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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Conclusões e recomendações do 10º Congresso BAD

O 10º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas que decorreu em Guimarães, de 7 a 9 de Abril de 2010, teve como lema: Políticas de Informação na Sociedade em Rede e pretendeu enquadrar as principais questões e problemas que estão hoje na ordem do dia, numa época marcada pelo impacto de um conjunto de mudanças sociais e tecnológicas, que alteram o paradigma da comunicação, com reflexo nos serviços prestados pelas bibliotecas e pelos arquivos, nas quais o acesso e a utilização da
informação ocupam um lugar central e decisivo.
Além do contributo de participantes estrangeiros, a iniciativa contou com cerca de sete dezenas de comunicações e três dezenas de pósteres de profissionais nesta área e com o profícuo debate ocorrido em sete painéis temáticos e sectoriais.

Os temas em discussão neste Congresso foram:
1. Informação e Sociedade: Identidade, Cidadania, Coesão
Económica e Social
2. Políticas e enquadramento legal
3. Infraestruturas: Integração, Desenvolvimento, Coordenação
4. Conteúdos: gestão, acessibilidade, utilização
5. Competências: Literacia da Informação, Formação de Especialistas

O Congresso reconheceu a inexistência de uma política nacional de informação coerente, facto do qual decorrem muitas das debilidades, atrasos e fragilidades das instituições e iniciativas nacionais nestes
domínios. Da reflexão e do debate ocorridos durante o Congresso resultaram algumas conclusões e recomendações que desde já se enunciam:
 
1. O reconhecimento da informação como recurso estratégico para a educação, a cidadania, a coesão social e o desenvolvimento económico.
 2. A necessidade premente de definição e implementação de uma política nacional de informação que, à semelhança do que sucede na generalidade dos países desenvolvidos, se constitua como instrumento fundamental para o progresso do país.
 
3. A urgência da aprovação, antecedida de consulta a entidades e organizações representativas, de um quadro legislativo coerente que suporte a política nacional de informação e o desenvolvimento dos sistemas que a materializam (por exemplo, alteração das leis de depósito legal e da legislação existente no domínio arquivístico e elaboração e aprovação de legislação específica para os diversos tipos de bibliotecas).

4. A necessidade de reforçar o acesso à informação através de redes nacionais e internacionais, garantindo a disponibilização generalizada da informação produzida com financiamento público.

5. A constatação de que as bibliotecas públicas, escolares e académicas são importantes veículos de acesso à informação, de promoção da literacia de informação e podem desempenhar um papel fundamental no âmbito das políticas de aprendizagem ao longo da vida, sendo assim de extrema importância o investimento em programas de promoção de literacia da informação.
6. A preocupação com o desinvestimento que se está a verificar em alguns programas e iniciativas essenciais ao desenvolvimento da Sociedade da Informação, como é evidente, sobretudo, na Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, os quais exigem medidas imediatas para contrariar esta tendência;

7. A existência de um vasto conjunto de projectos e serviços inovadores que, embora representando um salto qualitativo, constituem frequentemente iniciativas avulsas e desarticuladas. A sustentabilidade e a preservação da informação a longo prazo requerem o desenvolvimento de políticas apropriadas, a implementação de práticas e normas sólidas, o acesso a recursos humanos e financeiros consistentes e um compromisso durável, por parte das entidades governamentais e das organizações, sob pena de vermos desaparecer iniciativas de mérito, com tudo o que isso representa de desperdício de recursos já investidos, perda de informação e redução da visibilidade dos conteúdos em língua portuguesa nas redes internacionais.
 
8. O reforço dos sinais positivos já referidos implica que os profissionais e as instituições interiorizem uma cultura de mudança, que incorporem meios, tecnologias, serviços Web emergentes e ferramentas de Web social, e que se estabeleçam políticas e incentivos que premeiem a inovação e as boas práticas.
 
9. A procura da qualidade e excelência por parte dos serviços exige a aplicação de métodos de avaliação que facilitem, através de indicadores rigorosos, uma gestão e um planeamento estratégicos, bem como uma atitude proactiva de defesa dos próprios serviços de informação.

10. A necessidade de uma maior responsabilização da liderança dos organismos públicos na forma como gere a informação de que são produtores/detentores, de modo a garantir a sua correcta preservação, o tratamento e o acesso público.
 
11. A implementação de políticas e incentivos que promovam a cooperação e o trabalho em rede, com a consequente partilha de recursos.
 
