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Vivam as bibliotecas vivas.
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http://www.muskiz.com/b2 - podemos ver no lado esquerdo da página web
da biblioteca o rectângulo azul do Twitter com as novidades!
Vivam as bibliotecas vivas.

fonte: blogue Dossiê Alex Primo
Trata-se ainda de uma versão beta do mapa mental da cibercultura. A versão final será hipertextual e deve ser aqui publicada daqui a algumas semanas. Conta com a ajuda de todos para o aperfeiçoamento do mapa mental. Sugestões de aperfeiçoamentos e links são muito bem vindas!
Update: A partir das sugestões recebidas, Alex Primo abriu um wiki para que possam sugerir links e apontar outras sugestões. Basta registar-se aqui: http://alexprimo.wetpaint.com
O sítio web O Comboio em Portugal, desenvolvido pelo fotógrafo Dario Silva, juntamente com o departamento de Informática / Escola de Engenharia da Universidade do Minho, é um portal sobre o Caminho de Ferro, um projecto académico e jornalístico de investigação e divulgação da História, Património e memória do Caminho de Ferro português.





Destaco : LES COUPS DE COEUR DE
Vivam as bibliotecas vivas!
Rui Vilela, albicastrense, autor do blogue sem fim, visitou a recente biblioteca municipal de Castelo Branco e apresenta-nos uma perspectiva que nos deixa a pensar sobre as inaugurações políticas "forçadas" das bibliotecas, os arquitectos que desenham bibliotecas que não funcionam, os profissionais não preparados ou colocados pelo município, na biblioteca, pelas razões mais inesperadas. E o resultado são espaços com livros e novas tecnologias a que se chama biblioteca, onde o sucesso está centrado no empréstimo de DVD e na utilização gratuita da Internet. Catálogos informatizados, atendimento de referência personalizado e outras tendências mais "modernas" ainda não se inauguraram! Aguarda-se para um futuro próximo... Dá que pensar que bibliotecas queremos!
De qualquer maneira, o espaço desta biblioteca é agradável e enche o olho como vemos nas imagens captadas pelo Rui. Agradeço a este investigador que nos promete mais reportagens sobre bibliotecas polacas!
Vivam as bibliotecas vivas!
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fonte blogue Ec3noticias
fotografia de Mickey Smith



”Um envelope individual
O exame electroencefalográfico tem doze registos que podem ser mono ou bipolares. Os exames captam os estímulos eléctricos de cada uma das áreas do cérebro; depois tiram-se conclusões.
Em repouso, o ritmo eléctrico do cérebro é diferente.
É necessário acreditar na verdade e não acreditar na mentira.
Uma escritora utiliza esta expressão: ficar individual. Uma pessoa que numa conversa, de repente, fica individual, é alguém que entra em si próprio, como se cada um fosse dois e pudesse o seu 2° mergulhar no primeiro e fechar-se.
Existem momentos em que somos sociais, disponíveis; e existem momentos em que somos individuais.
No café detestam que eu leve livros e os leia, e que escreva. Aceitam e gostam de alguém que leva um jornal e lê durante horas, sentado. É uma questão de não se sentirem estúpidos, mas são estúpidos.
No fundo era apenas para contar a história de alguém que tinha um electroencefalograma para levantar num laboratório, mas morreu às duas horas da tarde, e o exame só estava pronto às três horas da tarde. Morreu de um ataque que vem de dentro da cabeça, mas os médicos têm outros termos. E o resultado do exame ficou anos no laboratório porque não foi levantado e no laboratório não são obrigados a distinguir quem morre de quem se atrasa ou se esquece.
Na organização de um dos anos posteriores, esse exame foi rasgado e deitado ao lixo, sem sequer ser aberto.
O exame electroencefalográfico, já o disse no início, tem doze registos, registos que podem ser mono ou bipolares. Os exames captam os estímulos eléctricos de cada uma das áreas do cérebro e depois tiram-se conclusões.
Naquele caso a conclusão era que o cérebro estava bem. Tanto em esforço como em repouso. E doze registos são sempre doze registos, não é um só.”
Gonçalo M. Tavares
In Água, Cão, Cavalo, Cabeça, Caminho, 2006
O conto foi retirado do blogue Aspirina B, post de autoria de Fernando Venâncio.
Vivam as bibliotecas vivas!
