Mostrar mensagens com a etiqueta bibliotecas públicas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bibliotecas públicas. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Bibliotecas e sustentabilidade

IFLA 2012 sessão 184  "Libraries inspiring and facilitating change towards sustainability"

Bibliotecas que inspiram e facilitam a mudança para a sustentabilidade!
Programa a consultar:

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Beyond Access


Apresentação da campanha "Beyond Access" durante o congresso IFLA 2012 - sessão 175 Novos caminhos para as bibliotecas públicas em países em desenvolvimento.  
mais de 230.000 bibliotecas públicas em todo o mundo. Mais de 70% delas em países em desenvolvimento e com economias em transição. Muitos desses países sofrem de problemas socioeconómicos. Esta campanha tem como objetivo tornar vetores das bibliotecas públicas a evolução e a  mudança.
Durante o congresso IFLA 2012 foi apresentada por Megan Volk do IREX ONG Global Libraries Ukrania, que enfatizou o facto do desenvolvimento sustentável no século XXI requerer o domínio da informação. Portanto, as bibliotecas públicas podem desempenhar um papel fundamental na aceleração do desenvolvimento.

A introdução feita por Volk foi seguida por apresentações de Vesna Crnkovic, Biblioteca Jagodina Sérvia, Bwato Robinson, Biblioteca Nacional da Zâmbia e Dev Bashu Dhungana, a Associação de Bibliotecas Comunitárias no Nepal.
Todas as apresentações destacaram o facto de que as bibliotecas públicas serem factores de poder: dão esperança, e elas podem ser uma fonte de inspiração para as sociedades à espera de mudança económica ou social.

Documentos a consultar aqui.
Vivam as bibliotecas vivas!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Bibliotecas emergentes


Sérgio Mangas, bibliotecário da Biblioteca Pública de Figueiró dos Vinhos, encontra-se no Chile a realizar uma visita a bibliotecas públicas. Neste blogue "bibliotecas emergentes" encontramos os interessantes relatos da realidade chilena. Vale a pena lermos e constatarmos os projetos como o Bibliometro, ou a Biblioteca Viva!
Vivam as bibliotecas vivas!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Layar


O Ministério da Cultura de Espanha acaba de implementar através da Dirección General del Libro, Archivos y Bibliotecas: LAYAR - uma aplicação de realidade aumentada para telemóveis com informações sobre mais de 8000 bibliotecas de leitura pública, sem qualquer custo para o utilizador.

Há muito tempo que não dizia:
Vivam as bibliotecas vivas!!!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A Biblioteca Municipal e Figueiró dos Vinhos integra Rede de Bibliotecas Associadas da Unesco


A Biblioteca Municipal Simões de Almeida (tio), em Figueiró dos Vinhos, receberá no dia 6 de Outubro o certificado de Biblioteca Associada da UNESCO, passando a pertencer à rede de bibliotecas associadas daquela organização internacional.
Trata-se de uma distinção pelo trabalho desenvolvido no cumprimento das missões consignadas pela UNESCO para as bibliotecas públicas, mas sobretudo, pelo trabalho que esta Biblioteca tem desenvolvido em torno da recuperação, conservação e divulgação da história, cultura e tradições de Figueiró dos Vinhos. Esta tem sido, de resto, uma das grandes marcas distintivas da Biblioteca Municipal Simões de Almeida (tio) face a todas as outras bibliotecas municipais portuguesas.
O principal objectivo desta rede é encorajar as bibliotecas a desenvolver actividades nos domínios da UNESCO, como a promoção dos direitos humanos e da paz, do diálogo intercultural, da protecção do ambiente ou da luta contra a iliteracia.
Mais de 500 bibliotecas em todo o mundo já são membros da rede. Em Portugal, são também associadas, actualmente, as bibliotecas de Alcochete, Beja, Guimarães, Porto e Torres Novas e Olhão.
Para integrar esta rede as bibliotecas devem candidatar-se junto da comissão nacional da organização. Visite o sítio da Comissão Nacional da UNESCO e a página da UNAL - UNESCO Network of Associated Libraries.

