quinta-feira, 26 de julho de 2007

dicionário aberto precisa de voluntários


Terminou ontem a letra A !!!!! Estão felizes os mentores do projecto Dicionário Aberto.
Este projecto pretende, após a digitalização do Dicionário de Português do Cândido Figueiredo (1913), e com ajuda de voluntários, transcrever e corrigir o OCR preliminar, para disponibilizar este dicionário em suporte digital e ser consultado na web.
A correcção / revisão é realizada no
Distributed Proofreaders - Projecto Gutenberg (sítio web que pretende transformar os livros que estão em domínio público, já não possuem Direitos de Autor, em e-books, com ajuda de voluntários), sendo a responsável pela revisão final a Rita Farinha. Em média trabalha 150 palavras/dia que envia ao Alberto Simões (Universidade do Minho, Departamento de Informática) que as incorpora no sítio web Dicionário Aberto.
O ponto da situação: para efeitos de consulta Web, terminaram a letra A, para revisão estão na letra E, de elefante! Estão previstos 3 anos para completar o projecto e este precisa de muita ajuda dos voluntários que se ofereçam para rever palavras.
Os mentores deste projecto ainda pretendem actualizar a grafia e manter também a versão original, transformar o dicionário num Wiki, adicionar palavras ou alterar definições por qualquer um, que fiquem automaticamente disponíveis.


ver blogue Página a Página, de Rita Farinha
Vivam as bibliotecas vivas!

terça-feira, 24 de julho de 2007

biblioteca do congresso arquiva blogues na biblioteca digital

fotografia de Mickey Smith


Laura Campbell, directora da Biblioteca Digital Nacional Norte Americana, anunciou recentemente que os blogues vão ser arquivados na biblioteca nacional digital. Farão parte da American Memory - Library of Congress e são considerados um importante recurso para o conhecimento da História. Como nem tudo poderá ser arquivado, a Biblioteca do Congresso escolherá blogues tanto individuais como de bibliotecas, de determinadas áreas consideradas pertinentes para as gerações futuras. A par do arquivo digital de blogues também faz parte das políticas de digitalização a colecção de podcats e informações relacionadas com as redes sociais na Web.
Vivemos no mesmo ano e no mesmo século dos EUA.

fonte blogue LisNews
Vivam as bibliotecas vivas.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

quinta-feira, 19 de julho de 2007

chris batt e MLA

MLA aponta Roy Clare CBE como o executivo principal novo Quarta-feira 18 julho 2007 O conselho dos museus, das bibliotecas e dos arquivos (MLA) anunciou que seu executivo principal novo é ser Roy Clare CBE. Roy era previamente diretor do museu marítimo nacional em Greenwich de 2000 a 2007. Em Greenwich Roy Clare foi creditado com o aumento do tempo do museu, das audiências novas construindo e de criar umas parcerias mais largas (instigating including iniciativa do Grâ Bretanha 2005 do mar do `' para comemorar o bicentennial da vitória de Nelson em Trafalgar). Deu forma ao projeto de £16m para modernizar serviços e facilidades no obervatório real e oversaw uma sucessão de exhibitions e de programas bem sucedidos nos museus e na casa marítimos nacionais das rainhas. Anteriormente um contra-almirante na marinha real comandou o portador de avião Invincible e a faculdade naval real de Britannia em Dartmouth. Por dez anos era o trustee da embarcação historic Bronington e criou o museu de Britannia do treinamento do oficial em Dartmouth. É um membro de placa do creativo e o conselho Cultural das habilidades (conselho para o setor do heritage cultural) e lectured também no setor que inclui em nome da fundação da liderança de Clore. Foi concedido o CBE para serviços aos museus em junho 2007. Marcar a madeira, presidente de MLA, dito: “É notícia grande para que o MLA e o setor cultural do todo tenha alguém do calibre de Roy; a experiência e a energia fazem exame sobre da liderança da organização. Roy tem uma visão muito desobstruída de o que a lata de MLA e deve conseguir e o assegurará faz um impacto reverberating nos anos adiante. Roy Clare disse: “A equipe de funcionários profissional e os voluntários nos museus, nas galerias, nas bibliotecas e nos arquivos através de Grâ Bretanha são privilegiados para servir a povos de todas as idades, não obstante o fundo e a cultura. O conselho de MLA e seus nove sócios ingleses junto com agências internacionais, nacionais e locais têm uma oportunidade challenging de cater para audiências e usuários diversos; para ajustar e melhorar padrões profissionais; identificar e estruturar o uso de tecnologias novas e de métodos; construir acima das capacidades do workforce leal e creativo e procurar eficiências na linha das políticas do governo. Esta é uma agenda resistente no coração da aprendizagem para tudo, sharpened 2012 forthcoming pelo Olympiad e pelo mim Cultural está olhando extremamente para a frente a trabalhar em nome da placa de MLA e da equipe de funcionários no conselho de MLA a ajudar conseguir esta transformação para o setor ao todo” Roy faz exame acima de seu borne em setembro, substituindo a bateria OBE de Chris, que se está aposentando após quatro anos como o executivo principal. Marcar o tributo pago de madeira ao papel de Chris no MLA. “Chris forjou o MLA em uma organização coherent e eficaz que executasse alguns programas notàvelmente bem sucedidos tais como o investimento do renascimento em museus regionais. Seu legacy é uma organização dinâmica e focalizada.”. EXTREMIDADES Nota aos editores Os trabalhos do conselho dos museus, das bibliotecas e dos arquivos com as nove agências regionais na parceria de MLA para melhorar vidas do pessoa pelo conhecimento construindo, creatividade de aprendizagem, inspirando suportando e identidade da comemoração. A parceria age coletivamente para o benefício do setor e do público, conduzindo à transformação dos museus, a bibliotecas e a arquivos para o futuro.
Visita: www.mla.gov.uk
fonte MLA News