12. A imprescindibilidade de profissionais competentes, com formação especializada, de forma a garantir a qualidade dos serviços e a rentabilização dos investimentos realizados. 

Estas conclusões e recomendações não esgotam a necessidade de continuar a debater e aprofundar estes temas e problemas, devendo a Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas constituir-se como um motor de iniciativas que conduzam a essa reflexão imprescindível e dela façam eco junto das instâncias e organismos responsáveis pela política nacional da informação.
 
Nesse sentido, recomenda-se que a BAD dê continuidade aos instrumentos da rede social criados para este Congresso e explore as suas potencialidades de discussão, criação e partilha de experiências e de conhecimento.

Lisboa, 22 de Abril de 2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010

My 10º Congresso BAD

Ao longo dos três dias do congresso (7 a 9 Abril) debateu-se e apresentou -se trabalhos sobre as políticas de informação na sociedade em rede, que me fazem congratular com o nível que se atingiu, tanto na apresentação das comunicações científicas como nos debates gerados nos painéis.
Destaco, em primeiro plano, a utilização das ferramentas e das redes sociais, tendo permitido o início do congresso uns meses antes, com a abertura de um blogue e canal no Youtube, com vídeos "promocionais" que testemunhavam as vivências de colegas nos congressos passados e que permitem fazer a história da associação BAD e o papel que tem representado no desenvolvimento profissional e científico. 
Durante o congresso, as ferramentas foram muito utilizadas, sobretudo  o twitter, que permitiu aceder às ideias principais e a pequenos resumos do que estava a acontecer nas várias sessões paralelas.

Devido à minha participação activa neste congresso, tive pouca oportunidade de passar pelas mesas dedicadas a temas como as questões das políticas e enquadramento legal, informação e sociedade e literacias da informação, o que me deixa sempre penosa. Mas nos congressos é impossível estar em tudo e ouvir tudo do evento. 
Através da Web social podemos visualizar vídeos de algumas sessões e seguir no twitter a #10bad e #10badweb  (para o painel Bibliotecas e Web 2.0) para nos informarmos de algumas ideias-chave que passaram neste congresso.
As comunicações são cada vez mais investigações bem fundamentadas que fazem transparecer o número elevado de profissionais-estudantes da Ciência da Informação, em cursos de mestrado e doutoramento. É um retrato da profissão que nos dignifica, já não somos um grupo de profissionais que vem aos congressos para relatar e trocar experiências, mas que também as investiga e procura perguntar e resolver questões relacionadas com o domínio científico onde nos situamos profissionalmente.
Estiveram também presentes investigadores de domínios científicos que se cruzam com a Informação, à qual tive o prazer de assistir, destaco a conferência inaugural com o professor Gustavo Cardoso, intitulada "Do acesso livre aos Livros livres: a revolução digital na ciência e a transformação do mundo editorial"







Um dos momentos altos foi o do último painel “Olhares sobre a profissão” , anterior à sessão de encerramento, sobre o futuro da profissão, em que intervieram professores universitários de áreas da sociologia, jornalismo e da CI e a BAD, através da intervenção do presidente, Pina Falcão e o debate resultante das observações emitidas.

O congresso teve momentos chave ao alertar para a situação da necessidade de congregação dos profissionais no sentido de defesa e reivindicação de estratégias várias: desde políticas de informação bem definidas e carreiras profissionais dignificadas. Nas conclusões do congresso ficaram patentes estas ideias que terão que ser suportadas por um background associativo forte e influente politicamente, onde todos devemos participar e colaborar.





A Assembleia Geral da associação BAD decorreu durante o congresso onde foram debatidos estas questões,  e se agraciaram com a designação de associados honorários os colegas Lucília Paiva, M. José Leal, já falecidas, Henrique Barreto Nunes e o Professor galego Pedro Lopez.
Quanto ao futuro, preocupa-me os cenários das bibliotecas/arquivos e dos profissionais apresentados, o futuro da Associação também, que está a precisar de um "power" para relançar discussões iniciados no congresso, abrir o debate e ir ao fundo dos problemas da profissão e do próprio futuro da associação.
Será que se vai criar alguma comissão para analisar o problema?
Esta já não é a forma de comunicar nem de se trabalhar em conjunto. Que tal aproveitar as ferramentas das redes sociais criadas para este congresso para continuar a discussão?
Façamos agora do pós-congresso um momento de crescimento profissional e de fortalecimento da associação.
Vivam as associações vivas!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Conclusões do 10º Congresso BAD

