quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Socialnets de José Antonio Redondo


Este livro apresenta uma revisão das principais redes sociais Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn, sua origem e desenvolvimento, o que são, como funcionam, e o futuro da rede.

"O tsunami, que ferramentas sociais fazem ocorrer dentro e fora da rede é incomparável pela sua velocidade e alcance, sem qualquer outra invenção da história humana. Compara-se as mudanças trazidas pelo World Wide Web (WWW), com o advento da imprensa de Gutenberg, e a agora como se pode equiparar o aparecimento de ferramentas como o Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn? Elas, sozinhas, respondem por quase um bilião de utilizadores, quando o século XXI começou, nenhuma delas existia.

«La forma de conocer y de relacionarnos está cambiando de manera acelerada gracias a estas herramientas. Es ocasión de indagar cómo han nacido, por qué sucedieron los éxitos y fracasos y qué nos pueden aportar hoy y en el futuro, tanto desde la perspectiva personal como desde la de nuestra sociedad»  
Fonte Catálogo Península

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Conclusões da Comunidade de prática sobre os dispositivos móveis

Comunidade de prática "Utilidades de la web móvil" online organizada pelo SEDIC no ano de 2010:

Hace diez días os dábamos la bienvenida a la comunidad de prácticas sobre web móvil, la comunidad más nómada. Entonces, preparamos el equipaje y diversas herramientas y nos lanzamos a tratar de responder a las preguntas sobre cuáles son las utilidades que puede brindar la web móvil a los profesionales de la información y cómo actuar en consecuencia.

Hoy, los nómadas reunidos en esta experiencia de autoaprendizaje nos dispersamos con un nuevo equipaje colaborativo que contiene algunas respuestas, impresiones compartidas y nuevas preguntas sobre la web móvil y su aplicación a los servicios bibliotecarios y en el ámbito educativo.

Estas son algunas de las conclusiones y después recuperamos las nuevas preguntas:

- Por vuestros comentarios se deduce que, aunque algunos disponéis de móviles con características avanzadas para la navegación (y aquí se nota la variedad de dispositivos), no están tan extendidos. Aún así, hemos conseguido que os hagáis una idea de cómo funciona el acceso a la web gracias a los emuladores. Habéis probado además otras utilidades de la web móvil, las aplicaciones basadas en la geolocalización y la realidad aumentada o los códigos QR, que han dado interesantes frutos como estos nanorelatos para el móvil.

- El futuro de la web móvil está próximo, como nos contaba Charles. Quedan aspectos por resolver, como el tema de la privacidad o la falta de estándares, y se está trabajando en las aplicaciones de geolocalización, el estado del dispositivo o el acceso a sus datos, entre otros. También nos contó lo que supondrán los widgets para la web móvil y se planteó el tema de la interoperabilidad entre sistemas usando tecnología Web del W3C.

- El potencial de la web móvil en diferentes ámbitos es enorme. Andrés Pérez nos contaba esta semana la experiencia de la Biblioteca Rector Gabriel Ferraté. De las aportaciones de todos se deduce esta lista de los servicios que las bibliotecas pueden prestar a través del móvil:

* Información general (horarios, situación, contacto)
* Acceso directo a ese contacto: el móvil ofrece distintas vías de comunicación
* Noticias (algunas mediante Twitter) de la biblioteca
* Servicio de referencia (via formulario, chat o SMS)
* Consulta de catálogos o bases de datos especializadas
* Servicios relacionados con el préstamo
* Disponibilidad de recursos (principalmente de ordenadores o salas de trabajo en grupo)
* Enlaces a otros recursos optimizados para móviles: bases de datos, servicios de la web social…
* Mapas
* Webcams para comprobar si la biblioteca está llena de gente
* Servicios de realidad aumentada para ofrecer rutas literarias por la ciudad, itinerarios a otras unidades de información y bibliotecas de otras instituciones…
* Contenidos para descargar, como podcasts, vídeos… Y también audiolibros o libros electrónicos: no debemos olvidar que la lectura es una de las funciones del móvil

Andrés Pérez terminó llamando nuestra atención proponiéndonos el sreeen scraping como una técnica muy útil para crear contenidos para la web móvil de la Biblioteca.

- Tíscar Lara se muestra convencida del papel crucial de las bibliotecas y de sus profesionales en el liderazgo de la formación en competencias digitales e informacionales. Nos habló de los procesos de aprendizaje a través de los dispositivos móviles. Para Tíscar lo que radicalmente distingue al móvil respecto a un Pc como tecnología educativa, es que el móvil se convierte en un terminal de comunicación, producción y publicación multimedia pegado al punto de inspiración. Sin embargo, en los comentarios que se han suscitado las opiniones se inclinan por considerar que el uso más adecuado del teléfono móvil, es la comunicación puntual (avisos por ejemplo). Por su parte, Tíscar nos presentaba la apuesta de la EOI por que Android+Google+Moodle se incorporen como herramientas de apoyo a la formación. ¿Sus ventajas? Permite el acceso a la información, favorece la comunicación interpersonal e intergrupal, y por último, permite la producción multimedia y publicación global vía internet.

Las propuestas y las preguntas de los tutores terminaban ayer con Tíscar que ofrecía un truco útil para animarnos a incorporar opciones avanzadas en nuestros móviles: utilizar Google Calendar para enviarnos recordatorios al móvil sobre eventos concretos.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Evolução dos sítios web


Um excelente exemplo de como se pode fazer um sítio web com todos os requisitos 2.0, disponibilizando os serviços tradicionais de forma criativa e sem custos adicionais para a instituição e para os utilizadores: Springfield Library Township High School Virtual Library
Aqui podemos ver como é o sítio tradicional. Um salto enorme?