terça-feira, 17 de julho de 2007

pagar pelo empréstimo público de documentos nas bibliotecas?



Manifesto em defesa do empréstimo público gratuito nas bibliotecas portuguesas

A Comunidade Europeia aprovou, em 1992, uma directiva relativa ao direito de comodato e a certos direitos conexos de autor em matéria de propriedade intelectual, passando as bibliotecas, museus, arquivos e outras instituições privadas sem fins lucrativos a ter que pagar pelo empréstimo público dos seus documentos abrangidos por estes direitos de autor.
Depois de algumas intervenções em defesa pelo não pagamento, e lembro a famosa petição portuguesa em favor do empréstimo público gratuito nas bibliotecas, patrocinada pela BAD (Associação de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas), com 20.000 assinaturas em 2004, a situação é de condenação pelo Tribunal de Justiça da União Europeia sobre Portugal que isentou todas as categorias de estabelecimentos que praticam o comodato público da obrigação de pagar aos autores.
Esta é a grande questão. Actualmente, a Assembleia da República terá que apresentar uma proposta de lei diminuindo o número de isenções ao pagamento da remuneração pelo empréstimo público de documentos.
Entendo que esta normativa europeia e o decreto-lei vão contra todos os princípios que os profissionais da informação defendem e lutam, desde sempre, em apoiar a disponibilização de documentos que possibilitem a educação individual, a autoformação, a educação formal, o oferecer possibilidades de um criativo desenvolvimento pessoal, o estimular a imaginação, o promover o conhecimento e o apreço pelas artes e inovações científicas,o facilitar o acesso às diferentes formas de expressão cultural, o fomentar o diálogo inter-cultural, a assegurar o acesso dos cidadãos a todos os tipos de informação à comunidade, nas instituições públicas e privadas onde trabalham, de forma gratuita, princípios explícitos no Manifesto da UNESCO sobre Bibliotecas Públicas, no Código de Ética. Princípios defendidos internacionalmente pela IFLA (International Federation of Library Associations and Institutions) e pela EBLIDA (European Association of Library Information and Documentation Associations).
A missão das bibliotecas sempre foi garantir aos cidadãos o acesso livre ao conhecimento, à cultura e à informação. O papel das bibliotecas públicas, escolares, universitárias, e outras, em Portugal, nos últimos anos é inquestionável no exercício das suas missões educacionais, sociais e culturais.
A BAD apesar de defender estes princípios, optou, e muito bem, por apresentar uma proposta de alteração da lei, à Comissão da Assembleia da República, no sentido de salvaguardar algumas questões, como o não pagamento de direitos de autor pela consulta presencial de documentos nas bibliotecas, o mesmo se passando com o empréstimo inter-bibliotecas e a transmissão de obras em rede. Relativamente ao empréstimo de documentos que seja pago não pelo utilizador/cidadão mas pelos organismos que tutelam as bibliotecas (Ministério da Cultura/Câmaras?), e que este pagamento não se repercuta nos orçamentos das bibliotecas.

