lecanda Meschede, Isabel
Redefiniendo la cooperación bibliotecaria / Martín Rodríguez, Fernando; Asenjo Rodríguez, Santiago; Merlo Vega, José Antonio; Carnicer Arribas, Soledad
Reinventando la biblioteca / Miguel Murado, Carmen de
Las sesiones técnicas de trabajo: una apuesta por la comunicación y la participación en la Biblioteca Universitaria de León / Cós González-Taladriz, Lucía de
Soporte Técnico y Servicios TIC de la Biblioteca para la adecuación al EEES / García Primo, Aurelio; Ramos Rodríguez, Juan Carlos
Vivam as bibliotecas vivas
Adaptación de las bibliotecas universitarias a las nuevas demandas educativas / Martín Rodero, Helena
La adaptación de las bibliotecas universitarias a las nuevas demandas educativas / Barrionuevo, Leticia
La adaptación de las bibliotecas universitarias a las nuevas demandas educativas: colecciones y recursos / Díaz Bergantiños, Encarnación
ALFIN en los títulos de Grado de la Universidad de Burgos / Fernández Fernández, Rocío
Análisis de la inversión en revistas electrónicas en la Universidad de Salamanca / Gutiérrez Palacios, Lourdes
Las aulas virtuales de apoyo a la docencia y la investigación / Sánchez Suárez, José A
Las bibliotecas universitarias y el acceso abierto a la comunicación científica / Ferreras Fernández, Tránsito
Biblioteca Universitaria de León 2.0 / Martínez Casado, Luis Ignacio
BiblosMetría: índices de citas, impacto y calidad de las revistas / Lorite, Manuel
Cambio tecnológico, reforma educativa e innovación en bibliotecas: mesa redonda / Calderón Rehecho, Andoni
Cambio tecnológico, reforma educativa e innovación en bibliotecas: mesa redonda / Rodríguez Bravo, Blanca
Comunicar, colaborar, aprender: el caso de la intranet de la Biblioteca de la Universidad de Burgos / Sedano Ruiz, Ana Esther; Gómez Rivero, María Begoña
El CRAI del Campus Ciudad Jardín / López Lucas, Jesús; García Beneitez, Jesús; Hernández Hermosa, Margarita; Rodríguez Maestre, Isabel; Calle, Concepción de la; Macías Sánchez, Hortensia Teresa; Mayordomo Moro, María Tomasa
Desarrollo tecnológico y sus aplicaciones en las bibliotecas / Carrión Gútiez, José Antonio
Dialnet en la UVA: [implementación de servicios, y mejoras en cuanto a interconexión con almena y directorio de autores] / Stolle Arranz, Azucena
Evolución del préstamo interbibliotecario en la Universidad de Salamanca, 1992-2010 / Delgado Cruz, Severiano
Evolución y cambio en la Universidad Actual / González Bueno, Luis Ángel
Experiencias de la Web social en la Biblioteca de la UNED / Frisuelos Berbería, Leire; Tejada Carrasco, Beatriz
La gestión centralizada de la adquisición de la colección de la BUBU. Un modelo de optimización de recursos y de gestión de la información / Díaz Bergantiños, Encarnación
El libro electrónico en la biblioteca digital: modelos de negocio y políticas de precios / Cordón García, José Antonio; Martín Rodero, Helena; Alonso Arévalo, Julio
¿Podemos cambiar? Un reto para la Biblioteca de la Universidad de Extremadura / Mateos Fernández, María Teresa; Gómez-Pantoja Fernández-Salguero, Aurora
Un proyecto de préstamo interbibliotecario consorciado / Puente Bujidos, Isabel de la
Proyectos CRAI en la UVA: el campus de Segovia / Lecanda Meschede, Isabel
Redefiniendo la cooperación bibliotecaria / Martín Rodríguez, Fernando; Asenjo Rodríguez, Santiago; Merlo Vega, José Antonio; Carnicer Arribas, Soledad
Reinventando la biblioteca / Miguel Murado, Carmen de
Las sesiones técnicas de trabajo: una apuesta por la comunicación y la participación en la Biblioteca Universitaria de León / Cós González-Taladriz, Lucía de
Soporte Técnico y Servicios TIC de la Biblioteca para la adecuación al EEES / García Primo, Aurelio; Ramos Rodríguez, Juan Carlos
Vivam as bibliotecas vivas
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Google e o futuro dos livros
¿Cómo podremos navegar a través del horizonte de la información que apenas empieza a aparecer a la vista? La pregunta es más urgente que nunca después del reciente convenio firmado entre Google y los autores y editores que estaban demandando a esta empresa por supuesta violación de la ley de derechos de autor. En los últimos cuatro años Google ha estado digitalizando millones de libros de las colecciones de las más grandes bibliotecas de investigación, incluyendo muchos que están cubiertos por derechos de autor, y ha estado permitiendo que se pueda buscar los textos en línea. Los autores y editores argumentaron que la digitalización constituía una violación de sus derechos de autor. Después de prolongadas negociaciones, los demandantes y Google acordaron un convenio que en el futuro inmediato tendrá un efecto profundo en la manera como los libros llegarán a los lectores. ¿Cómo será ese futuro?