Vivam as bibliotecas vivas!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos e a Web 2.0


A Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos tem vindo a desenvolver uma estratégia de difusão e promoção do seu Fundo Local apoiada em inúmeros serviços baseados na Internet, nomeadamente a partir de ferramentas de Web 2.0. Neste sentido, esta biblioteca pública acaba de adoptar o Scribd para organizar e partilhar um conjunto de documentos locais que tem vindo a digitalizar.

Scribd é uma plataforma de partilha gratuita de documentos em diversos formatos, que permite a criação de colecções de documentos, a visibilidade do documento em público/privado, comentários dos visitantes ao documento e licença de (re)utilização segundo o modelo Creative Commons. O Scribd fornece ainda um conjunto de estatísticas sobre os acessos aos documentos e um sistema para construção de redes sociais baseado no conceito seguido/seguidor (followed/following). A conexão do Scribd a plataformas como o Twitter, Facebook, Bebo, Delicious, Wordpress, entre outros, amplia, substancialmente, as capacidades de interacção e, por conseguinte, a visibilidade dos documentos e das organizações participantes. Por tudo isto, ele é considerado como o "Youtube dos livros" e conta já com mais de 50 milhões de utilizadores.

Actualmente, à distância de um clique e em qualquer parte do mundo, é possível aceder a um sem número de recursos informativos sobre Figueiró dos Vinhos através dos seguintes canais:

delicious

Europeana

Flickr

Scribd

Site da Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos

YouTube
http://www.youtube.com/bmfigueirodosvinhos

Vivam as bibliotecas vivas!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Comunicado de Anabad-Galicia pelo corte nos orçamentos das bibliotecas públicas

COMUNICADO PÚBLICO

A Asociación ANABAD-Galicia que agrupa os profesionais dos servizos de arquivos, bibliotecas e centros de documentación de Galicia, quere manifestar a súa preocupación coa situación actual das partidas orzamentarias destinadas ás bibliotecas públicas.
No mes de abril celébranse dúas datas importantes para a promoción do libro e da lectura: o 2 de abril Día Internacional do Libro Infantil e o 23 de abril, Día Internacional do Libro. Ao redor destas datas moitas bibliotecas organizan actividades destinadas a celebrar estas efemérides e para isto aproveitan as axudas que a Xunta de Galicia facilita a través dos programas de cofinanciamento.
O Cofinanciamento é un modelo de axudas no que a Xunta de Galicia aporta unha cantidade económica en función do orzamento que cada concello determine para as súas bibliotecas. Principalmente realízanse dous programas de cofinanciamento:
  • o modelo de cofinanciamento para Adquisicións de fondos documentais e
  • o modelo de cofinanciamento para a realización de actividades de animación, o programa Letras Vivas.
Este ano, ao recorte nos orzamentos realizado polos Concellos nas bibliotecas e na cultura, debido á situación económica dramática na que se encontran moitos deles, súmase o recorte realizado pola Dirección Xeral do Libro, Bibliotecas e Arquivos que supón un corte dramático para moitas bibliotecas públicas que contan, en boa medida, con estas axudas para poder realizar actividades e incrementar os seus fondos.
1) O programa de cofinanciamento para a adquisición de fondos documentais realizado pola Xunta de Galicia, en colaboración co Ministerio de Cultura, foi directamente eliminado das axudas para o ano 2011 para bibliotecas públicas municipais.
Este convenio entre a Xunta e o Ministerio ascendía a 2,5 millóns de euros (ao 50% entre as dúas entidades) e significou un grande incremento dos fondos documentais nos últimos anos nas bibliotecas galegas, procurando acadar nelas a media, de entre 1,5 e 2,5 documentos por habitante, que marcan as recomendacións dos organismos internacionais: a IFLA e a UNESCO. (En Galicia encóntrase, con datos do 2009, en 1,62 doc./habitante).
No ano 2010 a partida xa se veu reducida, e mediante este convenio foron distribuídos perto de 1 millón de euros, do que se beneficiaron as bibliotecas de 111 concellos ás que se lles concederon axudas para a mellora da colección bibliográfica mediante a adquisición de fondos documentais.