A proposta da BAD para alterar o Decreto-Lei n.º 332/97, apresentada à Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República: circular nº8 Remuneração pelo Empréstimo Público

Ainda não sabemos como a lei vai figurar em Portugal, mas sabemos que já não é possível que a utilização de documentos seja disponibilizada gratuitamente nas bibliotecas. É necessário continuar a falar sobre este assunto, e de outras questões associadas, como o estabelecimento dos critérios para a fixação da remuneração a pagar, etc.
O papel dos profissionais da informação, e das associações, terá que ser de sensibilizar a opinião pública para a "indiscutível" defesa do direito à informação gratuita disponibilizada pelas instituições públicas, na nossa dita "sociedade democrática".

1. Solicito que reenviem esta mensagem, a discutam nos blogues, linkem os posts sobre este assunto entre blogues, escrevam nos jornais e em artigos nas redes sociais e fóruns, pelo menos não fiquemos calados quando nos pedirem alguns cêntimos pela consulta de um livro que precisamos para estudar ou para os nossos filhos aprenderem, numa qualquer biblioteca.
2. Aconselhemos os nossos amigos - Autores - (de livros, música, bd, cinema, etc.) que disponibilizem os seus conteúdos em livre acesso, com etiquetas de Creative Commons, GNU License (documentos-software), copyleft, etc. e prescindam dos direitos de autor, sempre que as suas obras sejam consultadas/emprestadas em bibliotecas, arquivos, centros de documentação e museus.

Ajudemos a partilhar informação.

ver Livro de Lawrence Lessig Free Culture (2004), primeiro livro licenciado sob CC.

ver blogue Entre Estantes, do Bruno Duarte Eiras

ver blogue ler do ler, de Maria José Vitorino

ver blogue O Bibliotecário Anarquista, de Adalberto Barreto

ver blogue o bibliotecário 2.0 (B), de Júlio Anjos

ver blogue ler em espinho, de Isabel Sousa e outros bloguistas

ver blogue adrian&pandora, de Gaspar Matos

ver blogue Peão, de Cláudia Castelo e outros bloguistas

segunda-feira, 16 de julho de 2007

ressuscitar


"Tout m'est lecture. La plus grande partie de ma bibliothèque est dans le ciel, avec ses volumes dépareillés de nuages, jamais à la même place."
"Une bibliothèque de nuages", ed. Lettres Vives, 2006

Um poeta francês, uma filha nascida, um anjo que nos visita e um livro lembrado. Hoje é o dia 16 de Julho.

"Entrar no seio de Deus" é uma expressão que se encontra na Bíblia. A Bíblia é um livro que a maior parte das pessoas não lê, tão espesso que parece uma floresta abandonada, invadida pelo mato e percorrida por animais selvagens que vivem longe do olhar dos homens. Achei durante muito tempo que esta expressão era apenas uma liberdade poética, projectando uma bela luz, uma entre milhares que encontramos na Bíblia e nas florestas ao abandono. Só esta manhã, ao ver os pardais mergulhar às dezenas na folhagem perfumada da tília, percebi por fim o que era o seio de Deus e que delícia podia ser entrar nele um dia."

Christian Bobin, Ressuscitar, ed. Tenacitas, Coimbra 2006
ver também aqui
Vivam as bibliotecas vivas!

quinta-feira, 12 de julho de 2007

blogues proibidos


Está aí o livro Blogues proibidos de Pedro Fonseca, um jornalista, também editor do blogue ContraFactos & Argumentos, que aborda "casos" em 6 blogues portugueses que levantaram problemas pontuais, como a questão do plágio, pirataria informática, etc. : Freedom to Copy; Abrupto; Diário de Um Jornalista; Do Portugal Profundo; Chicken Charles – o anti-herói; e Muito Mentiroso).
A escrita nos blogues surge como um poder inabalável. Para o pior, para a mentira e para o falso testemunho. Geralmente anónimos e tendem a desaparecer em sinal da sua cobardia (ver Freedom to Copy...).
Como para o melhor, para denunciar, para chamar atenção, para alterar situações. Para nos acordar. Faltam muitos blogues por aí, que não sejam proibidos, nem "oficiais" e que possam dizer a Verdade, sem medo!