Nadie lo sabe, porque el acuerdo es tan complejo que es difícil percibir los contornos legales y económicos en las nuevas realidades. Pero aquellos de nosotros que somos responsables de bibliotecas de investigación, tenemos una clara visión de una meta común: queremos abrir nuestras colecciones y hacer que estén disponibles para los lectores de todo lugar. ¿Cómo llegar allí? La única táctica factible podría ser la vigilancia: ver tan lejos como se pueda y, mientras se mantiene los ojos sobre el camino, recuérdese mirar al espejo retrovisor.
Cuando miro hacia atrás, fijo mi mirada en el siglo XVIII, la Ilustración , su fe en el poder del conocimiento y en el mundo de ideas en el que éste operaba: lo que los ilustrados llamaban la República de las Letras.
El siglo XVIII imaginaba a la República de las Letras como un reino sin policía, sin fronteras y sin otras desigualdades que aquellas determinadas por el talento. Cualquiera podía unírsele ejercitando los dos principales atributos de la ciudadanía, la escritura y la lectura. Los escritores formulaban ideas y los lectores las juzgaban. Gracias al poder de la palabra escrita, las opiniones se difundían en círculos crecientes, y ganaban los argumentos más fuertes.
La palabra también se difundía por medio de cartas escritas, pues el siglo XVIII fue una gran era para el intercambio epistolar. Recórrase leyendo la correspondencia de Voltaire, Rousseau, Franklin y Jefferson (cada una compuesta por cerca de cincuenta volúmenes) y se podrá ver la República de Letras en acción. Todos estos cuatro escritores debatían todos los temas de su tiempo en una constante corriente de cartas que cruzaba Europa y América en todas direcciones a través de una red trasatlántica de información.
Nadie lo sabe, porque el acuerdo es tan complejo que es difícil percibir los contornos legales y económicos en las nuevas realidades. Pero aquellos de nosotros que somos responsables de bibliotecas de investigación, tenemos una clara visión de una meta común: queremos abrir nuestras colecciones y hacer que estén disponibles para los lectores de todo lugar. ¿Cómo llegar allí? La única táctica factible podría ser la vigilancia: ver tan lejos como se pueda y, mientras se mantiene los ojos sobre el camino, recuérdese mirar al espejo retrovisor.
Cuando miro hacia atrás, fijo mi mirada en el siglo XVIII, la Ilustración , su fe en el poder del conocimiento y en el mundo de ideas en el que éste operaba: lo que los ilustrados llamaban la República de las Letras.
El siglo XVIII imaginaba a la República de las Letras como un reino sin policía, sin fronteras y sin otras desigualdades que aquellas determinadas por el talento. Cualquiera podía unírsele ejercitando los dos principales atributos de la ciudadanía, la escritura y la lectura. Los escritores formulaban ideas y los lectores las juzgaban. Gracias al poder de la palabra escrita, las opiniones se difundían en círculos crecientes, y ganaban los argumentos más fuertes.
La palabra también se difundía por medio de cartas escritas, pues el siglo XVIII fue una gran era para el intercambio epistolar. Recórrase leyendo la correspondencia de Voltaire, Rousseau, Franklin y Jefferson (cada una compuesta por cerca de cincuenta volúmenes) y se podrá ver la República de Letras en acción. Todos estos cuatro escritores debatían todos los temas de su tiempo en una constante corriente de cartas que cruzaba Europa y América en todas direcciones a través de una red trasatlántica de información.
por Robert Darnton | Director de la biblioteca de la Universidad de Harvard
Originalmente publicado como "Google & the Future of Books", The New York Review of Books, Vol. 56, No. 2, 12 de Enero, 2009 (http://www.nybooks.com/articles/22281) . Traducido por Alberto Loza Nehmad.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Novo número de Cites & Insights
Cites & Insights is now available:
Volume 10, Issue 10, September/October 2010 de autoria de Walt Crawford
Volume 10, Issue 10, September/October 2010 de autoria de Walt Crawford
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Drupal para Bibliotecas e Arquivos
Livro que faz a compilação de artigos sobre Drupal apresentado no FESABID 2009, coordenado por Jesús Tramullas.