O 10º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas que decorreu em Guimarães, de 7 a 9 de Abril de 2010, teve como lema: Políticas de Informação na Sociedade em Rede e pretendeu enquadrar as principais questões e problemas que estão hoje na ordem do dia, numa época marcada pelo impacto de um conjunto de mudanças sociais e tecnológicas, que alteram o paradigma da comunicação, com reflexo nos serviços prestados pelas bibliotecas e pelos arquivos, nas quais o acesso e a utilização da
informação ocupam um lugar central e decisivo.
Além do contributo de participantes estrangeiros, a iniciativa contou com cerca de sete dezenas de comunicações e três dezenas de pósteres de profissionais nesta área e com o profícuo debate ocorrido
em sete painéis temáticos e sectoriais.
Os temas em discussão neste Congresso foram:
1. Informação e Sociedade: Identidade, Cidadania, Coesão
Económica e Social
2. Políticas e enquadramento legal
3. Infraestruturas: Integração, Desenvolvimento, Coordenação
4. Conteúdos: gestão, acessibilidade, utilização
5. Competências: Literacia da Informação, Formação de Especialistas
 
O Congresso reconheceu a inexistência de uma política nacional de informação coerente, facto do qual decorrem muitas das debilidades, atrasos e fragilidades das instituições e iniciativas nacionais nestes
domínios. Da reflexão e do debate ocorridos durante o Congresso resultaram algumas conclusões e recomendações que desde já se enunciam:

1. O reconhecimento da informação como recurso estratégico para a educação, a cidadania, a coesão social e o desenvolvimento económico;
2. A necessidade premente de definição e implementação de uma política nacional de informação que, à semelhança do que sucede na generalidade dos países desenvolvidos, se constitua como instrumento fundamental para o progresso do país;
3. A urgência da aprovação de um quadro legislativo coerente que suporte a política nacional de informação e o desenvolvimento dos sistemas que a materializam (por exemplo, alteração das leis de depósito legal e da legislação existente no domínio arquivístico, aprovação de uma Lei de Bases das Bibliotecas);
4. A necessidade de reforçar o acesso à informação através de redes nacionais e internacionais, garantindo a disponibilização generalizada da informação produzida com financiamento
público;
5. A constatação de que as bibliotecas públicas e escolares são importantes veículos de acesso à informação, de promoção da literacia de informação e podem desempenhar um papel fundamental no âmbito das políticas de aprendizagem ao longo da vida.
6. A preocupação com o desinvestimento que se está a verificar em alguns programas e iniciativas essenciais ao desenvolvimento da Sociedade da Informação, como é evidente, sobretudo, na Rede de Leitura Pública, os quais exigem medidas imediatas para contrariar esta tendência.
7. A existência de um vasto conjunto de projectos e serviços inovadores que, embora representando um salto qualitativo, constituem frequentemente iniciativas avulsas e desarticuladas. A sustentabilidade e a preservação da informação a longo prazo requerem o desenvolvimento de políticas apropriadas, a
implementação de práticas e normas sólidas, o acesso a recursos humanos e financeiros consistentes e um
compromisso durável, por parte das entidades governamentais e das organizações, sob pena de vermos desaparecer iniciativas de mérito, com tudo o que isso representa de desperdício de recursos já investidos, perda de informação e redução da visibilidade dos conteúdos em língua portuguesa nas redes
internacionais.
8. O reforço dos sinais positivos já referidos implica que os profissionais e as instituições interiorizem uma cultura de mudança, que incorporem meios, tecnologias, serviços Web emergentes e ferramentas de Web social, e que se estabeleçam políticas e incentivos que premeiem a inovação e as boas
práticas.
9. A procura da qualidade e excelência por parte dos serviços exige a aplicação de métodos de avaliação que facilitem, através de indicadores rigorosos, uma gestão e um planeamento estratégicos, bem como uma atitude proactiva de defesa dos próprios serviços de informação.
10. A necessidade de uma maior responsabilização da liderança dos organismos públicos na forma como gere a informação de que são produtores/detentores, de modo a garantir a sua correcta preservação, o tratamento e o acesso público.
11. A implementação de políticas e incentivos que promovam a cooperação e o trabalho em rede, com a consequente partilha de recursos.
12. A imprescindibilidade de profissionais competentes, com formação especializada, de forma a garantir a qualidade dos serviços e a rentabilização dos investimentos realizados. Estas conclusões e recomendações não esgotam a necessidade de continuar a debater e aprofundar estes temas e problemas, devendo a Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas constituir-se como um motor de iniciativas que conduzam a essa reflexão imprescindível e dela façam eco junto das instâncias e organismos responsáveis pela política nacional da informação.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

As Bibliotecas 2.0 são redes de comunicação?