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Prisma.com

Revista de Ciências e Tecnologias de Informação e Comunicação do CETAC.MEDIA
Novo número n. 13 (2010)

Sumário
Editorial

Editorial do n.º 13 da Prisma.Com PDF
Armando Malheiro da Silva

Artigos

Ontologias baseadas na visualização da informação das redes sociais PDF
Adilson Luiz Pinto, Armando Malheiro da Silva, Priscila Machado Borges Sena
Cinema híbrido e a descentralização da identidade: exemplos no filme Distrito 9 PDF
Guilherme Volkmann Haas
Revistas Científicas da UFRGS: resgatando o passado para pensar o futuro PDF
Ana Gabriela Clipes Ferreira, Ana Maria Mattos, Ivone Job
WebRádio Educativa: Produção e utilização de Podcasts em experiências educomunicativas PDF
Vítor Diegues, Clara Pereira Coutinho
Memória e Prova em Plataformas Digitais PDF
Moisés Rockembach
O uso da imagética desportiva como elemento de suporte de anúncios publicados nos jornais generalistas e desportivos PDF
José Nunes, Antonio Cardoso
Utopia e Jornalismo na transformação de identidades PDF
Filipa M. Ribeiro
A implantação do Personal Home Library (PHL) no Centro de Multimeios Poeta Alberto de Moura, da cidade de Ipaumirim-Ceará PDF
Vanildo Pereira Pontes

Artigos do CONTECSI

Twitter, análise de sentimento e desenvolvimento de produtos: Quanto os usuários estão expressando suas opiniões? PDF
Leandro Matioli Santos, Ahmed Ali Abdalla Esmin, André Luiz Zambalde, Frank Mendes Nobre
Cadeia de valor do Pré-sal: criando valor através da Internet PDF
Claudio Luis Cruz de Oliveira, Fernando José Barbin Laurindo, João Amato Neto, Carlos Massayuki Chinen
A evolução da Tecnologia de Informação e Comunicação e o Mercado Papeleiro PDF
Gustavo Hermínio Salati Marcondes de Moraes, Fernando de Souza Meirelles, Julio Cesar Nacimiento
Competência informacional e midiática no ensino superior: Desafios e propostas para o Brasil PDF
Elisabeth Adriana Dudziak
Los retos de la alfabetización informacional en las bibliotecas: guía para superar la brecha entre nativos e inmigrantes digitales PDF
Tony Hernández-Pérez, María Antonia García-Moreno
Literacias Emergentes dos Atores em Rede: Etnografia Virtual com Idosos no Programa de Inclusão Digital AcessaSP PDF
Brasilina Passarelli, Thiago Mio Salla, Mariana Tavernari
Um Modelo (eLit.pt) para o estudo da literacia na perspectiva da Ciência da Informação PDF
Armando Malheiro da Silva

Recensões

Information Literacy meets Library 2.0 PDF
Helena Sofia Coelho

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Audição Pública: Rede Nacional de Bibliotecas Públicas

Agradeço à Manuela Barreto Nunes a disponibilidade para a cedência deste texto que nos dá resposta sobre a audição pública sobre "O projecto de lei para a criação da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas" apresentado pelo Bloco de Esquerda (BE), no dia 11 de Janeiro na Casa Amarela da Assembleia da República.

"Foi uma boa sessão, com muitos bibliotecários presentes e vindos de todo o lado. Para além do Henrique Barreto Nunes e da Maria José Moura, que fizeram a contextualização da necessidade da lei, e que estavam na mesa com os deputados do BE (José Manuel Pureza e Catarina Martins), estavam presentes, entre outros que não identifiquei: Calixto; Paulo Leitão; Vera Silva; Rui Neves; Filipe Leal; Constantino Piçarra; Maria José Vitorino; Paula Sequeiros; Natércia Coimbra; Pina Falcão; José Correia; o Bibliotecário de Vila Franca de Xira, que não me lembro o nome; Margarida Toscano (RBE); Daniel Melo (o historiador que publicou agora a história da leitura pública na 1.ª república); José Manuel Mendes (escritor). Mais alguns bibliotecários que conheço mas não sei os nomes.
O debate foi muito participado e motivador. O projecto de lei foi bastante criticado por revelar uma visão algo ultrapassada das bibliotecas (deveria estar mais imbuído do presente e do futuro tecnológico), e houve opiniões divergentes sobre algum excesso de centralismo que lhe foi apontado. A Catarina Martins explicou as razões porque o projecto foi apresentado de repente e sem mais consultas (houve algumas prévias que se aguardava fossem seguidas por uma discussão mais alargada): segundo ela, pretendia-se acautelar o futuro da rede de bibliotecas públicas, na sequência da extinção da DGLB e dos cortes orçamentais; as explicações foram bem aceites pelos colegas. Foram feitas várias sugestões a levar em conta caso seja aprovado na generalidade, e os deputados do Bloco comprometeram-se a novas e mais demoradas consultadas para as alterações a serem feitas na especialidade. 
Caso o projecto não seja aprovado, o BE pretende refazê-lo e voltar a apresentá-lo, nessa altura depois de um debate mais aprofundado com os bibliotecários.