No ISSUU
No E-LIS
Drupal para bibliotecas y archivos., 2010 Fund. Zaragoza Ciudad del Conocimiento. [Book]
No ISSUU
No E-LIS
Drupal para bibliotecas y archivos., 2010 Fund. Zaragoza Ciudad del Conocimiento. [Book]
terça-feira, 28 de setembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Bibliothèques et sciences de l'information : quel dialogue ?
Colloque co-organisé par l'enssib et la School of Information Studies (SIS) de l'Université McGill
23 et 24 novembre 2010 à l'enssib (Villeurbanne, France)
Face aux évolutions technologiques, scientifiques, économiques, sociales, culturelles et politiques de leur environnement, les bibliothèques, en tant qu'organismes culturels et scientifiques, doivent repenser leurs pratiques actuelles et à venir, leur positionnement économique, politique et institutionnel, et leur rôle social, culturel et scientifique. Dans ce contexte, qu'attendent les bibliothécaires de la recherche ? Quels thématiques et projets de recherche répondraient à leurs besoins ? Les sciences de l'information peuvent-elles apporter des réponses aux enjeux actuels ?
Pour les sciences de l'information, l'objet central est l'information-documentation ; laquelle s’inscrit dans tous les domaines de la vie sociale, culturelle, économique et politique, et qui est indissociable d’autres activités : industrielles, scientifiques, culturelles et autres. La recherche en sciences de l'information couvre ainsi un vaste champ, auquel s'applique aussi bien l'ingénierie documentaire que l'analyse des besoins d'information, l'étude des pratiques informationnelles que celle de l'élaboration et des usages des ressources d'information, l'analyse socio-économique de l'offre éditoriale que la bibliométrie, la gestion et l'organisation de la connaissance que l'analyse des modalités de représentation du savoir, entre autres.
Sans doute, plusieurs questionnements des chercheurs en sciences de l'information rejoignent-ils les préoccupations des bibliothécaires, plusieurs interrogations des bibliothécaires trouvent-elles des éléments de réponse du côté des sciences de l'information. Il apparaît, pourtant, que la recherche en sciences de l'information, telle qu'elle se développe actuellement, ne trouve pas toujours grâce aux yeux de la communauté des responsables de bibliothèque. Les bibliothécaires et les bibliothèques considèrent être délaissés par les chercheurs en sciences de l’information qui s'intéressent davantage à l'information-documentation dans les entreprises marchandes ou les organismes scientifiques et culturels. Inversement, certains chercheurs en science de l'information se plaignent du peu d'intérêt que les bibliothécaires portent aux résultats de leur recherche.
Pourquoi de tels griefs réciproques ? Les sciences de l'information peuvent-elles, seules, apporter une réponse aux attentes des bibliothèques ? L'histoire, l'économie politique, la sociologie et l'anthropologie ne sont-elles pas des disciplines scientifiques dont l'apport peut être aussi important, dès lors qu'elles se choisissent les bibliothèques, et le livre, comme objets d'étude ?
Les organisateurs aimeraient que ce colloque soit le lieu, d'une part, d'une rencontre et de débats entre des représentants des bibliothèques et de la communauté des sciences de l'information et, d'autre part, de témoignages et d'échanges d'expériences et de points de vue qui permettront d’identifier des axes de recherche pertinents au monde des bibliothèques et de l’information.
Pour les sciences de l'information, l'objet central est l'information-documentation ; laquelle s’inscrit dans tous les domaines de la vie sociale, culturelle, économique et politique, et qui est indissociable d’autres activités : industrielles, scientifiques, culturelles et autres. La recherche en sciences de l'information couvre ainsi un vaste champ, auquel s'applique aussi bien l'ingénierie documentaire que l'analyse des besoins d'information, l'étude des pratiques informationnelles que celle de l'élaboration et des usages des ressources d'information, l'analyse socio-économique de l'offre éditoriale que la bibliométrie, la gestion et l'organisation de la connaissance que l'analyse des modalités de représentation du savoir, entre autres.