Comunicação apresentada ao 10º Congresso Nacional BAD

7 Abril | 14h00 Conteúdos: gestão, acessibilidade, utilização

TEMA 4 - Conteúdos: gestão, acessibilidade, utilização | Sessão 2

Moderador: Vera Silva
Relator: Aida Alves   

Objectivo leitura! A banda desenhada à conquista das modernas bibliotecas lusitanas
Gaspar Matos, Rui Brito, Adalberto Barreto    

Ler, ouvir e falar: a experiência dos grupos de leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras
Bruno Duarte Eiras

Práticas Cooperativas nas Bibliotecas Públicas do Baixo Alentejo
Ana Filipa Guerreiro, José António Calixto

7 Abril | 14h00 | Infraestruturas: Integração, Desenvolvimento, Coordenação

TEMA 3 - Infraestruturas: Integração, Desenvolvimento, Coordenação | Sessão 1

Moderador: Henrique Barreto Nunes
Relator: Jacinta Maciel   

20 Anos da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas: um balanço (possível) do grau de cumprimento do
Programa

Margarida Oleiro, Célia Heitor

A Bibliografia Nacional Portuguesa – novas exigências, novos modelos e serviços
Maria Luísa Santos  

Da “The European Library” à “Europeana” – Um percurso com impulsos nacionais
José Borbinha, Nuno Freire

7 Abril | 16h00 | Políticas e enquadramento legal

TEMA 2 - Políticas e enquadramento legal | Sessão 2

Moderador: António Sousa
Relator: Paulo Barata

Difusão e acesso à informação europeia: políticas e utilizadores
Ana Lúcia Terra   

O livro e a leitura pública no contexto de um país em vias do desenvolvimento: o caso da
Guiné-Bissau

Iaguba Djalo   

Os profissionais de arquivo e a promoção do direito de acesso à informação
Natália Maria Antónia

7 Abril | 16h00 | Conteúdos: gestão, acessibilidade, utilização

TEMA 4 - Conteúdos: gestão, acessibilidade, utilização | Sessão 3

Moderador: Maria João Amante
Relator: Elísio Araújo   

Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal: uma ferramenta ao serviço da ciência portuguesa
João Mendes Moreira, José Carvalho, Ricardo Saraiva, Eloy Rodrigues  

Desenvolvimento de um Protótipo de Repositório Digital Aplicado à Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa
Sílvia Lopes, Pedro Faria Lopes, Fernanda Campos

7 Abril | 14h00 Conteúdos: gestão, acessibilidade, utilização

 7 Abril | 14h00

TEMA 4 - Conteúdos: gestão, acessibilidade, utilização | Sessão 1
Moderador: Fernanda Campos
Relator: Ana Bela Martins

O Acesso Livre à literatura científica em Portugal: a situação actual e as perspectivas futuras
Ricardo Saraiva, Eloy Rodrigues
 
A gestão do conhecimento nas Universidades: o papel dos Repositórios Institucionais
Maria João Amante, Teresa Segurado  

Sustentabilidade dos repositórios institucionais
Luís Miguel Costa, Ana Azevedo

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Gerald Leitner no 10º Congresso BAD



10º Congresso BAD | 1ª sessão plenária | 7 Abril | 11h30

É presidente da EBLIDA (desde 2007), secretário-geral da Austrian Library Association (desde 1998), e presidente da Austria Society for Political Education. Ensinou língua e literatura alemã nos Estados Unidos, trabalhou em jornais e revistas austríacos, e foi leitor no College for Information and Knowledge Management, em Eisenstadt.
Este ainda implicado na formação de bibliotecários em bibliotecas públicas austríacas. Publicou vários artigos e livros sobre gestão de bibliotecas e copyright. Recedeu em 1999 o prémio nacional australiano pelo treino educacional e vocacional de adultos e, em 2000, o prémio Bruno Kreisky para livros políticos.
Vivam as bibliotecas vivas.