Uma nota de observação minha: se repararem, a maior parte das pessoas presentes nunca foram ou já não são bibliotecários públicos. Apesar de a sessão se ter realizado em Lisboa, o que afastou a possibilidade de
deslocação de muitos colegas, a verdade é que em Lisboa e na região há muitos bibliotecários... Essa é uma nota preocupante, no meu entender, pois parece que somos mais os de fora preocupados com o assunto, do que aqueles que estão neste terreno específico."

Manuela Barreto Nunes
(recebido por email datado de hoje 12 janeiro 2011)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Tudo sobre ebooks num blogue!


Carlos Pinheiro, professor bibliotecário e coordenador interconcelhio RBE, inaugurou um blogue Ler ebooks,  que tem como objectivo a promoção da leitura em suporte electrónico e a divulgação de experiências de utilização de livros electrónicos em contexto escolar. 
Podemos encontrar informações sobre aplicações para  ebooks, listas de ebooks gratuitos, e os vários tipos de leitores que existem no mercado. Tudo o que precisamos de saber organizado e sistematizado.

Ver : Ler ebooks 
http://lerebooks.wordpress.com

Vivam as bibliotecas vivas!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

‎1º Congresso Nacional Literacia, Media e Cidadania

É notória a crescente importância que os media, com especial destaque para os ambientes digitais, têm vindo a assumir na sociedade, ocupando um lugar de centralidade na vida dos cidadãos. Graças a estes ambientes mediáticos multi-ecrãs que povoam o nosso quotidiano, a forma como comunicamos e nos relacionamos com os outros, o acesso e a partilha de informação, a aprendizagem e o exercício da cidadania e da actividade laboral são aspectos que têm sofrido alterações. Afigura-se, por isso, fundamental delinear estratégias de promoção da educação para os media para aumentar os níveis de literacia mediática dos cidadãos portugueses, nomeadamente dos mais jovens.

Fonte: http://literaciamediatica.pt/congresso/mensagem-de-boas-vindas

Data limite de envio de resumos 15 Janeiro 2011.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

+ Blogues LIS

Hipátia
http://porhipatia.blogspot.com/
José António Calixto
"Aqui falaremos de bibliotecas e de conhecimento"

ALFINete
http://alfinete2008.blogspot.com/
Maria José Vitorino
"Reunir e poder voltar a ler materiais sobre ALFIN - Alfabetización Informacional, Literacia da Informação, Information Literacy To gather for later reading (again) materials on IL issues"

Blogues eleitos como os melhores LIS aqui:
http://www.masteroflibraryscience.com/50-excellent-library-science-blogs-worth-reading.html

Vivam os blogues vivos!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Eleições para os Orgãos Nacionais da BAD triénio 2011-2013



Dia 12 de janeiro 2011 realizam-se as eleições para os orgãos nacionais da BAD. Como associada proponente desta lista da lista "BAD 11-13-Vai valer a pena!" apelo a todos os associados para se decidirem não só a votar mas também a colaborarem no desenvolvimento da Associação, que precisa da energia  e o apoio de todos os profissionais. Porque Vai valer a pena continuarmos a lutar juntos e a trabalharmos para um futuro profissional bem melhor do que possuímos neste momento.
(é permitido voto por correspodência, ver a informação que cada associado recebeu por carta)
Foi com grande prazer que constatei um plano de acção, visão para a instituição, missão e objectivos de primeira linha, com os quais me identifico e subscrevo inteiramente.  
Vale a pena ler:

VISÃO
Afirmar-se como a Associação que contribui para que os profissionais de Informação e Documentação portugueses sejam promotores do desenvolvimento do conhecimento, da cultura, e do reconhecimento da informação como recurso estratégico para a educação, a cidadania e a coesão social, e um dos principais vectores do progresso e da inovação nas organizações.

MISSÃO
• Aproximar a Associação dos profissionais, fazendo da BAD uma Associação inclusiva para todos os profissionais de Informação e Documentação portugueses.
• Fomentar a visibilidade profissional do colectivo de profissionais que a BAD representa, promovendo o seu aperfeiçoamento científico, técnico e cultural.
• Afirmar a BAD como uma associação relevante para os jovens profissionais.
• Representar, junto das instituições nacionais e estrangeiras, os profissionais de Informação e Documentação em todas as suas áreas de intervenção.

OBJECTIVOS
1. Reforçar a relevância e a imprescindibilidade de profissionais competentes, com qualificações profissionais de Informação e Documentação, de forma a garantir a qualidade dos serviços.
2. Gerar novas dinâmicas de comunicação interna e externa, com mais recursos e maior abertura, com mais impacto e maior visibilidade.
3. Renovar e diversificar as actividades, de modo a garantir a sustentabilidade da Associação.
4. Tornar atractiva a condição de associado da BAD, criando produtos e serviços que a tornem imprescindível.
5. Promover acções que reforcem os sinais positivos dos projectos e dos serviços inovadores, reforçando a visibilidade da inovação e das boas práticas de muitos profissionais e instituições, e ainda dos conteúdos em língua portuguesa nas redes internacionais.
6. Reforçar a intervenção socioprofissional da BAD, património histórico e único da Associação, reconquistando o reconhecimento como parceiro social no domínio das políticas de informação em Portugal.
7. Estudar novas formas de organização estatutária, de modernização e de agilização do funcionamento da associação.


MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
Presidente
Eloy António Santos Cordeiro Rodrigues
Universidade do Minho

Vice-Presidente
Pedro Manuel Pereira Penteado
Direcção-Geral de Arquivos

Secretário
José António Calixto Marques Oliveira
Biblioteca Pública de Évora

Secretário
Paulo Jorge dos Santos Barata
Inspecção-Geral de Educação

CONSELHO DIRECTIVO NACIONAL

Presidente
Maria Paula Sérgio C. Alves Santos
Biblioteca Municipal de Beja

Vice-Presidente
Maria José Sabino Moura
Associada Honorária

Secretária
Maria Dulce Rosário Correia
Instituto Politécnico de Leiria

Secretário
Pedro Miguel de Oliveira Bento Príncipe
Universidade do Minho

Vogal do Sector da Formação
Isabel Carmo M. G. de Sousa Andrade
Escola Nacional de Saúde Pública

Vogal do Sector Editorial
Henrique Manuel Barreto Nunes
Associado Honorário

Tesoureiro
Bruno Duarte Mendes Eiras
Bibliotecas Municipais de Oeiras - Algés

CONSELHO FISCAL NACIONAL

Presidente
Ana Paula Récio C. Gonçalves Gordo
Biblioteca de Arte – Fundação Calouste Gulbenkian

Vogal
Maria Natércia Vieira V. Coimbra
Centro de Documentação 25 de Abril - Coimbra

Vogal
Francisco Jorge S. Batista Silveira
Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada

Vivam os profissionais das bibliotecas e dos arquivos vivos!
Viva a BAD viva!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Obras literárias para dispositivos móveis



A Biblioteca Digital Camões oferece uma lista de obras literárias de autores diversos para descarregamento em dispositivos móveis:
  • iPod
  • Amazon Kindle
  • Open eBook
  • PalmDB
  • PalmDOC
  • Mobipocket
  • PocketWord
  • Telemóvel / celular
Vivam as bibliotecas vivas!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Dispositivos móveis nas bibliotecas

A sociedade de informação está em constante evolução, os dispositivos móveis estão em força na sociedade e cada vez mais integrados com os produtores de conteúdos, desde os jornais às bibliotecas. Os dispositivos móveis permitem um acesso à informação, metamorfoseando a comunicação.
Algumas bibliotecas agarram este novo desafio a apresentam uma série de aplicações possíveis para usufruto dos seus utilizadores, tanto conteúdos como serviços, por exemplo: o portal Web da biblioteca acessível, serviços de alerta por SMS, geo-localização, acesso ao OPAC, (Mobile OPAC) e M-Repositórios, Códigos QR, serviço de recomendações, conteúdos para ebooks, tutoriais vídeo, podcats, etc.
Ainda muitos problemas técnicos terão que ser resolvidos e ultrapassados, assim como os profissionais  das bibliotecas terão que demonstrar mais vontade em experimentar estas novas plataformas.

Documentos a  consultar:
Arroyo, Natalia. Web móvil y bibliotecas. El Profesional de la Información, vol. 18, núm. 2, marzo-abril 2009, pp. 129-136. Disponible en: http://eprints.rclis.org/16063/

Natalia Arroyo apresenta-nos duas reflexões introdutórias sobre o tema:

Adaptando contenidos para la web móvil: pautas y herramientas para bibliotecas públicas
O nosso colega Pedro Príncipe (rato de biblioteca) apresentou a comunicação "Conteúdos para dispositivos móveis: uma oportunidade para as bibliotecas" nas VI Conferências do Cenáculo: Biblioteca 2.0: Oportunidades e Desafios para as Bibliotecas do Século XXI, no 18 de Novembro de 2010.  Nos slides ,  encontramos referências a estudos e documentos que vale a pena folhear para nos inteirarmos do ponto de situação actual.
Ver nos slides 48-51 um exemplo de QR Codes (Mobile Tagging).

Alguma bibliografia:

Beckman, K. (2009, January). By the Numbers: Top 10 most popular U.S. handsets in November. RSRWirless, Retrieved 09/21/09, http://www.rcrwireless.com/article/20090108/WIRELESS/901079989/1081/by-the-numbers-top-10-most-popular-us-handsets-in-november
Griggs, K.,
M. Bridges, L., Gascho Rempel, H. (2009, October). library/mobile: Tips on Designing and Developing Mobile Web Siteshttp://journal.code4lib.org/articles/2055Horrigan, J. (2008, March). Mobile Access and Data Information. Pew Memo, http://www.pewinternet.org/Press-Releases/2008/Mobile-Access-to-Data-and-Information.aspx
Horrigan, J. (2009a, July). Wireless Internet Use. Pew Report, Retrived 09/21/09, http://www.pewinternet.org/Reports/2009/12-Wireless-Internet-Use.aspx

Horrigan, J. (2009b, July). Mobile internet use increases sharply in 2009 as more than half of all American have gotten online by some wireless means. Pew Press Release,   http://www.pewinternet.org/Press-Releases/2009/Mobile- internet-use.aspx

Horrigan, J. (2009c, March). The Mobile Difference: Wireless connectivity draws many users more deeply into digital life, but most Americans still connect to the internet mainly on wireline and rarely use a mobile device to access digital resources. Pew Press Release, from http://www.pewinternet.org/Press-Releases/2009/The-Mobile-Difference.aspx

Yesilada, Y., Chuter, A., & Henry, S.L. (June, 2009). Shared Web Experiences: Barriers Common to Mobile Device Users and People with Disabilities. Web Accessibility Initiative,  http://www.w3.org/WAI/mobile/experiences