Sans doute, plusieurs questionnements des chercheurs en sciences de l'information rejoignent-ils les préoccupations des bibliothécaires, plusieurs interrogations des bibliothécaires trouvent-elles des éléments de réponse du côté des sciences de l'information. Il apparaît, pourtant, que la recherche en sciences de l'information, telle qu'elle se développe actuellement, ne trouve pas toujours grâce aux yeux de la communauté des responsables de bibliothèque. Les bibliothécaires et les bibliothèques considèrent être délaissés par les chercheurs en sciences de l’information qui s'intéressent davantage à l'information-documentation dans les entreprises marchandes ou les organismes scientifiques et culturels. Inversement, certains chercheurs en science de l'information se plaignent du peu d'intérêt que les bibliothécaires portent aux résultats de leur recherche.
Pourquoi de tels griefs réciproques ? Les sciences de l'information peuvent-elles, seules, apporter une réponse aux attentes des bibliothèques ? L'histoire, l'économie politique, la sociologie et l'anthropologie ne sont-elles pas des disciplines scientifiques dont l'apport peut être aussi important, dès lors qu'elles se choisissent les bibliothèques, et le livre, comme objets d'étude ?
Les organisateurs aimeraient que ce colloque soit le lieu, d'une part, d'une rencontre et de débats entre des représentants des bibliothèques et de la communauté des sciences de l'information et, d'autre part, de témoignages et d'échanges d'expériences et de points de vue qui permettront d’identifier des axes de recherche pertinents au monde des bibliothèques et de l’information.
sábado, 25 de setembro de 2010
Banned Books 25 Setembro- 2 Outubro
Banned Books Week (BBW) is an annual event celebrating the freedom to read and the importance of the First Amendment. Held during the last week of September, Banned Books Week highlights the benefits of free and open access to information while drawing attention to the harms of censorship by spotlighting actual or attempted bannings of books across the United States.
Intellectual freedom—the freedom to access information and express ideas, even if the information and ideas might be considered unorthodox or unpopular—provides the foundation for Banned Books Week. BBW stresses the importance of ensuring the availability of unorthodox or unpopular viewpoints for all who wish to read and access them.
The books featured during Banned Books Week have been targets of attempted bannings. Fortunately, while some books were banned or restricted, in a majority of cases the books were not banned, all thanks to the efforts of librarians, teachers, booksellers, and members of the community to retain the books in the library collections. Imagine how many more books might be challenged—and possibly banned or restricted—if librarians, teachers, and booksellers across the country did not use Banned Books Week each year to teach the importance of our First Amendment rights and the power of literature, and to draw attention to the danger that exists when restraints are imposed on the availability of information in a free society.
Banned Books Week is sponsored by the American Booksellers Association; American Booksellers Foundation for Free Expression; the American Library Association; American Society of Journalists and Authors; Association of American Publishers; and the National Association of College Stores. It is endorsed by the Center for the Book in the Library of Congress.
For more information on getting involved with Banned Books Week: Celebrating the Freedom to Read, please see Calendar of Events and Ideas and Resources. You can also contact the ALA Office for Intellectual Freedom at 1-800-545-2433, ext. 4220, or bbw@ala.org.
Fotos no Flickr
Vivam as bibliotecas vivas!
For more information on getting involved with Banned Books Week: Celebrating the Freedom to Read, please see Calendar of Events and Ideas and Resources. You can also contact the ALA Office for Intellectual Freedom at 1-800-545-2433, ext. 4220, or bbw@ala.org.
Fotos no Flickr
Vivam as bibliotecas vivas!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Koha, OPAC da moda?
If you do an advanced search at http://www.librarytechnology.org, you can limit to public libraries using Koha, which might give you some leads (I get 429 results at present).
The Koha site itself also offers examples and a map of libraries using it: http://koha.org/showcase
Vivam as bibliotecas vivas!
Vivam as bibliotecas vivas!
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
A Neuro-Informação
La Neuroinformación, un nuevo campo de trabajo para los profesionales de la Información
"Quienes están lo bastante locos como para pensar que pueden cambiar el mundo son quienes lo cambian". Steve Jobs
Tradicionalmente la ciencia ha considerado que el cerebro era incapaz de cambiar y que una vez desarrollado en las primeras fases de la infancia sufría un proceso de degeneración que continuaba hasta la muerte. Esta creencia se sustentaba fundamentalmente en el hecho de que los pacientes con daño cerebral rara vez se recuperaban por completo, así como nuestra incapacidad para observar la actividad microscópica del cerebro vivo [Norman Doidge 2008].