Este ano moitos usuarios das bibliotecas non poderán desfrutar da lectura de novidades literarias ao ser eliminada esta partida. Ás bibliotecas só se enviarán fondos da compra que a Dirección Xeral realiza ás editoras galegas, e que chegan normalmente con moito atraso sobre a data de edición. O que poderían ser novidades convértense en libros xa obsoletos ou repetidos xa que, en moitos casos, as bibliotecas xa compraron con anterioridade eses mesmos títulos coa súa propia partida orzamentaria.
2) Por outro lado, o programa Letras Vivas é unha vantaxe tanto para as bibliotecas como para os creadores e animadores que participan do programa. Facilita o encontro entre os creadores e os usuarios e a realización de actividades de animación: música, teatro, obradoiros, contacontos, encontros con escritores... que en moitos casos non se poderían realizar en bibliotecas que, polo seu tamaño e orzamento, nunca poderían realizar por si propias.
No ano 2010, 107 bibliotecas municipais e as 6 bibliotecas nodais, desfrutaron das axudas para este programa de animación que levou ás bibliotecas 1.028 actividades con un orzamento de 354.589€
Con data de 12 de Abril foi enviada carta desde a Subdirección Xeral de Bibliotecas no que se avisa do recorte desta partida orzamentaria no que se especifica que se aportará un máximo de 459€ por biblioteca para a realización de actividades e pídeselle ás bibliotecas que estas actividades se concentren nos meses de abril e maio. Isto quere dicir que a partida deste ano para actividades de animación nas bibliotecas contará con ao redor de 50.000€ contando que o número de bibliotecas solicitantes sexa similar ao do ano 2010.
As bibliotecas non van poder realizar as actividades que tiñan previsto para este ano, xa que estaban programadas en función dunhas cantidades económicas que non van recibir e ademais progrmadas para ser realizadas ao longo do ano, e non concentradas nos meses de Abril e Maio como se propón desde a Subdirección xeral de Bibliotecas.
Moitas bibliotecas renunciarán a estas axudas ao non contar con tempo suficiente para poder organizar actividades, no período previsto desde a administración para esta primavera, o que significa unha falta de planificación na administración das súas partidas orzamentarias que deberían coñecerse con suficiente anterioridade.
3) Formación: o borrador da Lei de Bibliotecas de Galicia recolle como obriga da Dirección Xeral de Cultura a planificación dos sistemas bibliotecarios galegos e a formación dos profesionais das bibliotecas da rede. Sen embargo, o programa de formación do persoal que traballa nas bibliotecas foi eliminado para este ano. No ano 2010 realizáronse 15 actividades formativas nas que participaron 365 profesionais, actividades para as que se destinou unha cantidade de 62.000€.

Aínda entendendo que nunha situación de crise económica como a actual todos os servizos públicos deben recortar os seus gastos, ante estes feitos queremos denunciar:
  • O abandono que se produce nos servizos públicos de bibliotecas que ven en gran parte recortados os seus orzamentos non podendo prestar servizos de calidade.
  • O recorte dos gastos de cultura e bibliotecas realizado nos servizos de proximidade como as bibliotecas públicas mentres se destinan partidas a actividades de promoción da Biblioteca e do Arquivo de Galicia, na Cidade da Cultura, para un público pouco numeroso e con actividades máis específicas que non chega ao público en xeral, é dícir á maioría da cidadanía, ao contrario das actividades que se poderían realizar nas bibliotecas públicas.
  • As bibliotecas públicas son un servizo que crece ano a ano, tal e como se demostra nas estatísticas de bibliotecas públicas publicadas polo Ministerio de Cultura, as últimas correspondentes ao ano 2009. (http://www.mcu.es/alziraweb/m1.asp?A=2008&P=A)
  • As bibliotecas están incrementando os seus usuarios e a demanda de documentos ante unha situación de crise no que a cidadanía busca aforrar diñeiro deixando de comprar documentos, que demandan nas bibliotecas, ou utilizando estas para a procura de información sobre ofertas de emprego, preparación de oposicións... Ante esta situación as bibliotecas non poden satisfacer esas demandas nin ofertar novos servizos.
  • Existe un desequilibrio na composición das plantillas do persoal das bibliotecas nodais. Por unha banda atopamos unha serie de postos eminentemente administrativos (auxiliares administrativos, subalternos, ordenanzas, etc.) que non son especialmente relevantes para o desenvolvemento do traballo bibliotecario. E por outra banda, as bibliotecas públicas carecen de postos que cubran as novas demandas e necesidades dos usuarios (informática, desenvolvemento de actividades culturais, etc.).
Das estatísticas do Ministerio de cultura para Galicia, podemos indicar aquelas que demostran o incremento nos últimos anos debido sobre todo aos programas de cofinanciamento:




2008
2009
Fondo documental
69.243.134
72.142.823
Visitantes nas bibliotecas
4.773.292
4.871.680
Socios
558.167
642.039
Préstamos por usuarios
1.874.625
2.056.753
Actividades
11.301
12.205
Persoal
774
794


Ante estes feitos propoñemos:
  • Que a Consellaría de Cultura se comprometa publicamente coas bibliotecas públicas e destine as partidas orzamentarias suficientes para desenvolver a política de promoción á lectura que lle corresponde ao un país do noso nivel de desenvolvemento.
  • Que a Dirección Xeral do Libro reconsidere o recorte nas partidas destinadas ás bibliotecas públicas, en especial ao cofinanciamento de adquisición de fondos e para as actividades de animación a través do programa Letras Vivas para que as bibliotecas conten con partidas suficientes para poder prestar con calidade os servizos para os que foron creadas.
  • Que se racionalicen os cadros de persoal das bibliotecas públicas tomando as medidas oportunas para reducir prazas administrativas creando no seu lugar prazas de auxiliares e de técnicos de bibliotecas e prazas, naqueles postos citados máis arriba, que cubran as demandas da cidadanía: informática, actividades culturais... Faise necesario tamén regularizar e profesionalizar a situación do persoal que traballa nas bibliotecas públicas municipais, en moitos casos en situación de precariedade e irregularidade.
  • Que as administracións públicas, Concellos e Xunta de Galicia, prioricen as partidas orzamentarias destinadas á cultura e ás bibliotecas públicas como medio de investir en educación, formación e ocio, como demandan as recomendacións internacionais e como medida de enfrentar a crise, facilitando o contar con cidadanía máis formada, como se recolle na Declaración de Murcia sobre la acción social y educativa de las bibliotecas públicas en tiempos de crisis (http://brmu.blogspot.com/2010/02/decalogo-sobre-la-accion-social-y.html)
  • A Lei do Libro e da Lectura de Galicia, especifica que o órgano asesor, o Consello do Libro, debe reunirse cunha periodicidade de 6 meses, do que o último celebrado foi en abril de 2010. Queremos desde ANABAD-Galicia solicitar tamén unha reunión con carácter de urxencia deste Consello asesor.
Para buscar solucións a esta problemática a Asociación ANABAD-Galicia solicitou, con data 18 de abril, reunión co Conselleiro de Cultura e co Director Xeral do Libro, Bibliotecas e Arquivos.

Na Coruña a 19 de Abril de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Nuno Marçal com Alma

 foto Nuno Marçal. In O Papalagui

É sempre para mim uma honra ter como companheiro de estrada o Nuno Marçal. Não por eu dirigir uma carrinha itinerante como ele, mas porque nos cruzamos na mesma estrada, em bibliomóveis bem diferentes, numa corrida incessante pela promoção da leitura e na paixão pelo encontro pessoal com cada leitor.
Nunca é demasiado falar do bibliomóvel de Proença-a-Nova e do trabalho exemplar que faz o Nuno por terras desconhecidas perdidas nas serras. Quem já o ouvir falar e contar as suas histórias de vida e de encontros que os livros lhe proporcionam? Quem ainda não leu o blogue O Papalagui?
Com uma sensibilidade extrema e um respeito enorme por cada ser humano, é assim que ele se faz à estrada no seu dia-a-dia. É muito mais do que aquilo que faz.

Nuno Marçal, através do seu Bibliomóvel, foi distinguido pelo DGLB para ser um dos candidato ao prémio Astrid Lindgren Memorial Premio (ALMA) 2011, outorgado pelo governo da Suécia, e que pretende premiar e distinguir pessoas que promovam a leitura e a literatura para crianças em todo o mundo. 
O prémio ALMA já o tem há muito! 