Kroski, E. (2008, July). On the Move with the Mobile Web: Libraries and Mobile Technologies. Library Technology Reports,  http://eprints.rclis.org/15024/

Lippincott, J.K. (2008, December). Mobile Technologies, Mobile Users: Implications for Academic Libraries. ARL: A Bi-Monthly Report, 261,  from http://www.arl.org/bm~doc/arl-br-261-mobile.pdf

Nielsen, J. (2009, July). Mobile Usability. Jakob Nielsen’s Alertbox, from http://www.useit.com/alertbox/mobile-usability.html

Rabin, J., & McCathieNevile, C. (Eds.). (2008). W3C Mobile Web Best Practices 1.0, http://www.w3.org/TR/mobile-bp/

West, Mark Andrew, Arthur W. Hafner, And Bradley D. Faust. “Expanding Access to Library Collections and Services Using Small-Screen Devices”. Information Technology and Libraries, v. 25, n. 2, June 2006, pp. 103-107. http://www.ala.org/ala/mgrps/divs/lita/ital/252006/2502jun/west.cfm

Arroyo-Vázquez, Natalia. “Accesibilidad de los contenidos en internet de las bibliotecas públicas desde dispositivos móviles”. ThinkEPI, 2008, 10 de julio. http://www.thinkepi.net/accesibilidad-de-los-contenidos-en-internet-de-las-bibliotecas-publicas-desde-dispositivos-moviles

Ballard, Barbara. Designing the mobile user experience. Wiley, 2007. ISBN: 978-0-470-03361-6.

eEspaña 2008: informe anual sobre el desarrollo de la sociedad de la información en España. Madrid: Fundación Orange, 2008. http://www.fundacionorange.es/areas/25_publicaciones/e2007.pdf

Eíto-Brun, Ricardo. “Sistemas integrados para bibliotecas públicas. Las propuestas de Innovative”. El profesional de la información, 2008, marzoabril, v. 17, n. 2, pp. 225-230.

Farkas, Meredith. “The mobile revolution”. En: Farkas, M. Social software in libraries: building collaboration, communication and community online. Medford: Information Today Inc, 2007, pp. 167-180. ISBN 978-1-57387-275-1.

Fox, Megan K. Pdas, handhelds and mobile technologies in libraries: how the academic library is using handheld mobile technologies. 2007. http://web.simmons.edu/~fox/pda/

Gimson, Roger (ed.). Device independence principles. 2003. W3C Working group note, 2003, 1 de septiembre. http://www.w3.org/TR/2003/NOTE-di-princ-20030901/

Jaokar, Ajit; Fish, Tony. Mobile Web 2.0: the innovator’s guide to developing and marketing next generation wireless/mobile applications. London: Futuretext, 2006. ISBN 0-9544327-6-2.

Kroski, Ellyssa. “On the move with the mobile Web: libraries and mobile technologies”. Library technology reports, 2008, julio, v. 44, n. 5.

La sociedad de la información en España 2008. Madrid: Ariel, 2008. Colección Fundación Telefónica. ISBN 978-84-0808-534-8. http://e-libros.fundacion.telefonica.com/sie08/aplicacion_sie/ParteA/datos.html

Moll, Cameron. Mobile Web design: a web standards approach for delivering content beyond the desktop. Cameron Moll, 2008. ISBN: 978-0615185910.

Monteoliva, Eloísa; Pérez-Ortiz, Carlos; Repiso, Rafael. “Lectores de documentos electrónicos”. El profesional de la información, 2008, julioagosto, v. 17, n. 4, pp. 396-402.

Mossberg, Walter S. “Shortcovers, iceberg put latest e-books on your cellphone”. The Wall Street journal, 2009, 15 de enero. http://online.wsj.com/article/SB123198329968084069.html

Navegantes en la red: 10ª encuesta AIMC a usuarios de internet. Madrid: Asociación para la Investigación de los Medios de Comunicación, 2008. http://www.aimc.es/03internet/macro2007.pdf
Nkeze, Eman; Pearce, James; Womer, Matt (ed.). Device description landscape 1.0. W3C Working group note, 2007, 31 de octubre. http://www.w3.org/TR/dd-landscape
O’Reilly, Tim. “What is Web 2.0: design patterns and business models for the next generation of software”. En: O’Reilly, 2005. http://www.oreillynet.com/pub/a/oreilly/tim/news/2005/09/30/what-is-web-20.html

Quitney, Janna; Rainie, Lee. The future of the internet III. Pew internet, 2008, 14 de diciembre. http://www.elon.edu/docs/e-web/predictions/2008_survey.pdf

Rabin, Jo; McCathieNevile, Charles (ed.). Mobile Web best practices 1.0. Basic guidelines. W3C Recommendation, 2008, 29 de julio. http://www.w3.org/TR/2008/REC-mobile-bp-20080729/

Sierra, Tito; Ryan, Joseph; Wust, Markus. “Beyond OPAC 2.0: library catalog as versatile discovery platform”. The Code4Lib journal, 2007, 17 de diciembre, n. 1. http://journal.code4lib.org/articles/10

Tosete-Herranz, Francisco. “Web móvil”. En: Baiget, T. (ed.). Anuario ThinkEPI 2008. Análisis de tendencias en información y documentación. Barcelona: EPI SCP, 2008, pp. 174-176.