Pero esto ha cambiado en los últimos años con el desarrollo de tecnologías más avanzadas en el campo de la Neurociencia que facilitan a los científicos estudiar el comportamiento del cerebro vivo en distintas actividades, lo que ha permitido demostrar que el cerebro es capaz de cambiar su estructura y su función a través de la actividad y el pensamiento, lo que se denomina neuroplasticidad.
Este nuevo descubrimiento está suponiendo una verdadera revolución en todas las disciplinas científicas, y como no podía ser de otra manera, también en las Ciencias de la Información y Documentación, lo que ha dado origen a lo que desde la Fundación Ciencias de la Documentación hemos denominado Neuroinformación.
La Neuroinformación es un campo de investigación científica multidisciplinar que integra los conocimientos de la Neurociencia (estudio científico de la evolución, estructura y funcionamiento del sistema nervioso, con un enfoque especial sobre el cerebro y su papel en el comportamiento y las funciones cognitivas humanas) a las Ciencias de la Información y Documentación con el objetivo de mejorar los procesos con la información contenida en los documentos (creación, gestión, almacenamiento, búsqueda y transmisión) para su aplicación en las unidades de información (archivos, bibliotecas, centros de documentación), generando conocimiento que produzca cambios en los individuos y la sociedad.
Así mismo, la Neuroinformación busca aportar los conocimientos de las Ciencias de la Información en técnicas de visualización de datos, recuperación de información, gestión de ficheros, mejora de la calidad y usabilidad de documentos en el campo de la Neurociencia.
La Neuroinformación entra, por tanto, en relación directa con la Neurobiología (estudio biológico del sistema nervioso), la Neurología (es la especialidad médica que trata los trastornos del sistema nervioso), la Neurocognitiva (que hace referencia a las facultades humanas para procesar la información), la Neuroinformática (se centra en la aplicación de los descubrimientos neurocientíficos a las tecnologías de la información), o la Neurosociedad (que es el estudio de la influencia social del desarrollo neuronal).
CÓMO PROCESA LA INFORMACIÓN EL CEREBRO
Desde que a principios del siglo pasado el Premio Nobel español Santiago Ramón y Cajal descubriera que en el tejido nervioso existían unas células especiales denominadas neuronas, la ciencia ha avanzado mucho en este campo, permitiendo hoy en día saber que las aproximadamente 100 billones de neuronas del cerebro se comunican unas con las otras utilizando diferentes señales eléctricas y componentes químicos (neurotransmisores), formando circuitos de distintos tipos, dependiendo de la región del cerebro donde se produzca [Aberdeen 2010], siendo esta actividad de las neuronas en los circuitos cerebrales los que producen el comportamiento y el conocimiento, aunque todavía los científicos no tienen claro cómo se producen de forma concreta.
NUESTRO CEREBRO NO ES UN COMPUTADOR
De lo que nadie tiene dudas es de que el cerebro es un excelente procesador de información procedente de estímulos exteriores que impactan en los millones de neuronas de nuestro cerebro [Emilia Currás 2000]. Pero frente a la concepción tradicional que comparaba al cerebro con una computadora que procesa información en forma de bits, los científicos están descubriendo que el cerebro y el computador mantienen importantes diferencias de grado y de tipo.
1. De grado en procesos de gestión (centralizado vs descentralizado), entrada (secuencial vs paralela), salida (exclusiva vs superpuesta-multifuente) o almacenamiento (por dirección vs conexiones) [Whitworth 2008].
2. De tipo en la información con la que trabajan (estructurada vs no estructurada). El cerebro trabaja con distintos tipos de información, una que podemos llamar estructurada – la cual puede ser reducida en principio a bits -, y otra que podemos llamar no estructurada – la cual los ordenadores actuales no son capaces de procesar hoy en día.
Además, estos tipos de información se procesan en distintos niveles en el cerebro, correspondiendo los dos primeros al tipo estructurado y los dos últimos al no estructurado:
1. Nivel molecular: comprende las actividades moleculares dentro de la neurona en base a la información almacenada en el ADN (genes, proteínas).
2. Nivel neuronal: comprende las redes de neuronas y las sinapsis entre neuronas (neurotransmisores).
3. Nivel fenomenológico [Draganescu 1990]: comprende la experiencia, entendida esta como colección de acontecimientos que constituyen nuestra vida mental consciente.
4. Nivel psicológico: es el nivel más alto y puede ser visto como un nivel macroscópico, el cual comprende la conducta, las actividades intelectuales, el pensamiento y los sentimientos.