Gustavo Cardoso orador convidado no 10º Congresso BAD

 Sessão inaugural | 7 Abril | 10h00

"Do Acesso Livre aos Livros Livres: a revolução digital na ciência e a transformação do mundo editorial"
Gustavo Cardoso

Excelente comunicação ! Ver Facebook e Twitter

as bibliotecas, os arquivos têm que ser diferentes. Os Livros? Os livros já são diferentes... terminou a conferência Gustavo Cardoso. #10BAD

 

terça-feira, 30 de março de 2010

Carol Brey-Casiano no 10º Congresso BAD

10º Congresso BAD | 9 Abril | 10h00

oradora convidada | Carol  Brey-Casiano
"Information Access in a Networked Society"

Biografia
É actualmente directora das Bibliotecas Públicas de El Paso. Trabalha em bibliotecas públicas há quase 30 anos, tendo desempenhado as funções de directora da Thomas Branigam Memorial Library de Las Cruces (Novo México) e da Biblioteca Pública de Oak Park. Foi presidente da American Library Association (ALA), à qual ainda está ligada através do ALA Committee of Library Advocacy e da ALA Campaign for America’s Libraries Subcomittee. È membro da Texas Library Association, e pertence ao Comité Legislativo do REFORMA, a associação nacional promotora das bibliotecas e serviços de informação para latinos e falantes de língua espanhola. Possui um master em Library Science pela Universidade de Illinois.

Armando Malheiro da Silva no 10º Congresso BAD

10º Congresso BAD | 8 Abril | 9h00

 orador convidado Armando Malheiro da Silva
"Literacia da Informação e Processo Formativo: Novos modelos e desafios aos Profissionais da Informação"

Nasceu em Braga no ano de 1957. Licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Filosofia de Braga da Universidade Católica Portuguesa e em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Obteve o diploma do curso de bibliotecário-arquivista da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e, em 1999, doutorou-se em História Contemporânea na Universidade do Minho. É professor associado do Curso de Licenciatura em Ciência da Informação, do Departamento de Jornalismo e Ciências da Comunicação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Tem repartido as suas pesquisas e publicações pela Ciência da Informação, pela História Política e das Ideologias em Portugal nos sécs. XIX-XX, pela História Social e da Família e pelos Estudos Locais. Orienta e co-orienta dissertações de mestrado e teses de doutoramento sobre temas e questões de Ciência da Informação. É responsável científico de um projecto aprovado em Maio de 2007 e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, Lisboa, intitulado “A literacia informacional no Espaço Europeu do Ensino Superior: estudo da situação das competências da informação em Portugal (eLi.pt)” que envolve uma equipa de cinco investigadores e uma consultora estrangeira. Tem submetido a candidatura de financiamento da FCT e aguarda resultado de avaliação um novo projecto intitulado A Comunicação cultural nos monumentos musealizados na Era da Informação: análise da mediação e interação in situ e online a partir do caso do Mosteiro de Tibães (Braga, Portugal) – MEDIATIB.PT. Publicou, pelas Edições Afrontamento, em 2002 e em co-autoria com a Prof.ª Fernanda Ribeiro, o livro Das “Ciências” Documentais à Ciência da Informação: ensaio epistemológico para um novo modelo curricular (Porto: Edições Afrontamento), em 2006 A Informação: da compreensão do fenômeno e construção do objecto científico (Porto: Edições Afrontamento; CETAC.Media) e, em 2008, também em co-autoria com Fernanda Ribeiro, Recursos de Informação: Serviços e Utilizadores (Lisboa: Universidade Aberta).

segunda-feira, 29 de março de 2010

Daniel J. Caron no 10º Congresso BAD

10º Congresso BAD| 7 Abril | 14h00



Conferência
Socialisation, regulation and technology: information above borders
orador convidado Daniel J. Caron

Biografia
É bibliotecário e arquivista no Canadá. Possui um master em Economia pela Universidade de Laval e um Ph.D em Ciências Humanas Aplicadas pela Universidade de Montréal. É professor associado da École nationale d’administration publique. Serviu em várias instituições públicas canadianas (Competition Bureau Canada, National Museums of Canada Corporation, Department of Indian Affairs and Northern Development). Foi, de 1996 a 1999, director de Qualidade e Avaliação; depois, director-geral de Qualidade, Avaliação, Informação e Gestão de Tecnologias da Agência para o Desevolvimento Económico para a região do Quebec; em 2002, director geral dos Serviços de Desenvolvimento de Recursos Humanos do Canadá; em 2003, director-geral dos Arquivos Nacional e mais tarde da Biblioteca e Arquivos do Canadá. Em 2009 foi escolhido como Bibliotecário e Arquivista do Canadá.