West, Mark A.; Hafner, Arthur W.; Faust, Bradley D. “Expanding access to library collections and services using small-screen devices”. Information technology and libraries, 2007, 14 de agosto. http://www.ala.org/ala/mgrps/divs/lita/ital/252006/2502jun/west.cfm 
 
Vivam as bibliotecas vivas!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

QR Codes



Através do blogue Ler para crer, do Carlos Pinheiro, conheci a possibilidade de utilizar estes códigos QR nas actividades da biblioteca, e como ele os implementou na biblioteca da Escola EB23 Padre Alberto Neto.
Sem dúvida que é uma prática inovadora que revoluciona a forma como trabalhamos e disponibilizamos informação para os utilizadores. 

O que são?
O QR Code (ou Código de Barras em 2D), é uma matriz ou código de barras bi-dimensional, criado pela empresa Japonesa Denso-Wave, em 1994. O QR vem de Quick Response, pois o código pode ser interpretado rapidamente, mesmo com imagens de baixa resolução, feitas por câmeras digitais em formato VGA, como as de celulares. O QR Code é muito usado no Japão.
Como funciona:
Precisas de ter um telemóvel com câmara de vídeo e um leitor de QR codes. Os leitores de QR codes são pequenos programas gratuitos que podes instalar no teu telemóvel, como, por exemplo, o I-nigma reader, o NeoReader ou o barcode scanner
Depois é só abrires o programa e aproximares o teu telemóvel do código QR. (Neste exemplo que te mostramos, trata-se de um QR code disponível no livro O Boneco de Neve, de Raymond Briggs. O Qr code remete para um filme de animação feito a partir da obra de Briggs).
Abrir programa no telemóvel (neste caso, barcode scanner, para sistema operativo Android). 
Aproximar o telemóvel do código QR.
O reconhecimento é imediato. Neste caso, devemos depois clicar em «Abrir browser».
O filme é reproduzido no teu telemóvel.
 Fonte: Ler para crer


Vivam as bibliotecas vivas!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

10 conselhos para transmitir um evento por Twitter

Por Pepe Flores

TwitterTrend 420x420 Diez consejos para transmitir un evento por Twitter

Twitter es una excelente herramienta para seguir en tiempo real cualquier evento. Por esta razón, muchos organizadores quieren que su actividad sea transmitida a través de la red social. Normalmente los asistentes se ocupan desinteresadamente de esta tarea. Sin embargo, a diferentes organizaciones y empresas les interesa que su cuenta oficial se mantenga actualizada de acuerdo a los acontecimientos, así que suelen delegarle esa tarea a alguien — o incluso, contratar a una persona. Yo recién llego a casa de haber tuiteado un evento para Endeavor (una asociación global de aceleración de empresas), así que traigo muy fresca la experiencia. Con base en mis vivencias, les dejo siete consejos que les pueden ser muy útiles.

1. Prepara el terreno

Si esperas una buena recepción para la transmisión de tu evento en Twitter, es importante que le avises con anticipación a tu audiencia. Sobre todo con las organizaciones, no olvides incluir en la publicidad que se pueden seguir las incidencias a través de la red social. Si tienes un blog de la empresa o una cuenta corporativa, tampoco vendría mal anunciarlo por ahí. De este modo, logras informar a la gente que te sigue (vaya o no a tu evento) de que la cobertura estará disponible en la cuenta.

2. Designa un responsable

No digo que contrates a un Social Media Manager Guru Expert o algo así, sino que dejes en claro quién se va a encargar del manejo de redes sociales durante el día del evento. Si ya tienes alguien que actualice la cuenta corporativa, ya la libraste. Si no, debes buscar a alguien que se enfoque sólo a esa actividad. Hazlo bien, no improvises. Designa a alguien que esté familiarizado con la herramienta, de modo que pueda aprovechar todos los beneficios — sobra decir que debe tener una excelente ortografía. Incluso puedes invitar a algún usuario que conozcas para que te ayude.

3. Revisa tu equipo

¡Indispensable! Revisa los aspectos técnicos con los que cuentas. De entrada, evalúa qué tipo de conexión tienes. ¿Hay Wi-Fi en el recinto? ¿Te puedes conectar por cable? ¿Qué velocidad tiene? Debes tener control sobre estas características. Muchos optan por la banda ancha móvil o la red 3G para ir a la segura. También debes pensar qué equipo es el mejor. Para mí, el iPad es una maravilla por su portabilidad. Sin embargo, quizá te convenga más un smartphone si quieres subir fotografías al instante, o incluso instalar una pequeña estación si deseas subir vídeo. Todo depende de lo que desees lograr.

4. Aprovecha otras herramientas

No todo es texto. Como mencioné en el punto anterior, hay muchas maneras de enriquecer tu transmisión. Puedes subir fotografías de manera rápida con capturas del móvil. Incluso, puedes aprovechar Twitcam u otro servicio similar para hacer pequeñas entrevistas a algunos invitados (¡excelente para congresos!). Es cuestión de que armes un pequeño set, ¡y voilá! Recuerda que este tipo de materiales audiovisuales le imprimen un mayor valor agregado a tu cobertura.

5. Evalúa la necesidad de una etiqueta

No todos los eventos requieren un hashtag. Ideados para agrupar tweets en torno a un tema, muchas veces resultan inútiles. Evalúa si lo necesitas antes de implementarlo. ¿Cómo? Primero debes preguntarte cuánta gente estará hablando sobre tu evento. Si eres el único que estará haciendo la cobertura, bastará con que consulten tu cuenta para leer la cobertura. Si serán muchos los que hablarán sobre tu evento, entonces sí es buena idea instaurar una etiqueta (¡ojo, con una basta, recuerda que lo importante es centralizar la información!). A propósito, te recomiendo que te leas la excelente guía que hizo Inti para crear buenos hashtags.