MEJORAR LOS PROCESOS CON LA INFORMACIÓN
Como hemos visto, uno de los objetivo de la Neuroinformación es mejorar los procesos con la información contenida en los documentos en base a la aplicación de los descubrimientos neurocientíficos a las Ciencias de la Información y Documentación.
Así por ejemplo, si está demostrado que las personas acceden al conocimiento por asociaciones, se ve necesario diseñar interfaces que accedan a la información de la misma forma, como enlaces de hypertexto que unan el elemento de un conocimiento con el siguiente [Whitworth 2008].
CONCLUSIÓN: NUEVO CAMPO EN LAS CIENCIAS DE LA INFORMACIÓN
Visto todo esto a modo de presentación, lo que quisiera dejar en "la mente" de los lectores de este artículo, es que los profesionales de las Ciencias de la Información y Documentación tienen por delante un nuevo campo de trabajo, con gran futuro y proyección, tanto en empresas privadas como públicas, que amplia sus capacidades profesionales de servicio social unido a conocimientos científicos que exigen nuevas habilidades unidas al campo de la Neurociencia, así como desarrollo de otras siempre necesarias como el dominio de idiomas y procesos documentales en entornos digitales.
El futuro ya está aquí y no debemos dejarlo pasar. Por ello me permito invitarles a que nos acompañen - y si pueden - se hagan miembros del International Observatory on Neuro-Information (http://www.neuro-information.org) que la Fundación Ciencias de la Documentación ha puesto en marcha y que en breve realizará eventos, formación, investigaciones, reuniones, etc en este NUEVO CAMPO de trabajo.
"Quienes están lo bastante locos como para pensar que pueden cambiar el mundo son quienes lo cambian". Steve Jobs
Tradicionalmente la ciencia ha considerado que el cerebro era incapaz de cambiar y que una vez desarrollado en las primeras fases de la infancia sufría un proceso de degeneración que continuaba hasta la muerte. Esta creencia se sustentaba fundamentalmente en el hecho de que los pacientes con daño cerebral rara vez se recuperaban por completo, así como nuestra incapacidad para observar la actividad microscópica del cerebro vivo [Norman Doidge 2008].
Pero esto ha cambiado en los últimos años con el desarrollo de tecnologías más avanzadas en el campo de la Neurociencia que facilitan a los científicos estudiar el comportamiento del cerebro vivo en distintas actividades, lo que ha permitido demostrar que el cerebro es capaz de cambiar su estructura y su función a través de la actividad y el pensamiento, lo que se denomina neuroplasticidad.
Este nuevo descubrimiento está suponiendo una verdadera revolución en todas las disciplinas científicas, y como no podía ser de otra manera, también en las Ciencias de la Información y Documentación, lo que ha dado origen a lo que desde la Fundación Ciencias de la Documentación hemos denominado Neuroinformación.
La Neuroinformación es un campo de investigación científica multidisciplinar que integra los conocimientos de la Neurociencia (estudio científico de la evolución, estructura y funcionamiento del sistema nervioso, con un enfoque especial sobre el cerebro y su papel en el comportamiento y las funciones cognitivas humanas) a las Ciencias de la Información y Documentación con el objetivo de mejorar los procesos con la información contenida en los documentos (creación, gestión, almacenamiento, búsqueda y transmisión) para su aplicación en las unidades de información (archivos, bibliotecas, centros de documentación), generando conocimiento que produzca cambios en los individuos y la sociedad.
Así mismo, la Neuroinformación busca aportar los conocimientos de las Ciencias de la Información en técnicas de visualización de datos, recuperación de información, gestión de ficheros, mejora de la calidad y usabilidad de documentos en el campo de la Neurociencia.
La Neuroinformación entra, por tanto, en relación directa con la Neurobiología (estudio biológico del sistema nervioso), la Neurología (es la especialidad médica que trata los trastornos del sistema nervioso), la Neurocognitiva (que hace referencia a las facultades humanas para procesar la información), la Neuroinformática (se centra en la aplicación de los descubrimientos neurocientíficos a las tecnologías de la información), o la Neurosociedad (que es el estudio de la influencia social del desarrollo neuronal).
CÓMO PROCESA LA INFORMACIÓN EL CEREBRO
Desde que a principios del siglo pasado el Premio Nobel español Santiago Ramón y Cajal descubriera que en el tejido nervioso existían unas células especiales denominadas neuronas, la ciencia ha avanzado mucho en este campo, permitiendo hoy en día saber que las aproximadamente 100 billones de neuronas del cerebro se comunican unas con las otras utilizando diferentes señales eléctricas y componentes químicos (neurotransmisores), formando circuitos de distintos tipos, dependiendo de la región del cerebro donde se produzca [Aberdeen 2010], siendo esta actividad de las neuronas en los circuitos cerebrales los que producen el comportamiento y el conocimiento, aunque todavía los científicos no tienen claro cómo se producen de forma concreta.