Todos os nomeados aqui
O Papalagui 
dia-a-dia no Facebook

quarta-feira, 23 de março de 2011

Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos no YouTube


A Biblioteca Municipal Simões de Almeida, em Figueiró dos Vinhos, destaca-se das bibliotecas públicas não só por ter encontrado a marca distintiva a todas as outras bibliotecas, mas também porque oferece aos seus utilizadores serviços inovadores. Sérgio Mangas, bibliotecário diz-nos:
"o Fundo Local é um dos aspectos essenciais das colecções das bibliotecas públicas. Estes recursos documentais de interesse local são muito específicos, reflectem a actividade de uma determinada comunidade e as características do concelho e da região em questão. O seu valor está exactamente no seu carácter único e no papel vital que desempenha para o conhecimento da memória colectiva da comunidade e, por conseguinte, da sua identidade. Sendo esta uma colecção irrepetível em outras bibliotecas, torna-se o bem informativo mais precioso que as bibliotecas públicas podem oferecer ao mundo globalizado da Internet.
No sentido de dar a conhecer a história, cultura e tradições do concelho de Figueiró dos Vinhos, a Biblioteca Municipal deste município acaba de lançar mais um serviço digital, utilizando o YouTube, conhecido site de referência em matéria de partilha de vídeos na Internet.
Com uma forte presença na Internet e apostando no Fundo Local como elemento diferenciador e de atracção de novos utilizadores, a Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos é provavelmente caso único no panorama bibliotecário português ao nível dos múltiplos serviços que tem desenvolvido com base no seu Fundo Local. Actualmente, à distância de um clique e em qualquer parte do mundo, é possível aceder a um sem número de recursos informativos sobre Figueiró dos Vinhos através dos seguintes canais:

Vivam as bibliotecas vivas!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Audição Pública: Rede Nacional de Bibliotecas Públicas

Agradeço à Manuela Barreto Nunes a disponibilidade para a cedência deste texto que nos dá resposta sobre a audição pública sobre "O projecto de lei para a criação da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas" apresentado pelo Bloco de Esquerda (BE), no dia 11 de Janeiro na Casa Amarela da Assembleia da República.

"Foi uma boa sessão, com muitos bibliotecários presentes e vindos de todo o lado. Para além do Henrique Barreto Nunes e da Maria José Moura, que fizeram a contextualização da necessidade da lei, e que estavam na mesa com os deputados do BE (José Manuel Pureza e Catarina Martins), estavam presentes, entre outros que não identifiquei: Calixto; Paulo Leitão; Vera Silva; Rui Neves; Filipe Leal; Constantino Piçarra; Maria José Vitorino; Paula Sequeiros; Natércia Coimbra; Pina Falcão; José Correia; o Bibliotecário de Vila Franca de Xira, que não me lembro o nome; Margarida Toscano (RBE); Daniel Melo (o historiador que publicou agora a história da leitura pública na 1.ª república); José Manuel Mendes (escritor). Mais alguns bibliotecários que conheço mas não sei os nomes.
O debate foi muito participado e motivador. O projecto de lei foi bastante criticado por revelar uma visão algo ultrapassada das bibliotecas (deveria estar mais imbuído do presente e do futuro tecnológico), e houve opiniões divergentes sobre algum excesso de centralismo que lhe foi apontado. A Catarina Martins explicou as razões porque o projecto foi apresentado de repente e sem mais consultas (houve algumas prévias que se aguardava fossem seguidas por uma discussão mais alargada): segundo ela, pretendia-se acautelar o futuro da rede de bibliotecas públicas, na sequência da extinção da DGLB e dos cortes orçamentais; as explicações foram bem aceites pelos colegas. Foram feitas várias sugestões a levar em conta caso seja aprovado na generalidade, e os deputados do Bloco comprometeram-se a novas e mais demoradas consultadas para as alterações a serem feitas na especialidade. 
Caso o projecto não seja aprovado, o BE pretende refazê-lo e voltar a apresentá-lo, nessa altura depois de um debate mais aprofundado com os bibliotecários.

Uma nota de observação minha: se repararem, a maior parte das pessoas presentes nunca foram ou já não são bibliotecários públicos. Apesar de a sessão se ter realizado em Lisboa, o que afastou a possibilidade de
deslocação de muitos colegas, a verdade é que em Lisboa e na região há muitos bibliotecários... Essa é uma nota preocupante, no meu entender, pois parece que somos mais os de fora preocupados com o assunto, do que aqueles que estão neste terreno específico."