Editora Centro Atlântico, 2007 excerto em pdf
fonte blogue B20B, de Mónica André

Vivam as bibliotecas vivas.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

inserir a casa de camilo no WikiMapia !



Preciso que todos confirmem a selecção geográfica que fiz no novo serviço mashup do Google Maps: WikiMapia.

Uma wiki em que os utilizadores confirmam as localizações geográficas que a comunidade insere.
Mais um contributo para a Wiki Camilo 2.0
Por favor, aprovem !
Vivam as bibliotecas vivas.

chema madoz

fotografia Chema Madoz

Chema Madoz, fotógrafo espanhol, com muitos bibliotecários fãs em Portugal, representado em colecções particulares e nalguns importantes museus.
Os livros fotografados são os meus preferidos, mas não estão na exposição no Porto.

Galeria 111

Porto
até 28 de Julho

galeria virtual

terça-feira, 10 de julho de 2007

Blackle


Quando o monitor está todo branco (uma página do Word, por exemplo), o computador consome cerca de 74 watts. Quando está todo preto, utiliza, em média, 59 watts. Partindo deste princípio, há alguns meses atrás, Mark Ontkush escreveu um post, no seu blogue, sobre a economia que poderia ser feita se a página do Google possuísse um fundo preto em vez de branco. Levando em conta a altíssima popularidade do sítio, seriam economizados, segundo os cálculos de Mark, cerca de 750 megawatts/hora por ano. Em resposta ao post, o Google criou uma versão toda escura do seu search engine chamada Blackle.com http://blackle.com/, que funciona exactamente igual à versão original mas consome menos energia.

fonte: blogue elcoIron, autor Mark Ontkush

Vivam as bibliotecas vivas!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Água, Cão, Cavalo, Cabeça


Gonçalo M. Tavares recebe hoje o prémio, em S.Miguel de Seide. O livro de contos intitula-se "Água, Cão, Cavalo, Cabeça". Camilo Castelo Branco, que dá nome ao prémio, gostou do título.
O Cavalo parou junto à porta da casa de Seide, o Cão tossiu. Estava tísico. Desceu as escadas, abanou a Cabeça e disse:
- não voltes mais aqui sem trazer o envelope. Tanto espero e sofro!
O Cavalo afastou-se, olhou em frente e viu-me. Mergulhou em si mesmo e encontrou a Água em que se vai tornar, dentro do papel do envelope.


”Um envelope individual

O exame electroencefalográfico tem doze registos que podem ser mono ou bipolares. Os exames captam os estímulos eléctricos de cada uma das áreas do cérebro; depois tiram-se conclusões.
Em repouso, o ritmo eléctrico do cérebro é diferente.

É necessário acreditar na verdade e não acreditar na mentira.
Uma escritora utiliza esta expressão: ficar individual. Uma pessoa que numa conversa, de repente, fica individual, é alguém que entra em si próprio, como se cada um fosse dois e pudesse o seu 2° mergulhar no primeiro e fechar-se.
Existem momentos em que somos sociais, disponíveis; e existem momentos em que somos individuais.
No café detestam que eu leve livros e os leia, e que escreva. Aceitam e gostam de alguém que leva um jornal e lê durante horas, sentado. É uma questão de não se sentirem estúpidos, mas são estúpidos.
No fundo era apenas para contar a história de alguém que tinha um electroencefalograma para levantar num laboratório, mas morreu às duas horas da tarde, e o exame só estava pronto às três horas da tarde. Morreu de um ataque que vem de dentro da cabeça, mas os médicos têm outros termos. E o resultado do exame ficou anos no laboratório porque não foi levantado e no laboratório não são obrigados a distinguir quem morre de quem se atrasa ou se esquece.
Na organização de um dos anos posteriores, esse exame foi rasgado e deitado ao lixo, sem sequer ser aberto.