NUESTRO CEREBRO NO ES UN COMPUTADOR
De lo que nadie tiene dudas es de que el cerebro es un excelente procesador de información procedente de estímulos exteriores que impactan en los millones de neuronas de nuestro cerebro [Emilia Currás 2000]. Pero frente a la concepción tradicional que comparaba al cerebro con una computadora que procesa información en forma de bits, los científicos están descubriendo que el cerebro y el computador mantienen importantes diferencias de grado y de tipo.
1. De grado en procesos de gestión (centralizado vs descentralizado), entrada (secuencial vs paralela), salida (exclusiva vs superpuesta-multifuente) o almacenamiento (por dirección vs conexiones) [Whitworth 2008].
2. De tipo en la información con la que trabajan (estructurada vs no estructurada). El cerebro trabaja con distintos tipos de información, una que podemos llamar estructurada – la cual puede ser reducida en principio a bits -, y otra que podemos llamar no estructurada – la cual los ordenadores actuales no son capaces de procesar hoy en día.
Además, estos tipos de información se procesan en distintos niveles en el cerebro, correspondiendo los dos primeros al tipo estructurado y los dos últimos al no estructurado:
1. Nivel molecular: comprende las actividades moleculares dentro de la neurona en base a la información almacenada en el ADN (genes, proteínas).
2. Nivel neuronal: comprende las redes de neuronas y las sinapsis entre neuronas (neurotransmisores).
3. Nivel fenomenológico [Draganescu 1990]: comprende la experiencia, entendida esta como colección de acontecimientos que constituyen nuestra vida mental consciente.
4. Nivel psicológico: es el nivel más alto y puede ser visto como un nivel macroscópico, el cual comprende la conducta, las actividades intelectuales, el pensamiento y los sentimientos.
MEJORAR LOS PROCESOS CON LA INFORMACIÓN
Como hemos visto, uno de los objetivo de la Neuroinformación es mejorar los procesos con la información contenida en los documentos en base a la aplicación de los descubrimientos neurocientíficos a las Ciencias de la Información y Documentación.
Así por ejemplo, si está demostrado que las personas acceden al conocimiento por asociaciones, se ve necesario diseñar interfaces que accedan a la información de la misma forma, como enlaces de hypertexto que unan el elemento de un conocimiento con el siguiente [Whitworth 2008].
CONCLUSIÓN: NUEVO CAMPO EN LAS CIENCIAS DE LA INFORMACIÓN
Visto todo esto a modo de presentación, lo que quisiera dejar en "la mente" de los lectores de este artículo, es que los profesionales de las Ciencias de la Información y Documentación tienen por delante un nuevo campo de trabajo, con gran futuro y proyección, tanto en empresas privadas como públicas, que amplia sus capacidades profesionales de servicio social unido a conocimientos científicos que exigen nuevas habilidades unidas al campo de la Neurociencia, así como desarrollo de otras siempre necesarias como el dominio de idiomas y procesos documentales en entornos digitales.
El futuro ya está aquí y no debemos dejarlo pasar. Por ello me permito invitarles a que nos acompañen - y si pueden - se hagan miembros del International Observatory on Neuro-Information (http://www.neuro-information.org) que la Fundación Ciencias de la Documentación ha puesto en marcha y que en breve realizará eventos, formación, investigaciones, reuniones, etc en este NUEVO CAMPO de trabajo.
BIBLIOGRAFÍA
Aberdeen Neuroscience. How the brain processes information; from ion channels to circuits to behavior. 2010. http://www.abdn.ac.uk/neuroscience/processes
Currás, Emilia. El metabolismo neuronal de la información. En Tratado sobre Ciencia de la Información. UNR Editora: Rosario (Rep. Argentina), 2000.
Doidge, Norman. El cerebro se cambia a sí mismo. Santillana Ediciones Generales, S.L.: Madrid, 2008.
Drâgânescu, Mihai. The brain as an information processor. Romanian Academi. NOESIS, XXV, 2000, p.9-20. http://www.racai.ro/~dragam/The_brain_as_an_information_processor.htm [Consultado: Septiembre 2010].