Martin Molloy no 10º Congresso BAD

10º Congresso BAD | 8 Abril |16h00

orador convidado Martin Molloy
"People and Place: the role of public information services in making the global, local"

Biografia
É director de estratégia dos Serviços Culturais e Comunitários de Derbyshire County Council. Empenhado em várias áreas profissionais, é presidente da Reading Agency, membro do RNIB Advisory Group for Libraries e membro dos Advisory Comittees do departamento de Estudos de Informação da Universidade de Sheffield e de Ciência da Informação da Universidade de Loughborough. Foi presidente do CILIP – Chartered Institute of Library and Information Professionals e da Society of Chief Librarians, membro do Advisory Council for Libraries, do DCMS Libraries and Adult Learning Steering Group, e do Board of the Reading Agency. Em 1998 recebeu a Library Association Royal Charter Centenary Medal..

sábado, 27 de março de 2010

Bibliotecas e web 2.0: as boas práticas e os desafios





10º Congresso BAD | 8 Abril | 11h00

PAINEL: Bibliotecas e web 2.0: as boas práticas e os desafios
Coordenador: Pedro Príncipe
Participantes:
Carlos Pinheiro, Eloy Rodrigues, Luísa Alvim, Miguel Mimoso Correia

sexta-feira, 26 de março de 2010

A Web 2.0 nas comunicações do 10º Congresso BAD (3)


10º Congresso BAD | 8 Abril | 16h00
Tema 4 - Conteúdos: gestão, acessibilidade, utilização
Moderador: Manuela Barreto Nunes
Relator: Dulce Correia
  
Hábitos de pesquisa, presença e partilha de informação em comunidades online 
Filipe Manuel dos Santos Bento, Ana Bela de Jesus Martins, Lídia de Jesus Oliveira da Silva

Integração de elementos de contexto no processo de desenvolvimento de sistemas interactivos centrados nos utilizadores 
Paulo Jorge da Cunha Barreiro de Sousa

Uma biblioteca nas redes sociais: o caso da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian no FLICKR 
Paulo Leitão

quinta-feira, 25 de março de 2010

A Web 2.0 nas comunicações do 10º Congresso BAD (2)


10º Congresso BAD | 8 Abril | 14h00 |  
Tema 4 - Conteúdos: gestão, acessibilidade, utilização

Moderador: Luísa Alvim
Relator: Pedro Príncipe

A Revolução RSS e as Bibliotecas
Paulo Leitão

Os bibliotecários estão onde estão as pessoas:  a experiência no Second Life©
Miguel Mimoso Correia, Bruno Duarte Eiras 

terça-feira, 23 de março de 2010

A Web 2.0 nas comunicações do 10º Congresso BAD (1)


10º Congresso BAD | 7 Abril | 16h00
TEMA 3 - Infraestruturas: Integração, Desenvolvimento, Coordenação | Sessão 2

Moderador: Paulo Leitão
Relator: Miguel Correia   

A Web 2.0 nas Bibliotecas Universitárias Portuguesas
Helena Coelho   

As Bibliotecas 2.0 são redes de comunicação? Contributo para o estudo sobre a utilização das tecnologias da Web 2.0 nas estratégias de comunicação nas bibliotecas públicas e académicas portuguesas
Luísa Alvim, Manuela Barreto Nunes   

Portal de Descoberta: um OPAC com vida social e algo mais
Filipe Manuel dos Santos Bento, Lídia de Jesus Oliveira da Silva   

Reestruturação do sítio Web da Rede das Bibliotecas Municipais de Oeiras
Miguel Sales Baptista, António Navarro Rodrigues

segunda-feira, 22 de março de 2010

Rolf Hapel no 10º Congresso BAD


10º Congresso BAD | 1ª sessão plenária | 7 Abril | 11h30

Trabalhou como bibliotecário na Dinamarca, tornando-se director das Aarthus Public Libraries em 1994, que se têm vindo a assumir como referência mundial ao nível dos serviços de biblioteca pública, nomeadamente pela criação de serviços inovadores e pelo desenvolvimento de métodos de envolvimento dos utilizadores. Desde 2006 é director dos Serviços para Cidadãos e Bibliotecas. Participou em vários grupos de trabalho e comités. É professor honorário da Royal Danish Library School.

Vivam as bibliotecas vivas.