Manuela Barreto Nunes
(recebido por email datado de hoje 12 janeiro 2011)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Comunicações V Congresso Nacional de Bibliotecas Públicas, Gijón

Biblioteca pública y contenidos digitales: retos y oportunidades
 Gijón, 3, 4 y 5 de noviembre de 2010

Bloque I: Biblioteca pública, usuaria de contenidos digitales

Las políticas de adquisición de libros electrónicos en bibliotecas:licencias, usos y derechos de autor

La importancia de utilizar metadatos PREMIS. Primer paso para la preservación de objetos digitales

Las palabras son palabras,pero ¿cómo accedemos a ellas? Revisión del concepto de distribución en las palabras electrónicas

La extranet de bibliotecas del Consell de Mallorca

Bibliotecas digitales y bibliotecas públicas: paralelismos en la gestión de la colección y evaluación de su uso. La experiencia de la Rede de bibliotecas de Galicia

Catalogación de libros digitales: normativa para el tratamiento de las versiones múltiples

Bloque II: Biblioteca pública,Biblioteca pública,prveedora de contenidos digitales

Adaptando contenidos para la web móvil: pautas y herramientas para bibliotecas públicas

Los blogs y las redes sociales: una nueva experiencia en la red de bibliotecas públicas de Donostia-San Sebastián

Visibilidad de la Red de Bibliotecas Municipales de la provincia de Barcelona en las redes sociales

The blog, hablando el mismo lenguaje

Biblioteques de Barcelona crea un blog vinculado al Festival Grec

Biblioteques de Barcelona en las redes sociales

Koha, metabuscadores y herramientas colaborativas de edición de contenidos

BP Enseñando y aprendiendo en y con la web

1935-2010: diario de la biblioteca. Dar a luz a la historia a través de un blog

Colecciones locales en bibliotecas públicas españolas: una mirada a sus espacios webs

El entorno digital de la Biblioteca Municipal de Estudos Locais de A Coruña (BMEL) I

Los tutoriales de los espacios multimedia de Biblioteques de Barcelona

La biblioteca pública y estrategia digital: la edición electrónica en la biblioteca de Muskiz

Proyecto de difusión web de la colección local de San Sebastián: evolución y posibilidades

Efectividad de las herramientas de la web social en un club de lectura. El caso del Club de Lectura del Grito

Estela y Fendàncius. Bibliotecas digitales para la colección local

Realidad 2.0: estrategias de uso de Social Media a pie de mostrador

Bloque III: Biblioteca pública, protagonista de la sociedad digital

El libro electrónico en la Red de Bibliotecas Municipales de Donostia-San Sebastián: primeros pasos, desafíos, oportunidades

Creando e-bibliotecarios I: un viaje de película a Territorio Ebook

Plan ALBA de formación en competencias digitales de las bibliotecas públicas andaluzas

Conéctate con la biblioteca: un proyecto de inclusión digital para las bibliotecas públicas de Euskadi

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos na Europeana



A Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos acaba de integrar a Europeana, disponibilizando através deste portal um valioso espólio documental relativo ao concelho de Figueiró dos Vinhos. Com a presença neste projecto o património cultural e a memória local de Figueiró dos Vinhos ganham uma enorme visibilidade e chegarão a milhões de utilizadores que diariamente acedem à Europeana.
A Europeana é uma biblioteca digital, financiada pela Comissão Europeia, que conta com livros, mapas, gravações, fotografias, documentos de arquivo, pinturas e filmes do acervo de diversas e prestigiadas instituições culturais, entre as quais bibliotecas, arquivos e museus dos 27 Estados-Membros da União Europeia. O acesso é disponibilizado em todas as línguas da União Europeia e oferece actualmente mais de cinco milhões de documentos digitalizados.
Neste momento, a Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos, a par do consórcio BibRia (consórcio de bibliotecas constituído pelas bibliotecas municipais de Aveiro, Oliveira do Bairro, Ovar e a Universidade de Aveiro), constituem as únicas bibliotecas municipais portuguesas presentes na Europeana.
Site da Europeana: http://www.europeana.eu/portal/

Vivam as bibliotecas vivas!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Intervenção de Kathryn Greenhill - V Congreso Nacional de Bibliotecas Públicas