Whitworth, Brian. Some implications of comparing brain and computer processing. Proceedings of the 41st Hawaii International Conferences on Sytem Sciences, 2008. http://brianwhitworth.com/brainhci.pdf [Consultado: Septiembre 2010].
Aberdeen Neuroscience. How the brain processes information; from ion channels to circuits to behavior. 2010. http://www.abdn.ac.uk/neuroscience/processes
Currás, Emilia. El metabolismo neuronal de la información. En Tratado sobre Ciencia de la Información. UNR Editora: Rosario (Rep. Argentina), 2000.
Doidge, Norman. El cerebro se cambia a sí mismo. Santillana Ediciones Generales, S.L.: Madrid, 2008.
Drâgânescu, Mihai. The brain as an information processor. Romanian Academi. NOESIS, XXV, 2000, p.9-20. http://www.racai.ro/~dragam/The_brain_as_an_information_processor.htm [Consultado: Septiembre 2010].
Whitworth, Brian. Some implications of comparing brain and computer processing. Proceedings of the 41st Hawaii International Conferences on Sytem Sciences, 2008. http://brianwhitworth.com/brainhci.pdf [Consultado: Septiembre 2010].
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Visita a Chester Beatty Library, Dublin, Irlanda
Esta biblioteca situa-se num jardim perto do castelo de Dublin, num edifício do séc. XVIII com intervenção arquitectónica, sobretudo no hall de entrada que está envidraçado e faz a ligação com um edifício novo (galerias de exposição).
Todo o seu espólio nasce da colecção de arte do mecenas Alfred Chester Beatty (1875-1968), que comporta documentos manuscritos, livros, mobiliário, pintura, etc.
A biblioteca tem uma excelente sala de leitura com livros de referência especializados em obras de Arte Ocidental, Mundo Árabe e Extremo Oriente. Possui ainda uma colecção dedicada ao estudo das Artes Sacras e às grandes religiões.
Podemos admirar nas salas de exposição os livros em caixas de jade chinês, ou os inrô japoneses, documentos do império Mongol, manuscritos persas e indianos iluminados...assim como cópias iluminadas do Corão, papiros antigos, os célebres papiros com poemas de amor egipcíos (1100 a.C.), textos evangélicos com 200 d.C., etc.
As galerias de exposição que ocupam parte do novo edifício são muito visitadas, e tive o privilégio de visitar a excelente exposição que está patente até Outubro "Imperial Mughal Albums from the Chester Beatty Library"
Sobre a exposição:
Named by The Art Newspaper as one of the top ten Asian exhibitions worldwide for 2008 and back home after a four-venue tour of America, this is a stunning, not-to-be-missed exhibition of paintings from the land of the Taj Mahal. The Library holds one of the finest collections of Indian Mughal paintings in existence, and this exhibition is a rare opportunity to see many of the best of those works. The exhibition focuses on a group of six albums (muraqqa‘s) compiled in India between about 1600 and 1658 for the Mughal emperors Jahangir and Shah Jahan (builder of the Taj Mahal). Each album folio originally consisted of a painting on one side and a panel of calligraphy on the other, all set within beautifully illuminated borders. Many of the paintings are exquisitely rendered portraits of emperors, princes and courtiers—all dressed in the finest textiles and jewels—but there are also images of court life, and of Sufis, saints, and animals. The exhibition is accompanied by a fully-illustrated, multiple award-winning catalogue.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Visita à Old Library - Trinity College, Dublin
A Old Library (construída entre 1712 e 1732) faz parte do complexo de bibliotecas da University of Dublin – Trinity College, de longe a mais famosa por possuir manuscritos únicos e de valor histórico incomparável, entre eles a pérola: the Book of Kells, e de ser uma das maiores bibliotecas de investigação do mundo.
Tem a sorte de receber o depósito legal de livros impressos da Grã-Bretanha e da Irlanda, que estão depositados por vários edifícios.
A sala principal da Old Library chama-se Long Room, uma belíssima galeria de 65 metros com uma mezzanine e 200.000 volumes, onde está concentrada a colecção dos livros antigos.
O governo irlandês investiu recentemente na investigação sobre os manuscritos do Long Room, os de carácter regional em língua gaélica, os manuscritos medievais e na análise científica do Book of Kells. Existe também um grande projecto de digitalização e indexação de manuscritos com parceria com o Instituto de Artes e Humanidades da universidade – o projecto Long Room Hub.
A biblioteca contribui para a Europeana com documentos digitalizados de temas relacionados com relatos e diários de viagens, documentos sobre explorações geográficas, etc.
Ver:
Vivam as bibliotecas vivas!
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