O exame electroencefalográfico, já o disse no início, tem doze registos, registos que podem ser mono ou bipolares. Os exames captam os estímulos eléctricos de cada uma das áreas do cérebro e depois tiram-se conclusões.
Naquele caso a conclusão era que o cérebro estava bem. Tanto em esforço como em repouso. E doze registos são sempre doze registos, não é um só.”

Gonçalo M. Tavares

In Água, Cão, Cavalo, Cabeça, Caminho, 2006

O conto foi retirado do blogue Aspirina B, post de autoria de Fernando Venâncio.

ver também

Vivam as bibliotecas vivas!

quinta-feira, 5 de julho de 2007

adrian&pandora



Surgiu recentemente, na blogosfera, o blogue Adrian&pandora: adolescentes e jovens adultos em bibliotecas públicas, editado pelo nosso colega Gaspar Matos, das Bibliotecas Municipais de Oeiras, também colaborador no blogue Oeiras a Ler.
No Introito afirma, e passo a citar:

"Recordam-se de Adrian Mole e Pandora Braithwaite? Pois é, a relação entre eles faz lembrar a mesma entre adolescentes e as bibliotecas públicas. Por assim ser, aqui começo este espaço de troca de ideias, experiências, estratégias, notícias, estudos, sondagens e o que mais houver sobre o assunto. Um contributo para amenizar as "growing pains", deles e nossas! Não há manual de estilo, mas tentarei imprimir algum estilo ao manual. :-) 'Bora lá!"

Bem vindo!
Vivam as bibliotecas vivas.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

museus na web


Encontro-me durante alguns dias desta semana, no Museu Soares dos Reis, no Porto, numa iniciativa do Instituto Português de Museus, a reflectir sobre a concepção de sítios Web para estas instituições. Não sou a única participante com formação na área da Documentação e Informação, mas sou a única sem formação em Museologia. Portanto sinto-me à vontade para afirmar que os nossos museus e seus gestores estão um pouco atrasados no tempo. O mesmo se aplica ao mundo de algumas bibliotecas, mas a realidade dos museus é mais assustadora.
O conceito de sítios web de museus, que ouvi defender, é que estes devem ser o espelho da instituição, uma representação, uma montra, e no meu entender esta é uma visão muito redutora do sítio web, não permitindo realizar mais do que os espaços físicos dos museus já oferecem. Quanto às novas tecnologias Web 2.0, nunca ouviram falar. Creative Commons? RSS? Wikis? Web semântica? Colecções virtuais? Second Life? Social tagging?
O sítio web, que o IPM, propõe como modelo é o do Museu Nacional de Arqueologia, criado em 2002 e alvo de um prémio internacional.
O que eu proponho para visita virtual :
San Francisco Museum of Modern Art (podcasts, Rss, etc.)
Monticello (casa e quinta do presidente Jefferson) (animações 3D, passeios virtuais, vídeos, etc)
Minnesota Historical Society ( loja virtual)
Science Buzz - Museum Minnesota Community (blogue, intervenção da comunidade)
e claro, apesar de todas as polémicas, o Museu Berardo (vídeos, notícias)



Vivam as bibliotecas e museus vivos!

terça-feira, 3 de julho de 2007

we've been everywhere : 100 anos da revista american libraries





Em 3 minutos, podes ver 100 anos de história da revista oficial da American Library Association, vídeo apresentado na conferência anual ALA, na semana passada em Washington. Também é possível cantar e dançar com os bibliotecários.
fonte : página da revista American Libraries
Vivam as bibliotecas vivas.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

photosynth, brevemente



(demo apresentado pelo arquitecto Blaise Aguera y Arcas, TED)
Apresentação da tecnologia Photosynth (baseado na tecnologia Seadragon). Com imensas potencialidades : zooms fantásticos, leitura de mapas de um pormenor nunca imaginado, as imagens panorâmicas, etc.
Ver, aos 4 min., o que é possível fazer na rede social, a partir das fotografias disponibilizadas por todos aqueles que depositam imagens no Flickr, e agrupando-as, através das tags (Web semântica) esta tecnologia cria espaços multidimensionais 3D, zoom e diversos tipos de navegação. Brilhante!
fonte blogue Panlibus, TED
Vivam bibliotecas vivas!