6. Sé claro, contundente y creativo

El éxito de una buen transmisión está en tres aspectos. Primero, la claridad de los tweets. Tus publicaciones deben ser entendibles. No estás enviando un SMS ni un telegrama. Una o dos frases logran maravillas, si se elijen bien las palabras. En segundo lugar, contundencia: si estás transcribiendo una ponencia o un discurso, puedes combinar citas poderosas con algunas paráfrasis. En un tweet puedes decir: Fulanito: “El Internet debe ser un derecho fundamental. Sólo así se reducirá la brecha digital” o Fulanito considera que para reducir la brecha digital, el Internet debe ser un derecho fundamental. Cada una impacta de diferente forma. Tercero, no temas ser creativo. Explora ser irónico, metafórico, jugar con el lenguaje. La cuarta pared está para ser rota (¿o no lo creen?).

7. Retroalimenta

No sirve de nada que desarrolles un soliloquio en Internet. Si tu transmisión es buena, habrá gente que se enganchará. Algunos te mandarán preguntas, otros te darán retweet, y tampoco faltarán los que critiquen lo que se dice. Anímate a discutir. Revisa cada determinado tiempo tus menciones, de modo que respondas los más importantes. Tampoco está de más agradecer algunas aportaciones, e incluso usar con discreción el RT. También puedes lanzar algunas preguntas al aire, pero procura que tampoco caiga toda la responsabilidad en tus seguidores. Tú provees la información, ellos la discusión.

8. Influencia, no volumen

Si son pocos los que siguen tu evento, no te desanimes. ´Twitter se trata de influencia, no de volumen. Si se trata de una cuenta corporativa, es muy probable que los seguidores sepan a lo que se atienen. Sin embargo, puede que a algunos simplemente no les llame la atención ese evento. También recuerda que la calida de tu transmisión no está en el número de tweets que sacas, sino en la calidad. No tienes que actualizar cada diez segundos. Cada quién tendrá su ritmo, pero juzgo que cada tres o cuatro minutos es un buen intervalo. ¿El mejor criterio? Publica cuando suceda algo interesante: nunca falla.

9. Tras bambalinas (pero sólo de reojo)

Lo que pasa tras bambalinas de un evento también es muy interesante. De vez en cuando viene bien aligerar el tono con algún aspecto de este tipo, pero debes cuidar que este tipo de tweets no te dejen mal parado. Por ejemplo, si un invitado canceló de último minuto, no ayuda a tu imagen decir algo como “estamos corriendo para ver quién puede suplir a Fulanito”. Procura compartir algunos detalles de la organización, de lo que sucede detrás de cámaras, pero sin revelar información sensible. Recuerda que, como en la cintas de policías, lo que digas puede usarse en tu contra.

10. Repite el ejercicio

Acostumbra a tus seguidores a las coberturas de eventos. Con la práctica se hace el maestro, reza el adagio. Si a la primera no sale, evalúa qué se puede mejorar, y súbete de nuevo al caballo. Quizá tu primera transmisión no reciba demasiada respuesta, pero verás como la interacción mejora con la segunda, la tercera, y demás. Intenta siempre técnicas nuevas (y si alguna te resulta, no dudes en compartirla con nosotros).
Espero que este decálogo les sirva para sus futuras transmisiones. Cualquiera que sea la naturaleza de su evento, les aseguro que estos consejos pueden serles de gran utilidad. Si tienen alguna duda o sugerencia, recuerden que me pueden encontrar en Twitter (@padaguan) — y de paso, no olviden agregar la cuenta oficial de ALT1040 para estar bien enterados de la información geek más reciente.

Fonte ALT1040

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

OpenAIRE abre acesso aos resultados da investigação científica da UE



Bruxelas, 2 de Dezembro de 2010

Os investigadores, as empresas e os cidadãos da UE passam a dispor de acesso livre e aberto aos documentos sobre a investigação científica financiada pela UE, graças à OpenAIRE (infra-estrutura de acesso aberto para a investigação na Europa - Open Access Infrastructure for Research in Europe), que a Comissão Europeia lançou hoje na Universidade de Gent, na Bélgica. A OpenAIRE criará uma rede de repositórios abertos que oferece acesso livre em linha a conhecimentos produzidos por cientistas que receberam subvenções do sétimo programa-quadro (7.° PQ) e do Conselho Europeu de Investigação (CEI), especialmente nos domínios da saúde, energia, ambiente, parte das tecnologias da informação e das comunicações e das infra-estruturas de investigação, ciências sociais e humanas e ciência na sociedade. Trata-se de um passo importante para o acesso pleno e aberto aos documentos científicos que permitirá, por exemplo, que as pessoas com doenças raras tenham acesso aos resultados mais recentes da investigação médica ou que os cientistas obtenham informação actualizada em tempo real sobre os progressos realizados nos seus domínios. O desenvolvimento de infra-estruturas, nomeadamente electrónicas, de investigação, inclusive infra-estruturas para os resultados da investigação científica, com vista a aumentar a competitividade da Europa é uma prioridade da Agenda Digital para a Europa (ver IP/10/581, MEMO/10/199 e MEMO/10/200) e da iniciativa «Uma União da Inovação» (ver IP/10/1288 e MEMO/10/473). 