 V Congresso Bibliotecas Públicas 3 Nov.  - Mesa redonda

Kathryn Greenhill, Profesora asociada de Biblioteconomía y Documentación, Curtin University of Technology, Perth (Australia)


 


This discussion paper has been prepared for the V Congreso Nacional de Bibliotecas Públicas: Biblioteca pública y contenidos digitales: retos y oportunidades to be held in Gijón, Spain 3-5 November 2010.  This is preliminary material for the Day 3 Roundtable discussion topic,Reflections on the value of public libraries in the digital society.
The concept of being “deeply local” at our libraries is explained further in an earlier blog post here:  

The key for libraries to thrive in the new digital landscape is to get deeply local. The video and transcript below outlines the components of the deeply local and what libraries can do to exceed their client’s expectations.
Libraries have a competitive strength over Google or Amazon or off-the-shelf one-size-fits-all databases.
We can use human skills to know intimately our communities and their information needs. We can know what type of information they want, how they prefer to get it and ask them questions.
We can provide platforms for creating local content and match existing content to the needs of our communities.
Rather than declining in a world of born-digital user-created content , libraries have a chance to occupy a central place in our communities.
We do need to change the way we do things.
The deeply local has five key components:
 1. Community – Knowing intimately our communities and their informational, recreational needs. This could involve chatting regularly to our users, conducting non-user surveys or analysing the hits on our website.

2) Content – Knowing the content available for our local community and by our community. This includes local history collections in local libraries and institutional repositories in academic libraries.

3) Local linking – Linking our community with each other via local content, or content that meets their informational needs. Encouraging study groups in our buildings or hosting a social network for a local bookclub is an example of this.
      4) Linking to the world – Linking the world to local content. Linking our users to the local information   hosted elsewhere. Essential in this is providing free and open access to material produced with public money  and understanding about the best ways to get data in an out of our systems for remixing.

      5) Knowing possibilities – Knowing what is available and possible with information and content – and bringing that back to our communities and matching it to their needs.
Getting deeply local is not about doing exactly what our users want – we can do better than that. It is about library staff knowing about how to connect people and information so well that we exceed our users’ expectations.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

V Congreso Nacional de Bibliotecas Públicas

Gijón | 3, 4 y 5 de noviembre de 2010
"Biblioteca pública y contenidos digitales: retos y oportunidades"


La Dirección General del Libro, Archivos y Bibliotecas del Ministerio de Cultura, a través de la Subdirección General de Coordinación Bibliotecaria organiza este congreso en colaboración con el Principado de Asturias y con el apoyo de las Comunidades Autónomas, la FEMP, fundaciones y asociaciones profesionales de bibliotecas.
El congreso se estructurará en tres bloques temáticos, como novedad el último día habrá una jornada de reflexión sobre el valor de la biblioteca pública en el entorno digital.


Día 3
Bloque I: Biblioteca pública, usuaria de contenidos digitales.
      • Los aspectos legales (usos, costes, gestión, infraestructura y formatos), es decir, todos aquellos aspectos  relacionados con la publicación, gestión y preservación de los contenidos digitales.
      • Normativa de descripción y preservación de objetos digitales, selección de fondos
      • Administración electrónica
      • Industria editorial, con especial hincapié al libro electrónico.
Día 4
Bloque II: Biblioteca pública,  proveedora de contenidos digitales


      • La biblioteca pública como creadora de contenidos digitales
      • La colección local en el entorno digital
      • Estudios de usuarios digitales
      • Marketing digital
      • Estudios de posicionamiento o de impacto de los nuevos servicios.
      • La biblioteca pública como
        creadora de contenidos digitales para el aprendizaje (tutoriales)
      • Creación de contenidos con herramientas sociales (aportaciones de los profesionales y de los usuarios)
      • Presencia de la biblioteca pública en redes sociales
      • Aspectos legales relacionados con la creación y el suministro de contenidos.

Día 5 Bloque III:   Biblioteca pública, protagonista de la sociedad digital 

Las sesiones previstas para esta jornada se centrarán en la aportación de los profesionales de las bibliotecas públicas a este nuevo entorno; el valor y la transformación de la biblioteca pública con la llegada del libro electrónico, y los restantes soportes y contenidos digitales; los servicios y usuarios tanto digitales como presenciales de las bibliotecas.