Nas palavras de Neelie Kroes, Vice-Presidente da Comissão Europeia, responsável pela Agenda Digital: «O lançamento da OpenAIRE marca uma etapa muito concreta na partilha dos resultados da investigação financiada pela UE, para nosso benefício mútuo. A informação científica tem a capacidade de melhorar as nossas vidas, sendo demasiado valiosa para permanecer inacessível. Além disso, os cidadãos da UE têm o direito de aceder e beneficiar do conhecimento produzido com recurso a fundos públicos.».

Máire Geoghegan-Quinn, Comissária para a Investigação, a Inovação e a Ciência, afirmou: «Os cientistas necessitam de aceder aos resultados da investigação para maximizarem o potencial de subsequentes trabalhos nos mesmos domínios. A indústria, incluindo as PME, precisa de saber onde encontrar os resultados da investigação científica, para, com base neles, criar postos de trabalho e melhorar a qualidade de vida. A OpenAIRE contribuirá significativamente para melhorar a circulação dos conhecimentos científicos na Europa e, consequentemente, para criar uma verdadeira União da Inovação.».

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Anualmente, são publicados em todo o mundo cerca de 2,5 milhões de artigos científicos em 25 000 revistas credenciadas e actas de conferências. Actualmente, apenas 15% a 20% destes artigos estão disponíveis em repositórios de acesso aberto ou publicados em revistas de acesso aberto. Os restantes ficam acessíveis apenas mediante sistemas de pagamento por leitura ou assinatura paga da publicação. A infra-estrutura OpenAIRE, financiada pela UE e hoje lançada na Universidade de Gent, na Bélgica, pode vir a tornar aberto o acesso a todos os documentos e dados científicos produzidos por investigadores financiados pelo sétimo programa-quadro de investigação da UE (7.° PQ), incluindo os que receberam subvenções através do Conselho Europeu de Investigação (CEI), para além de outras fontes. Desde o início do 7.º PQ, em 2007, foram financiados cerca de 10 000 projectos.

Segundo as condições de concessão de subvenções ao abrigo do 7.º PQ, os investigadores que recebem apoio financeiro da UE nos domínios da saúde, energia, ambiente, tecnologias da informação e das comunicações, infra-estruturas de investigação, ciências sociais e humanas e ciência na sociedade devem depositar num repositório de acesso aberto o texto integral dos seus escritos de investigação publicados, para que fique permanentemente disponível à escala mundial. Trata-se de cerca de 20% dos projectos financiados pelo 7.º PQ. Os investigadores noutros domínios podem igualmente optar pela disponibilização dos seus textos no repositório de acesso aberto. 

Este projecto pode igualmente conduzir a novas formas de indexação, anotação, ordenamento e ligação dos resultados das actividades de investigação, assim como a novos métodos de automatização destas operações. Subsequentemente, poderão ser criados novos serviços com base na infra-estrutura de informação que é a OpenAIRE. O projecto gere um serviço de assistência em 27 países europeus, que consiste numa rede de especialistas e num portal de ferramentas que ajudam os investigadores a disponibilizarem em linha os seus artigos.
 
Antecedentes
A OpenAIRE resulta de uma iniciativa-piloto da Comissão Europeia sobre acesso aberto, lançada em Agosto de 2008. Os projectos financiados ao abrigo do 7.º programa-quadro são obrigados a depositar os documentos submetidos a revisão interpares em repositórios em linha e a oferecer um acesso aberto a esses documentos no prazo de 6 ou 12 meses após a sua publicação, consoante os domínios.
A OpenAIRE complementa outras infra-estruturas de investigação financiadas pela UE, designadamente a GÉANT (IP/10/1448), que oferece aos cientistas europeus uma rede de investigação de elevado débito, e a PRACE (IP/10/706), que desenvolve capacidades de supercomputação para aplicações muito exigentes. Os
resultados e os relatórios da investigação financiada pela UE estão também disponíveis no CORDIS, o serviço comunitário de informação sobre investigação e desenvolvimento.

Para mais informações sobre a OpenAIRE, ver http://www.openaire.eu/.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Petição para a Obrigatoriedade de Requisitos de Formação para a Carreira de Biblioteca e Arquivo

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 121/2008, de 11 de Julho, que reestrutura as carreiras da Administração Pública, foram extintas as carreiras específicas de técnico superior de biblioteca e documentação, técnico profissional de biblioteca e documentação, técnico superior de arquivo e técnico profissional de arquivo.
Desde então têm aberto procedimentos concursais para provimento de lugares, em bibliotecas e arquivos da administração pública, com requisitos habilitacionais diversos, sendo admitidos técnicos superiores e assistentes técnicos sem qualquer formação na área.
Tendo em conta que as competências deste grupo profissional são revestidas de reconhecida especificidade e dada a existência de formação na área através de diversas licenciaturas, pós-graduações e mestrados que asseguram a saída para o mercado de trabalho de pessoal qualificado, achamos inadequado que os lugares sejam ocupados por pessoal sem as qualificações necessárias.
Assim, solicitamos que seja requisito obrigatório, para qualquer concurso nesta área, a posse de habilitações adequadas. 

Para assinar:
Petição para a Obrigatoriedade de Requisitos de Formação para a Carreira de Biblioteca e Arquivo

Vivam as bibliotecas vivas.